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Drenagem: alívio ao inchaço | 28/04/06
A drenagem linfática, vista geralmente como simples tratamento estético, é hoje garantia de alívio para muitas gestantes. Se for feito com profissionais gabaritados, o tratamento tem tudo para melhorar os inchaços e desconfortos enfrentados pelas grávidas.
Para atenuar edemas (acúmulo anormal de líquidos no organismo) e ativar a circulação sangüínea das gestantes, a fisioterapeuta Tatiana da Mota, no mercado há sete anos, afirma que a drenagem linfática é uma ótima alternativa. “Os resultados vêm com rapidez. A técnica diminui o excesso de líquidos retidos, que absorvidos pelos rins são eliminados via urina”, garante.
No caso das grávidas, Tatiana explica que o peso do útero sobre a veia cava inferior, responsável pelo retorno venoso, causa inchaço das pernas, pés e abdômen. Não com tanta freqüência, braços e mãos também podem aumentar de volume. Por isso, as gestantes de múltiplos têm chances de sofrer ainda mais com tais conseqüências.
O tratamento consiste em uma série de sessões de massagens, com média de 50 minutos de duração cada uma. A quantidade de vezes por semana pode variar, mas recomenda-se a alternância de dias para o corpo se acostumar. Feita manualmente, a técnica utiliza movimentos contínuos e sem força. Os membros inferiores devem estar a 30 graus e a cabeça apoiada por um travesseiro. Dependendo do tamanho da barriga, muitas grávidas não conseguem respirar, o que demanda ajustes na postura. Ficar de bruços é outra posição inviável e virar-se de lado pode ajudar.
Para as grávidas ansiosas com a forma física, a fisioterapeuta avisa: “A drenagem não vai combater a celulite. Não há como brigar com a quantidade de hormônios dessa fase”. O ginecologista e obstetra Artur Dzik reforça a observação. Ele não vê contra-indicação em relação ao tratamento, mas aconselha a orientação médica. “Muitas pacientes têm se beneficiado com a drenagem em diferentes etapas da gestação. O que faço questão de dizer a elas é evitar a região abdominal”, finaliza.
Consultório Dr. Artur Dzik, ginecologista e obstetra - T: 3259-5061
Clínica de Fisioterapia - Tatiana da Mota e Maricy Heintz - T: 3849-7628
Bjs,
Rodrigo
Defesa do Consumidor | 27/04/06
Comprar os bercinhos é um dos momentos-chaves durante a gestação. A gente tenta encontrar aqueles que têm a carinha de nossos bebês - obviamente o nosso gosto também. Vamos em várias lojas fofas, questionamos se é melhor mandar fazer, contabilizamos as finanças (especialmente futura mãe de três), analisamos colchão, varão, ripas, desenhos, tamanhos, tinta, enfim, tudo. Ok, mãe e pai concordam e escolhem o berço de seus rebentos. Aí, vem a parte mais aflitiva: esperar no mínimo 30 dias para a chegada do móvel. Talvez gere mais ansiedade do que esperar as 40 semanas para o parto.
Aflitiva por que ouvimos mil histórias de atraso e começamos a pensar: "se o berço atrasar?", "e se os nenéns nascerem antes da chegada do berço", "e se não couber os três, dois e até um no quarto?". Além disto, precisamos esperar a chegada deles para ver se cabe com espaço cômoda, trocador, cadeira de amamentação etc.
Temendo tudo isto, comprei os bercinhos dos meus pequenos em março. Eles nascerão em julho... A loja me deu o prazo normal de 30 dias para entregá-los. Se conseguissem antes, me ligariam. É claro que não contei com isto. No entanto, para minha surpresa, a loja me ligou na segunda semana de abril para dizer que entregariam naquela semana. Ou seja, duas ou três semanas depois que comprei meus sonhados bercinhos. E ainda montaram no mesmo dia. A loja é a Cadê o Nenê e tem filiais em Santana e na Radial Leste, além da loja de Santos. Aliás, a Radial tem uma loja atrás da outra só de coisas para bebês.
Estou satisfeita e feliz. Mas, quem tiver problemas com atraso ou não-conformidade com o que comprou, aí vai uma dica: envie um e-mail para as editorias de Defesa do Consumidor dos principais jornais. O jornalista contatará a empresa, requerindo uma resposta. Para evitar uma imagem ruim, é provável que a empresa entre em contato com você para resolver a questão o mais rápido possível. Paralelamente, temos sempre o Procon. Abaixo, alguns e-mails das editorias de Defesa do Consumidor:
São Paulo
O Estado de S. Paulo - cecilia.thompson@grupoestado.com.br
Folha de S. Paulo - corsalette@folhasp.com.br
Jornal da Tarde - advogado@jt.com.br
Diário de S. Paulo - vanessa.pessoa@diariosp.com.br
Rio de Janeiro
O Globo - ronaldo@oglobo.com.br
um beijo,
Roberta
Criatividade na Terrinha | 26/04/06

O Oceanário de Lisboa, em Portugal, não é uma atração interessante somente para crianças e adultos. Os portugueses montaram dois programas especiais voltados para bebês até 3 anos. O "Concerto para bebês" e "Sessões musicais para bebês" estão sob a orientação de profissionais especializados nas áreas de música, psicologia e educação e têm como objetivo estimular a aptidão musical e atrair a atenção dos pais para a importância desta arte no desenvolvimento da criança.
O "Concerto para bebês" acontece aos sábados e tem 45 minutos de duração. Participam no máximo 15 crianças, que devem estar acompanhadas de um responsável. Sentados em um tapete, os bebês participam de uma viagem musical ao mundo marinho, enquanto seus papais babam pelas reações dos seus rebentos. A brincadeira sai por 25 euros.
A outra atração, "Sessões musicais para bebês", tem 30 minutos de duração e explora os principais elementos da música, como melodia, harmonia, ritmo, timbre, dinâmica e forma. Funciona como uma terapia e por isso a atividade deve ser adquirida num pacote com oito sessões por 90 euros.
Inaugurado em 1998, o Oceanário pretende difundir o conhecimento sobre a vida marinha e sensibilizar o público sobre a conservação dos oceanos. Exibe mais de 15 mil animais e 450 espécies de plantas de diferentes regiões do planeta. As grandes atrações, claro, são os tubarões, arraias, pinguins e lontras.
O espaço também oferece:
- "Atelier dos Oceanos" - Dirigidos às escolas, os programas construídos para a pré-escola e ensino básico e médio seguem as orientações do Ministério da Educação local.
- "Férias debaixo d'água" - programa de férias para crianças dos 3 aos 12 anos. Durante uma semana, é possível conhecer de perto os animais do Oceanário e realizar esportes no Centro Náutico.
- "Dança Criativa" - Entre os objetivos desta ação, estão desenvolver a expressão artística e associá-la à vida nos oceanos.
- "O meu aniversário no Oceanário": Visita guiada com lanche, jogos e brincadeiras. O grupo deve ter no mínimo 20 participantes e custa, no mínimo, 22 euros. Quanto mais criança, mais barato.
A visita normal sai por 10 euros e também é divertida. Ao todos, são 7 milhões de litros de água salgada, o que daria para encher quatro piscinas olímpicas. Quem passar por Lisboa e tiver tempo livre, não pode deixar de visitar.
bjo,
Tati, diretamente de Portugal
Supernanny à Brasileira (na verdade, à moda argentina) | 25/04/06
No início de abril, o SBT colocou no ar a versão brasileira do Supernanny, campeão de audiência na Inglaterra, onde foi criado, e outros 45 países. Trata-se de um programa reality show onde uma babá profissional observa, palpita e tenta colocar ordem no comportamento da família com filhos. No Brasil, a Supernanny é encarnada por Cris Poli, na verdade uma argentina que mora aqui há 30 anos e foi escolhida entre dezenas de candidatas. O programa vai ao ar aos sábados, às 20h30, no SBT, e tem reprise no domingo, às 15h50.
A versão brasileira está divertida até. No sábado passado, a Supernanny foi designada a dar um jeito na confusão que os quadrigêmeos faziam na família do casal Adriana e Mario. Dois meninos e duas meninas de 4 anos que têm diferentes personalidades e que dominavam a casa. Dava para perceber que a mãe tenta colocar alguma ordem, mas o papai acabava perdendo um pouco a paciência. No meio de tudo, o quarteto fazia o que queria. Supernanny tentou colocar algumas regras e, pelo visto, conseguiu em um primeiro momento. A questão agora é mantê-las.
Foi mais uma sacada de Silvio Santos que comprou alguns programas estrangeiros de sucesso, que normalmente estão na TV fechada, e repetiu em seu canal aberto. Por enquanto, o Supernnany está bem nas pesquisas. Mas que dá um calafrio ver o programa, quando estamos grávidas, isto dá.
Um beijo,
Roberta

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Letrozol sob suspeita | 24/04/06
Na Folha de S. Paulo de hoje, caderno Cotidiano, tem uma reportagem sobre o remédio letrozol (Femara), utilizado para ajudar na reprodução humana, que está sob suspeita. Segundo a jornalista Claudia Collucci, o laboratório Novartis anunciou, em dezembro passado, que o medicamento não é recomendado nem tem a autorização da Anvisa para ser utilizado para este tipo de tratamento. Este remédio tem o aval para o tratamento de câncer de mama, em mulheres na pós-menopausa.
Apesar de ter sido bem-sucedido em casos de reprodução assistida, como médicos apontam na reportagem, o letrozol pode causar defeitos congênitos e aborto.
A reportagem alerta para que as mamães em tratamento ou iniciando tratamento fiquem atentas aos medicamentos prescritos por seus médicos. Além disto, neste tipo de processo, é muito importante que a paciente pergunte tudo para o médico e crie um laço de confiança com ele. Caso isto não aconteça, é melhor mudar de médico.
bjs,
Roberta

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Vamos Suar | 20/04/06
Manter-se saudável durante a gravidez, preparada para o parto e com disposição para os primeiros meses de seu bebê – ou bebês – pode parecer um desafio, mas apostar em exercícios físicos que conjuguem fortalecimento muscular, flexibilidade e relaxamento é um caminho certeiro. E não é novidade que especialistas da área e gestantes já tenham descoberto isso com os devidos acompanhamentos médicos.
O ginecologista e obstetra Eduardo Zlotnik, do Hospital Albert Einstein, de São Paulo, aconselha atividades físicas com ponderações: “Fora os casos de risco de parto prematuro, com cuidados especiais devido às mudanças fisiológicas, deslocamento do eixo de equilíbrio do corpo, movimentação de músculos diferenciados e sobrecarga cardiovascular, a grávida deve se exercitar”. No entanto, como estipular um limite de esforço? “Na verdade, a própria gestação controla a gestante. Se ela quiser fazer abdominais no primeiro trimestre, pode até conseguir, mas depois será quase impossível, e os benefícios limitados”, afirma.
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O Melhor Amigo do Homem (mulher e bebês) | 19/04/06
A Marcella, uma amiga, me mandou esta seqüência de fotos que vocês podem abrir neste post. Elas me fizeram pensar. Sinceramente, nunca fui uma pessoa, digamos, muito próxima dos animais. Sempre preferi que tivéssemos, pelo menos, alguns metros de vazio entre a gente. E, apesar de os meus pais também não fossem muito afetos a eles ao longo de minha infância, tivemos as mais variadas espécies na casa onde morávamos: cachorros, papagaio, pato, coelho, galinha. Sem contar os invasores: gatos, gambás e até ratinhos - vocês não imaginam o areal que era a Barra da Tijuca nas décadas de 70 e 80...
Pois é, fiquei imaginando por que não fiquei apegada a eles, mas não cheguei a uma conclusão definitiva. Talvez pelo fato de meus pais não ligarem muito para animais. Talvez seja minha personalidade mesmo. No entanto, para que o fato não se repita na próxima geração, penso em ter um bichinho de estimação em casa. Claro que só depois de as crianças estarem maiores e entenderem melhor do que se trata. Afinal, no início, já terei muito trabalho com os meus filhotinhos.
um beijo,
Roberta
Dicas de Viagem | 18/04/06
Já demos as dicas de como se preparar para viajar com as crianças. Agora, é a vez de darmos algumas dicas de roteiro. Com tantos feriados neste ano, elas podem salvar seu descanso merecido.
Para quem está em São Paulo e não quer ou não pode se ausentar por muito tempo, a dica da agente de viagens Anette Wajnsztejn é optar por hotéis em estações de águas próximas da capital e hotéis fazenda. “Recomendo esses lugares, pois geralmente possuem toda a infra-estrutura para as crianças, além de pensão completa com muitas variedades”, diz Anette.
Viajar para a praia também é uma opção, mas é melhor quando as crianças já estão maiores. Não têm tanto horário como os bebês, nem requerem tantos cuidados com sol e calor. “Se a família quiser aproveitar a praia, recomendo que se hospede em resorts, em vez de pousadas, que geralmente só oferecem o café da manhã. Nesse caso, a mãe precisa se preocupar mais com a alimentação das crianças”, completa a especialista.
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Segura-Barriga | 17/04/06
Descobri a cinta segura-barriga há uma semana, e minha vida mudou. Como vocês devem imaginar, a minha barriga está enooorme. O médico a mediu na semana passada e tinha 32 centímetros da altura do estômago ao osso pélvico (dá um metro se for a circunferência). Ele disse que é equivalente a 8 meses – e eu estou na 21ª semana. Resumo da Ópera Trigestacional: a barriga pesa à beça. Esta cinta deve ser colocada na base da barriga, ajudando a segurá-la e dando um confortinho para nós, mamães. Dando mais apoio, ela pode prevenir contra lombalgia – a famosa dor nas costas.
O nome pomposo é Órtese Abdominal Para Gestante, da Mercur Body Care. Eu encontrei a minha na loja Spa do Pé. Custou 32 reais. Mas acredito que possa ser encontrada em qualquer loja de material ortopédico. No Buscapé , está 35 reais. Ela é lavável, tem diferentes ajustes e tamanhos P, M e G.
Spa do Pé - 11 3031-1155 (Shopping Iguatemi) ou 11 3744-4550 (Shopping Jardim Sul) ou 21 2264-1334 (Central de Informações)
Bjs,
Roberta
Obs: É sempre bom perguntar para o seu médico se há alguma contra-indicação para você.
Páscoa Feliz | 13/04/06
A comemoração da Páscoa é um momento alegre, que brinca muito com a fantasia da maioria das crianças. Todas querem saber o que vão receber do coelhinho. Mas não são só as crianças que saem ganhando. Os pediatras normalmente são agraciados com agrados e doces, já que estão constantemente presentes na vida dos pequenos. E foi assim que as trigêmeas Luiza, Lorena e Laura retribuíram o carinho do pediatra Alberto Wajnsztejn, com três coelhinhas e uma cesta de bombons. Aproveitamos a ocasião para desejar a todos uma Páscoa muito doce e cheia de alegrias.
Beijos,
MaWá
No ritmo da Copa | 12/04/06
Como estamos a menos de 2 meses da Copa e inspirado pelo Vlog Batendo Bola, comecei a procurar produtos temáticos da Copa do Mundo e voltados para o público infantil. Nesta busca, acabei vendo coisas que me lembraram da infância.
A primeira delas é o álbum de figurinhas da Disney. Muito divertido e diferente, esse álbum mostra todas as informações da Copa. Seleções, tabela de jogos e até algumas estatísticas e curiosidades da Copa de 2006. O diferencial? Não há qualquer imagem de jogador no álbum. Todas elas foram substituídas por personagens ou estilizados com o traço da Disney.
Para os pais: o álbum vem encartado na revista Placar , de Abril (com o Ronaldo na capa), mas também é vendido avulso em qualquer banca (R$4,95 o álbum, e R$0,60 o envelope com 4 figurinhas). Ótima dica para começar a mostrar a importância do futebol na nossa cultura e também um bom momento de relacionamento com os seus filhos.
O que também me chamou a atenção foi saber que podemos deixar nossos filhos com o uniforme oficial da Seleção Brasileira. Na loja 3T esportes, você pode achar esse uniforme por R$139. O uniforme vem completo tem a camisa, o short e até o meião. Seu filho pode sair do berço e ir direto para um campo de futebol.
3T esportes - Rua João Cachoeira, 565 – T: (11) 3168.6682
Instituto Criança é Vida | 11/04/06
Transmitir conhecimento a pais e educadores sobre a saúde infantil em comunidades pobres é o principal objetivo do Instituto Criança é Vida, criado em 1996, a partir de uma aliança entre a Schering-Plough, o IMIP (Instituto Materno Infantil de Pernambuco) e a Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança. Os primeiros trabalhos foram realizados por funcionários-voluntários da Schering-Plough com pais e funcionários de nove creches da Zona Sul de São Paulo.
Dois anos depois, os dirigentes do projeto repassaram o conteúdo e materiais utilizados para outras entidades e, em março de 1999, foi iniciado um projeto piloto voltado exclusivamente para a educação em saúde de crianças de cinco e seis anos de idade.
Em 2002, a organização tornou-se um instituto independente, para tornar possível o repasse e aplicação de seus módulos de educação em saúde por outras empresas e atingir comunidades de todo o Brasil. O Criança é Vida trabalha com a aplicação de módulos voltados para a higiene e saúde, alimentação, vacinação, primeiros-socorros, prevenção de acidentes e doenças da infância para crianças e familiares de comunidades pobres. Em 2005, o Criança é Vida chegou a 106 instituições, com 184 frentes de trabalho.
Um dos projetos tocados pelo instituto é o “Criança é Vida Bebês”, criado em 2003 e destinado especialmente a funcionários de instituições (creches, escolinhas) e famílias carentes com crianças pequenas. O objetivo é perceber o bebê como um ser competente e capaz de interagir com seus cuidadores desde os primeiros dias de vida. A qualidade desta primeira ligação pode determinar como a criança vai se relacionar com o mundo durante sua vida.
Para este projeto, foram desenvolvidos seis módulos: um bom início de vida, que trata sobre a expectativa causada pela gravidez; Alimentação e Sono, que aborda o aleitamento materno e hora de dormir; Indicadores do desenvolvimento emocional e social (sorriso e linguagem); Crescendo com as separações (desmame, papel do pai); Novos progressos do bebê (primeiros passos, esconde-esconde); e Deixando de ser bebê (socialização, medos, autonomia).
Além do projeto voltado para bebês, o Criança é Vida também tem módulos específicos para crianças entre cinco e seis anos e adultos, com temas sobre prevenção para a saúde delas, além de um projeto especialmente voltado para pré-adolescentes, o “Orientação Sexual”, que foi, inclusive, listado pela Bolsa de Valores Sociais da Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo), o que possibilita o recebimento de recursos de investidores sociais que adquirirem suas ações.
ONG Instituto Criança é Vida - atendimento@criancaevida.org.br - T: 11 5188-5333

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Morfológico: um momento muito importante | 10/04/06
O ultra-som morfológico é um dos mais importantes da gestação. Neste momento, o médico especializado em medicina fetal vê e descreve como está o desenvolvido do bebê em detalhe. Desde o cerebelo até o tamanho do pé, passando pelas cavidades cardíacas e o cristalino dos olhos, ele pode, a partir de uma tabela padrão, fazer uma comparação com as medidas e os aspectos do bebê mostrados no exame. O morfológico é feito entre a 20ª e 22ª semanas.
É claro que o meu demorou muito tempo para ser realizado: 1h20 – para um bebê apenas, são 30 minutos. No meu caso, são três bebês, não é mesmo? E a menina está no meio dos dois irmãos, espremida. Ou seja, foi mais difícil para o doutor Victor Bunduki conseguir pegar os ângulos certos da minha menininha. Mas ele conseguiu ver tudinho dos 3. Estão em perfeito desenvolvimento, o que me deixou aliviada.
Como a transluscência nucal, que falamos no post do dia 24 de fevereiro de A Família Cresceu, o morfológico também é um exame que causa apreensão na gente. Ele detecta, com precisão de até 90%, doenças genéticas, como Síndrome de Down, coração etc. Caso algo não esteja indo bem, o médico de medicina fetal pode fazer alguma interferência, se for o caso.
Após a ansiedade de ver meus três bebês bem – foi um de cada vez -, pude me ater ao rostinho deles, o perfil de cada um, que divido neste post com vocês. Já acho os três lindos!!! Sempre quando faço estes exames fico impressionada com o avanço destas máquinas que, pelo som, consegue criar a imagem. E mais ainda com a natureza humana. Na minha barriga, tem dois meninos e uma menina crescendo... E logo, logo estarão nos meus braços, acolhidos e zelados por mim e meu marido.
Bjs, Roberta
Ah, todos estão com cerca de 20 centímetros. O primeiro menino está com 415 gramas, a menina (mais esbelta) com 335 gramas e o segundo menino com 359 gramas.
A Família Envelhecendo | 07/04/06
Diego e Susy encontraram uma maneira diferente de registrar o efeito da passagem do tempo sobre sua família. Desde que se casaram, em 76, os argentinos criaram o ritual de fotografar-se todos os anos, no dia 17 de junho. Recentemente passaram a publicar suas fotos no site Zone Zero . É interessantíssimo acompanhar o envelhecimento do casal e o crescimento de seus filhos ao longo dos anos!
Bjs, Renata
Balanço da Feira de Gestantes e Bebês de Sampa | 06/04/06
No sábado passado, eu fui à Feira de Bebês e Gestantes, que comentei no post do dia 29 de março deste ano. Eu e dezenas de grávidas, mães com bebês em seus carrinhos, pais com seus filhos a tiracolo. Ou seja, estava lotada. O pior: o estacionamento tinha uns três pisos, e o elevador estava desligado!!!!!!!! Somos grávidas, a feira é para nós e, pelo menos, eu demoro uns 20 minutos subindo dois lances de escadas. Fora que precisávamos atravessar o estacionamento de um lado para o outro, por que as escadas, em cada piso, não se interligavam. Por último, tínhamos que sair à rua para entrar na feira. Caos!
Apesar de os preços não serem lá tão vantajosos, eu consegui comprar umas coisinhas que realmente estavam em conta. Conjunto de lençol de malha de algodão, por 29 reais, na N e N Baby, toalhas com forro de fraldinhas de pano e capuz, por 25 reais, três bodies de malha, por 5 reais cada também na N e N, uma mamadeira (daquelas que separam o leite em pó da água) por 25 reais na Allegrini e uma chupeta (só tinha uma) do Vasco, time do meu marido, por 5 reais na Alegrini também. Registro importante: o meu time é o Flamengo, mas não tinha chupeta.
As roupas de grávidas definitivamente não me agradaram. Mas aprendi algumas coisas. Vi umas calcinhas e sutiãs, não tão feios (já viram calcinha de grávida!!!!, nem sua avó usa uma daquelas) e absorvente para seios. Boas descobertas.
No final, até que o saldo foi positivo, apesar de o local não ser o adequado. No ano que vem – já terei os bebês e precisarei vesti-los – seria bom montar a feira em um lugar mais adequado para grávidas e mães com carrinho. O São Luiz realmente não deu conta.
Endereços:
N e N Baby – Rua José Paulino, 877 A – Bom Retiro – T: 11 3331-9602
Ateliê Patchouly (forros lindos, mas não tão baratos, para berços) – T. 11 3337-7241
Bebê Fantasia Atelier – T: 11 6694-4935
DeiDei Baby – T: 21 3363-1571
Allegrini – Rua Teodoro Sampaio, 1.366, Pinheiros – T: 3814-6525
Paty Baby – Rua do Paraíso, 442 – T: 3171-0624
Dibebê Enxovais – T: 11 6981-2457
Pititicos Enxovais para bebês – Rua Cel Souza Franco, 1272, Mogi das Cruzes – T: 11 4798-1485
Ateliê Decorações – Rua dos Três Irmãos, 633, Morumbi – 11 3726-5815
Atelier Petit Tissu – Rua Antonio de Macedo Soares, 958, Campo Belo – T: 11 5092-3322
D´Bella For Baby – Rua Fernandes Portoalegre, 911 – Vila Matilde – T: 11 6783-7856
bjs, Roberta
Obs IMPORTANTE - Hoje farei o ultra morfológico. Estou louca para ver meus bebês na telinha. Depois, eu conto.

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Não se esqueçam de mim | 05/04/06
Viajar é uma delícia!
Mas o que fazer quando os pequenos também embarcam nas férias dos pais?
De acordo com a agente de viagens Anette Wajnsztejn, para uma viagem com crianças transcorrer sem problema algum, planejamento e bom senso são fundamentais. “Os pais têm que perceber que, numa viagem com crianças, elas são a prioridade e ditam o ritmo dos passeios. Achar que os adultos vão conseguir fazer absolutamente tudo o que querem é um engano”, alerta Anette.
Para onde ir?
Para começar, é preciso escolher um local adequado para levar os pequenos: verificar se aceita crianças, se tem uma cozinha separada para bebês, se o hotel dispõe de berço, se possui serviço de babá para bebês e monitoria para os mais crescidinhos são os primeiros passos para organizar a saída.
Fazer uma pesquisa sobre as características do destino também é importante. De acordo com Anette, verificar o clima do local, se chove muito ou não, como é a culinária regional, pode evitar muitos transtornos. “Não adianta levar um bebê para um centro de esqui, com temperaturas baixíssimas, porque a única coisa que o pai vai conseguir é deixar seu filho doente”, diz ela.
Boas opções são os hotéis-fazenda, que muitas vezes estão próximos dos centros urbanos, ou os resorts, que contam com uma infra-estrutura própria e bem organizada para receber as crianças.
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Palpites Demais | 04/04/06
Uma das maiores
angústias das grávidas é o mar de palpites, opiniões e conselhos que surgem a todo o momento durante a gestação e se estende pelos primeiros anos da vida do bebê. É saber da gravidez e, pronto, começam a exposição: sua barriga torna-se pública, todos querem acariciar/“tocar” no bebê e dar palpites na sua vida (e na do bebê, claro). Estranhos ficam
íntimos em segundos. Desde sua empregada até seu chefe. Todos se tornam mestres em gravidez, graduados e pós-graduados. Você escuta o palpite, sorri, quer matar um, mas, no fundo, entende a boa intenção. Será?
Qualquer que seja o tema, tem sempre alguém com uma dica surpreendente.
- Oh, não pode beber Coca-Cola, viu?!
- Grávida não pode se assustar. Corre o risco de perder o bebê!!!
- Xiiiii. O leite está fraco? Cerveja preta!!! É só o que resolve.
De acordo com o ginecologista e obstetra Dr. Eduardo Motta, de São Paulo, é importante dizer que as pessoas fazem isso porque demonstram interesse, ou seja, a intenção é boa. “A grande questão é que a experiência de uma gestante não se aplica a outra, cada uma tem um jeito e uma dinâmica diferente e deve respeitá-la”, conta ele. Uma outra questão que muitas pessoas não param para pensar é no bem-estar da grávida. “Os de fora chegam dando palpite, sugestões e não param para ouvir se ela, a grávida, está bem, se está feliz, se está se sentindo bem etc. Na maioria dos casos, o foco passa a ser a gravidez e não a grávida”, acredita Dr Eduardo.
E quantas mulheres já não se odiaram ao ver em filmes, novelas e comerciais a gestação e o pós-parto como o ato mais sublime, lindo e colorido da vida feminina? No mundo do faz-de-conta, a mulher não sofre com bebês com cólicas, não tem depressão pós-parto, não sente a dor lancinante de um seio rachado. Naquele mundo, as mães são tranqüilas, lindas e sorridentes.
A fase não é fácil, é marcada, ainda, pelas inevitáveis cobranças familiares. As pessoas compartilham de uma forma tão intensa que se sentem grávidas junto com a futura mamãe e tentam ajudar de todas as formas.
Um problema que vem tomando uma proporção cada vez maior é a ansiedade dos pais. Hoje em dia, com poucos meses de gravidez já é possível saber o sexo da criança. “Isso é muitíssimo complicado porque, com 2 meses, quando já se sabe o sexo, tudo passa a decidir a vida da criança. Ali já se tem o Joãozinho ou a Mariazinha, eles têm identidade e, quando nos damos conta, o pai já decidiu que o menino será corintiano, e a mãe já quer matricular a menina no balé”, conta o Dr. Eduardo Motta.
Segundo o ginecologista, o primordial a ser feito é parar e pensar que a vida dos filhos não seguirão o planejamento traçado por seus pais, e que os pais não serão capazes de controlar tudo. É essencial entender qual a finalidade da gravidez.
Em algumas situações, chega-se ao absurdo de pessoas de fora do núcleo familiar quererem acompanhar a gestante às consultas e exames. O ideal é que o pai e a mãe compartilhem estes momentos e tirem suas dúvidas. Estas podem e devem surgir, mas devem ser esclarecidas a cada período da gestação.
Não é por mal, mas as grávidas sofrem... É de doer ouvir conselhos que não acabam mais. Mas como lidar com os palpites de avós, familiares, amigos e conhecidos? Com discernimento e gentileza. Muitas vezes responder com um sorriso é a melhor saída. As pessoas, movidas pelas melhores intenções, julgam-se no direito de dar opiniões e até de impor regras aos pais.
Há situações que há sabedoria nos conselhos, mas, em geral, tratam-se apenas de crendices. Assim, o melhor é a política da boa vizinhança, ouvindo o que é dito, mas sem necessariamente seguir o conselho. Só o do médico e dos profissionais por ele indicado.
Mas o que fazer se o marido estiver entre essas pessoas, principalmente por sentir que não é mais o foco de atenção da mulher? “Nesse caso, estamos diante de uma saia justa, mas o médico é o melhor remédio pois é o único que poderá contribuir sem ser parcial. É o médico que, neste momento da vida do casal, passa a ter mais liberdade com eles. Esta hora é ótima para que o marido comece a participar das consultas e sanar suas inseguranças”, aconselha o ginecologista.
Em resumo: o momento é seu. Tenha tranqüilidade, compartilhe suas angústias e, diante de um conselho, escute e agradeça. Na dúvida, converse com seu médico. Com seu médico, ouviu?!
Médico consultado:
Dr. Eduardo Motta é médico ginecologista dos Hospitais Albert Einstein, Sírio Libanês e Hospital das Clínicas Telefone: (11) 3168-5311 e (11) 3259-6093.
E-mail: doutor@eduardomotta.med.br
Bjs,
Marcia

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Desabafo de uma mãe... | 03/04/06
Caras, a Ana Alice nos enviou este texto lindo sobre a maternidade/gravidez. Queremos compartilhar com vocês por que, com certeza, todas as mães devem sentir o que ela sentiu e sente. Valeu, Ana. bjs, Roberta
Mãe é mãe desde que engravida até morrer. Parece drástico mas é verdade. Eu sei que pai também se preocupa, sente, ama mas é diferente. É dentro da nossa barriga, do nosso corpo que bate um novo ser vivo e tudo o que você faz, desde a gravidez, já influencia o seu bebê. Primeiro você vê o teste positivo e vai caindo a ficha. Aí você se pega descendo a escada como uma senhora de 80 anos, com todo o cuidado, pensando antes de comer e ver se é saudável ou não, você deixa de ser você somente e passa a ser você e o bebê. A gravidez muda a vida da gente em tudo, até na forma como você é tratada pelas pessoas. Carinhosamente pelos familiares, com olhares cuidadosos e simpáticos pelos desconhecidos, mas também com olhares reprovadores se sai da linha.
Eu já ouvi de uma vendedora um "sua médica não te disse que não pode usar salto alto?". Todo mundo quer passar a mão no seu bebê, ou seja, na sua barriga, mas isso é mero detalhe. É um monte de mudanças e eis que você se vê um dia, desesperada, de calcinha e soutien, na frente do espelho, gorda, sim, porque no início você parece somente uma gordinha, e nenhuma roupa cabe na nova forma. Aí você nota que mais mudanças estão chegando. Como trabalhar, sem roupas? Os sapatos de salto são perigosos, a sua bolsa pesada, de tanta tralha que você acostuma carregar precisa ficar mais leve, é muita mudança. E começam então os conselhos de pessoas mais experientes, mas às vezes meio desatualizadas, de mães da sua geração, com quem eu costumava conversar para pedir conselhos, e de curiosas. Os curiosos teóricos são os melhores. Falam tudo que leram nos livros, mas não sabem trocar uma fralda. Sabem todas as teorias freudianas sobre crianças, mas nunca tiveram uma barriga pesada para carregar, no verão então, nem se fala. O pior é que muitas vezes mãe de primeira viagem, e eu me incluo nelas, ouve mais do que deveria e guarda algumas "dicas" que não são exatamente próprias à realidade. Durante a gestação começa o papo cesária ou parto normal, amamentação, estrias, exercício durante a gravidez e tantos outros assuntos obrigatórios.
Bom, eu sou mãe de dois filhos e tenho lá as minhas experiências, todas as mães têm. Mas o principal aprendizado que eu tirei disso tudo é que você precisa respeitar o seu ritmo, seja de vida, seja do seu filho, seja do que melhor te atende. Eu queria muito parto normal, mas acho quem, nesse caso, vale a experiência da minha médica que diz que não se deve correr riscos desnecessários. Para que bater o pé que quer um parto normal se há riscos para o bebê ou para a mãe? Não tive nenhum dos meus partos normais, infelizmente... ou felizmente pois ambos nasceram saudáveis. O meu primeiro filho estava enrolado no cordão umbilical, a segunda não tinha dilatação. Aprendi disso tudo que não dá para ser radical e arriscar uma vida de felicidade por causa de um dia. Se é cesária, que seja. É mais difícil a recuperação, deixa a cicatriz, mas fazer o quê? No primeiro parto, fiquei toda triste ao ver a mãe do quarto do lado saindo com seu bebê no colo enquanto eu andava com dor e o meu bebê saía no colo da minha mãe por eu não ter como carregá-lo. Depois, você releva e segue em frente. O que tiver que ser será. E olha eu aí na segunda cesária. Começa então o papo amamentação. A gente vê as campanhas, os anúncios de dia das mães, lindos, mas ninguém mostra o peito rachado, a criança chorando sem querer pegar o peito. E depois que o neném nasce, começa a novela, você não sabe como fazer, o neném não quer mamar e a mãe novamente se sente culpada, já acha que não tem leite, que talvez tenha se alimentado mal, que é "seca", e todas as barbaridades possíveis. O bebê então finalmente começa a mamar depois de 2 ou 3 dias de sofrimento da mãe e começa o peito a rachar e ali está a mãe, firme e forte, resistindo até que tudo entra no ritmo.
O que mais aflige nesse início é que a gente não vê luz no fim do túnel, acha que não tem solução, às vezes se desespera e tudo acaba bem. E nessa hora, claro, todo mundo tem uma história de amamentação feliz para te contar. Eu me lembro do meu primeiro filho, eu desesperada, pois ele nunca estava satisfeito até que o médico receitou o tal "complemento". E cada vez que ele acabava de mamar ficava aquele suspense se ele ia querer mais e, quando o meu marido via ele inquieto e sugeria um complemento, rolavam lágrimas no meu olho e eu pensava “não sou suficiente, meu leite está secando, ele não vai mais mamar se pegar mamadeira” e mais um monte de besteiras. Bom, ele mamou até os 8 meses. Depois, na segunda, a minha bebê só mamou até os 2 meses depois de muito esforço. Lamentei e tudo, mas com certeza foi muito mais tranqüilo.
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