O que fazer com as crianças | 16/05/06
Em meio à loucura que tomou conta de São Paulo ontem, você já parou para pensar como estava a cabecinha do seu filho? É claro que ele notou a quebra na rotina, que a escolinha fechou as portas mais cedo ou mesmo a sua expressão preocupada.
A imprensa restringiu-se à cobertura - em boa parte, sensacionalista - dos atentados e do pânico que tomou conta da maior cidade da América Latina. Nenhum veículo preocupou-se em orientar a população. A colunista da Folha de S.Paulo e psicóloga Rosely Sayão
foi a primeira, se não a única, a tocar no assunto.
No artigo publicado hoje, Rosely recomenda conversar com a criança sobre o assunto, sem entrar em detalhes. “É preciso, também, dar a elas alguma garantia. Nada que seja irreal ou impossível, mas que sinalize que os adultos responsáveis por cuidar delas estão a postos e atentos”, explica a psicóloga.
Outras dicas são:
- Poupar as crianças pequenas do noticiário;
- Escutar o que elas têm a dizer;
- Utilizar uma linguagem que faça sentido para elas. Rosely sugere, como exemplo, explicar “que tem gente brigando na cidade e que isso é perigoso”.
Assinantes do UOL podem acessar o artigo na íntegra, clicando aqui endereço
Comentários
Parabéns, Rosely.
Enviado por: Daisy | May 16, 2006 07:10 PM
Muito oportuna e sutil a matéria! E o vídeo enteão?! Tudo de bom...
Enviado por: Buzugunga | May 17, 2006 01:17 PM
simplesmente sem palavras!!!!e emocionante... tenho certeza q nem um politico no BRASIL acharia graca nela!
Enviado por: tato | June 3, 2006 12:46 AM