A Familia Cresceu
bichinhos bonitinhos
home      arquivo      downloads       contato       orkut

Cont. – Cordão Umbilical: bancos públicos x bancos privados | 13/03/06

13_03_06_cordaoumbilical2.jpg

Há alguns anos, todo o material expelido durante o parto era simplesmente descartado. Placenta, líquido amniótico e o sangue do cordão umbilical eram jogados no lixo.

Hoje, com os avanços da medicina, descobriu-se que o sangue do cordão umbilical contém uma grande quantidade das famosas células-tronco, que podem se transformar em diversos tecidos e órgãos e aliviar o sofrimento de pessoas que aguardam nas filas de transplantes.

Além disso, as células presentes no cordão umbilical são células adultas, mas, como ainda não sofreram ações químicas do tempo, do sol e da poluição, há menos chance de haver rejeição nos pacientes transplantados.

Mas a grande polêmica do momento não é a utilização dessas células, mas o local em que o sangue do cordão deve ser armazenado: em bancos privados, onde só quem pode ter acesso ao material é o usuário ou um parente, ou os públicos, onde a célula- tronco é doada a quem necessitar.

Os bancos privados trabalham com o avanço da medicina e com as possibilidades das células-tronco tornarem-se a salvação para inúmeras doenças. “Quando consideramos o presente, nosso objetivo pode parecer pequeno, mas trabalhamos com a medicina do futuro”, diz a diretora clínica da CordVida, Dra. Cláudia Maggioni.

Segundo a médica, a vantagem do banco privado é a garantia de que, se um parente ou a própria criança precisar de um transplante de medula, por exemplo, não precisa sair em busca de um doador ou entrar na fila de um banco público. A médica ainda ressalta que os transplantes evoluem melhor e há menos risco de rejeição quando as células são doadas por um parente. Ela cita um exemplo de um garoto do Rio Grande do Sul, que tinha leucemia. “Ele tinha 4 irmãos, mas nenhum deles era compatível. Diante dessa situação, foi obrigado a ficar na fila para um transplante. Nesse tempo, a mãe dele engravidou e teve uma menina, compatível com ele. Milagrosamente, um doador de um banco público também apareceu. Nesse caso, os médicos preferiram aceitar o sangue da irmã, pois o risco de rejeição era menor”, conta ela.

Já nos bancos públicos, o argumento é outro: salvar vidas hoje. E é por isso que a polêmica surgiu. De acordo com o diretor do Centro de Transplantes de Medula Óssea, do INCA, Dr. Luis Fernando Bouzas, a doação para os bancos públicos é mais eficiente e beneficia um número muito maior de pessoas. “Sabemos que é difícil encontrar um doador, mas, se os pais que recorrem aos bancos públicos acham que estão fazendo um bem para seus filhos, podem se enganar. Em apenas 25% dos casos, é possível encontrar um doador compatível na família, e a chance de uma pessoa utilizar as suas próprias células é de uma em 20 mil”, ressalta o médico.

Além disso, algumas doenças que podem ser tratadas com as células-tronco apresentam características hereditárias, o que impede o uso do próprio sangue. Se esse material estivesse em um banco público, outra pessoa poderia ser salva.

Outra limitação é que a quantidade de células obtidas de um único cordão pode servir para o tratamento de pacientes com, no máximo, 60 quilos. Por meio dos bancos públicos, é possível combinar cordões geneticamente compatíveis e tratar pacientes de maior peso.

Curiosidades:

- No mundo todo, cerca de 200 mil cordões umbilicais estão armazenados em órgãos públicos;

- O primeiro banco público dos Estados Unidos deve ser criado ainda este ano;

- O INCA já utilizou 15 unidades de sangue de cordão umbilical para transplantes;

- A chance de um brasileiro localizar um doador em território nacional é trinta vezes maior que a chance de encontrar o mesmo doador no exterior, segundo pesquisa realizada pelo Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (REDOME). Isso ocorre devido às características genéticas comuns à população brasileira;

- A coleta e o armazenamento de cada unidade custam em torno de R$ 3 mil para o SUS. Já a importação de unidades de sangue de cordão umbilical de centros internacionais, fica em torno de R$ 96 mil.

CordVida – 0800 707 2673

INCA
Bjs, Veri



Comentários

Marta,

A Hemominas foi selecionada pelo Ministério da Saúde para ser um dos dez centros do país para montar um banco de sangue público de cordão, em parceria com o Hospital das Clínicas da UFMG. O projeto já foi encaminhado, mas o Ministério da Saúde ainda não liberou os recursos financeiros para viabilizar este banco de cordão. Até a sua implantação não é possível a coleta e armazenamento do material.

Por isso, por enquanto apenas empresas particulares fazem a coleta e o armazenamento aí em BH. A Cordvida, por exemplo, coleta em BH, mas armazena em São Paulo.

O INCA tem um projeto para fornecer os kits para que o próprio obstetra possa fazer a coleta e encaminhar ao instituto. Vale a pena dar uma ligadinha. O telefone é (21) 2506-6215.

Um beijo,

Roberta

Gostaria de saber,errespeito de um unico,cordão umbilical,e qual as suas gravidade.

Great site!ae56815a24c477828c208c28c8f790b5

Oi, meu nome é Márcia, estou grávida de 3m e tenho um garoto com PARALISIA CELEBRAL, de 4a e 6m e gostaria de saber se posso realizar com vcs pesquisas de gens compativeis para utilizar as células tronco do cordão do bebê que estou esperando para meu filho já que no Brasil ainda não ouvi falar em casos de testes em PC, venho acreditando que é minha oportunidade de ver meu filho que não anda, não fala, não senta tendo algum resultado mas pra isso preciso de ajuda estou desesperada e gostaria de saber se vcs tem algum médico da area que queira pegar o caso para pesquisa e realização do processo seria fantástico ver resultado e poder mostrar pra todo o mundo a inteligência humana sobre as mãos de Deus e um grande resultado em pleno Brasil, dando esperanças a milhões de mães como eu.
Gostaria muito de obter respostas o mais rápido possível - (31) 33538628/87534366/86637816.




Envie seu comentário

(Se você nunca comentou aqui antes, seu comentário poderá não ser publicado até o dono deste blog aprová-lo.)

   










botao_pequeno_geek.gif






© 2006 Espalhe Comunicação Estratégica Ltda