Quando vi o post sobre este vídeo em outro blog, pensei de início que deveria ser mais um clipe baseado em fatos reais, com imagens bonitas, cenas em preto e branco para dar um tom dramático e uma bela trilha sonora para acompanhar. E de fato, todos esses elementos estavam no vídeo, e não teria nada de mais em relação aos vários outros vídeos que existem por aí, não fosse um detalhe, o alto grau de emoção contido nele.
Ele conta de forma resumida uma história de Jude e Dick Hoyt (Massachusetts, EUA) e toda sua dedicação à Rick Hoyt, o filho mais velho do casal, portador de paralisia cerebral. Dedicação, amor, amizade, carinho, superação e vitória são apenas alguns dos elementos dessa fantástica lição de vida que emociona qualquer um.
Para quem mora no Rio de Janeiro, o Espaço Mãenhês promove dois cursos: “Guia para Mamães de Primeira Viagem” e “Encontro para Pais Grávidos”. Em ambos, o objetivo é auxiliar os pais no relacionamento com a criança. No primeiro, as mães terão aulas para esclarecer dúvidas sobre gravidez, pós-parto e cuidados com o bebê. No segundo, com parceria com o Grupo Broto, abordará questões como cuidados com o recém-nascido, aspectos psicológicos da gestação e puerpério, amamentação e preparação emocional para receber o bebê. São cursos que valem a pena pois abordam tudo sobre o período novo que surge na vida da família quando um bebezinho chega.
Inscrições pelo tel: 21.3153-7531.
Local: Espaço Mãenhês – Shopping Downtown, Av. das Américas 500 - Bloco 20, Lojas 106/123, Barra da Tijuca, RJ.
Datas e horários: em aberto, aguardando as inscrições.
Atualmente, a síndrome de Down é tema de uma série de discussões, principalmente pela abordagem do assunto na novela Páginas da Vida, da TV Globo. Mas, afinal, o que é a síndrome e quais são os estímulos necessários para o desenvolvimento do bebê?
A síndrome de Down é uma alteração genética, que acontece durante a divisão celular do embrião. Com isso, ocorre a formação de um cromossomo extra chamado Trissomia 21. No organismo, isso provoca um excesso de 329 genes por célula. Não se detectou uma causa específica para a doença, mas uma das razões é a idade da mulher quando engravida. Aos 24 anos, a probabilidade de um filho Down é uma para 1.752 nascidos vivos. Já aos 42 anos, as chances aumentam mais de 50 vezes, com um caso para cada 33 bebês. A média mundial é de um bebê Down a cada 6 mil nascimentos.
Hoje, a imprensa mundial conheceu os bêbes gêmeos de cores diferentes. Layton e Kaydon Richardson são mestiços, filhos de mãe negra e pai branco. Os meninos nasceram em Middlesbrough, no Reino Unido. De acordo com especialistas, este caso é muito raro e a probabilidade de acontecer é de um em um milhão.
Os bebês costumam regurgitar pequenas quantidades de leite após mamar. Isso é normal e não traz nenhum desconforto para ele - é o chamado refluxo gastroesofágico fisiológico. No entanto, alguns recém-nascidos apresentam o refluxo gastroesofágico patológico, que é causado por uma falha no funcionamento de uma espécie de “válvula” que existe na entrada do estômago.
Normalmente, esta válvula se fecha após a passagem do alimento, impedindo sua volta para a boca através do esôfago. Nos bebês que sofrem de refluxo patológico, esse sistema não funciona corretamente e permanece aberto ou se abre com facilidade, mesmo com o estômago cheio, explica o pediatra Sidney Tommazi Garzi. “Essa válvula ainda é imatura nos bebês, e assim que ele se deita ou quando a pressão abdominal aumenta acontece o vômito. O sintoma provoca desconforto e irritação, pois o alimento que volta do estômago para o esôfago traz um conteúdo ácido, causando uma inflamação do esôfago”, complementa.
Juliana Granovsky percebeu que Paulo Henrique tinha refluxo quando ele se irritava após as mamadas e devolvia todo o leite que tinha acabado de ingerir. “Notei que tinha algo de errado, então procurei logo o pediatra dele, que receitou os remédios Motilium e Label durante 20 dias”, explica.
Juliana conta que após esse primeiro tratamento os sintomas sumiram. “Parei com a medicação, mas os sintomas voltaram. Procurei o médico, e ele explicou que isso pode acontecer, pois existem casos de crianças que apresentam esse problema até os 5 anos de idade”, esclarece.
Principais sintomas do Refluxo
Dificuldade para mamar e, em vez de ficar tranqüilo e saciado após as mamadas, o bebê chora intensamente; perde peso e em alguns casos apresenta sintomas respiratórios, como chiado, asma e tosse crônica. Para aliviar o desconforto de seu filho Paulo Henrique, Juliana o colocava para dormir praticamente sentado. “Em algumas vezes, eu tinha medo de ele se engasgar e a melhor maneira para isso não acontecer era inclinar o berço ou apoiar com um suporte”, conta ela.
Não confunda vômito e regurgitação
A regurgitação é o retorno à boca de pequena quantidade de leite, sem esforço. Já o vômito geralmente tem maior quantidade e vem acompanhado da náusea, dor ou contração muscular torácica. Se o bebê não mama no peito, existem leites industrializados específicos para quem tem refluxo, chamados de AR (Anti-Refluxo).
Depois que o bebê começa a ingerir outros alimentos, é preciso evitar as comidas muito gordurosas, cuja digestão é mais lenta e difícil, e também os que pioram a acidez como chocolate ou refrigerante, alerta Sidney. Mas lembre-se de que você não deve seguir todas essas recomendações sem antes consultar um pediatra!
Diariamente, somos bombardeados por diversos estudos, reportagens e artigos alertando sobre a importância da atividade física durante toda a vida. Porém, qual é o momento certo para inserirmos os exercícios na vida dos filhotes? Será que é saudável o estímulo precoce?
“A nossa vida é composta por movimentos e, quando mais cedo as crianças tiverem essa vivência, mais coordenada ela será na vida adulta”, diz o professor de educação física Marcelo Arruda. Até os três anos, a maneira mais eficiente de inserir atividades regulares é na água e com a presença dos pais, para dar segurança aos rebentos, e acompanhado por um professor. “Como os bebês viveram imersos em água durante os nove meses de gestação, esse é o melhor meio, já que não exige coordenação motora e nem equilíbrio”, diz Arruda.
Com as crianças acima de três anos, são indicadas as atividades lúdicas e com materiais coloridos e de diferentes texturas. “Esses exercícios devem estimular o reflexo e o equilíbrio das crianças”, diz Arruda. Sabendo disso, algumas academias, como a Runner, em São Paulo, criou o programa Runner Kids de atividades físicas e esportivas, para crianças entre três e dez anos de idade. As atividades oferecidas respeitam os estágios de desenvolvimento das crianças e buscam contribuir para a sua formação global, estimulando os aspectos motores, cognitivos e sócio-afetivos. Além disso, esse programa busca o desenvolvimento de hábitos saudáveis, combatendo o sedentarismo e a obesidade infantil.
“Apesar da importância das atividades físicas desde a primeira idade, vale ressaltar que é preciso respeitar as características de desenvolvimento de cada indivíduo”, conclui o professor Arruda.
Na quinta-feira passada, dia 19, saiu uma reportagem sobre este assunto no caderno Folha Equilíbro, da Folha de S. Paulo. Há muita polêmica em relação aos exercícios para bebês. Leia aqui a reportagem: http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/strong>
O brechó para bebês e crianças fará uma festinha de Dia das Crianças neste sábado, dia 21. A Repeteco tem duas áreas: peças usadas e peças de pronta-entrega. O preço é super em conta e pode salvar quem está curto de grana mas quer dar o melhor para os pequenos.
Na festa, haverá uma série de brincadeiras. As crianças poderão fazer tererê nos cabelos, brincar com escultura de balões e fazer tatuagem. As mães aproveitam e fazem as compras.
A Repeteco fica à Rua Ribeiro do Vale, 495 - Brooklin - 5531-1012.
No livro, a autora dá dicas para os pais sobre como educar seus filhos e torná-los autônomos e felizes. E no dia 25 de outubro, a partir das 19h, a autora lança seu livro na loja Petit Bebê, localizada na Av. Ibirapuera, 2425, Moema. O livro pode ser comprado também pelo Submarino.
Serviço
Evento: Lançamento do livro “Filhos Autônomos, Filhos Felizes”
Dia: 24/10/2006 (terça-feira)
Horário: a partir das 18h
Local: Saraiva Mega Store, Shopping Center Norte
Endereço: Travessa Casalbuono, 120 – V. Guilherme - São Paulo – SP
Até o dia 22 acontece no Marumby Expo Center a Feira da Pechincha Bebê e Criança. Durante a semana, o espaço está aberto das 14 às 22h. No sábado e domingo, o funcionamento é das 10 às 20h. Entrada franca.
A organização do evento, que acontece na Avenida Presidente Wenceslau Braz 1046, oferece transporte gratuito a partir de três pontos da cidade:
O A Família Cresceu sabe que haverá outras feiras em Brasília e São Paulo em novembro. Se você souber de alguma outra feira Brasil afora, compartilhe com a gente. Mande já a sua dica, clicando aqui.
Que atire a primeira chupeta a mãe que não se preocupa com a segurança do bebê quando eles começam a dar os seus primeiros passos. Principalmente dentro de casa, local em que acontecem a maioria dos acidentes.
No ritmo dos bebês, a Lillo criou o pára-porta, um dispositivo simples, mas essencial no dia-a-dia das famílias com crianças pequenas porque evita que a mão da criança seja atingida no bater de portas. O produto tem formato e densidade especialmente desenvolvidos para garantir sua eficácia e durabilidade.
Diferente das opções disponíveis no mercado atualmente, a novidade chega às prateleiras em embalagens com duas unidades, proporcionando melhor custo benefício aos consumidores.
O preço sugerido ao consumidor é de R$ 9,50, a embalagem com um par.
A ida dos filhos para a escola é um processo que gera muitas dúvidas e incertezas para os pais. Preocupações como a instituição mais adequada e a adaptação nesse novo ambiente são corriqueiras para a maioria das famílias.
Antigamente, as crianças iam para a escola com 5 ou 6 anos como forma de ambientação para o início da primeira série no ano seguinte. Hoje, muitas mães trabalham fora e mesmo as que ficam em casa se preocupam em oferecer aos filhos estímulos diferentes do ambiente familiar. Um dos aspectos positivos é o convívio em um novo ambiente e, longe dos familiares, acontece a socialização, pois há o aprendizado em dividir espaços, brinquedos e a atenção dos adultos.
A hora da escolha
O primeiro passo é escolher a instituição de acordo com as necessidades da criança e da família. É importante observar o porte da escola – se é pequena, média ou grande -, o número de alunos por sala e a filosofia adotada pela direção. Recomenda-se uma visita ao local antes da matrícula para conhecer o espaço e conversar com os educadores. “Conversamos com a mãe durante a visita para conhecer previamente os hábitos e a rotina da criança em casa”, explica Patricia Alessandra Alves, psicóloga e diretora da Escola de Educação Infantil Patway.
Enfim, chegou o tão esperado dia. A família tem papel fundamental para deixar a criança tranqüila e confiante nos primeiros dias de aula. Uma boa conversa ajuda a expor medos e anseios dos pequenos nesse momento. Os pais podem relembrar seus primeiros dias de aula, o que transmitirá segurança para a criança.
Ambientação
No programa de adaptação da Patway, os pais podem acompanhar os filhos durante uma semana. No primeiro dia, o novo aluno escolhe o espaço que mais gostar da escola e, com uma auxiliar, passa uma hora brincando. “Com isso, a criança tem vontade de voltar, pois gostou da atividade”, diz Patricia. A socialização com os outros estudantes depende do ritmo de cada criança. “Geralmente, no terceiro dia, já há a preparação necessária para conhecer o professor e os colegas de sala e, na semana seguinte, para ir sozinha à escola”, fala a psicóloga.
A mamãe Eliane Costa conta como foi sua experiência: “No primeiro dia de aula deixei a Mariana na escola e fui
para casa. A professora me ligou e pediu para que voltasse, pois ela chorava muito. Passei uma semana observando-a de fora da sala e mesmo assim ela não se adaptou. Numa conversa, com a presença da professora, expliquei para a Mariana que aquilo era o melhor para ela e que eu precisava ir para casa. Porém, deixei claro que mais tarde voltaria para buscá-la e saber tudo sobre seu dia. Demorou um pouco, mas funcionou”, explica Eliane.
No fim do dia, quando seu filho retornar, abrace-o e pergunte o que achou da professora e dos colegas. Com isso, você consegue identificar qual foi a impressão da criança e, ao mesmo tempo, mostra que participará desse processo com ela.
O banho do bebê é sempre um momento de diversão. Ele pode até se incomodar um pouco no começo, mas com o tempo vai adorar brincar na água. Neste post, estão algumas dicas para o banho ser um momento descomplicado.
Nem todos os bebês nascem cabeludos, mas, se o seu filho tiver muito cabelo, lave-os sempre que necessário com um xampu infantil neutro para não irritar os olhos e o couro cabeludo, que ainda são muito sensíveis, explica o pediatra, Luiz Carlos da Silva Coelho.
A pele do bebê é mais fininha que a do adulto. Portanto, a temperatura da água que lhe parece boa estará muito quente para o pimpolho. É importante checar sempre se ela está morna. O bebê pode se divertir muito durante o banho e, para distraí-lo, uma boa opção são os brinquedos que flutuam na água.
Depois que a criança estiver acostumada com a temperatura da água, comece a higienização. Para o Dr. Luiz Carlos, os produtos neutros e de glicerina são os mais adequados para os recém-nascidos. “Eu sempre aconselho as mães a evitarem uma futura alergia, pois as fórmulas artificiais podem ressecar a pele do bebê, que ainda não está preparada para receber composições fortes”, explica o médico.
Alerta
Segundo o pediatra, as mães que adoram usar óleos pós-banho devem tomar cuidado. “Esses produtos são fortes e, em alguns casos, chegam a descamar o couro da cabeça do bebê, formando casquinhas que podem se transformar em alergias complicadas. Caso isso aconteça, procure um especialista”, conclui Luiz Carlos.
Dica
Uma boa dica para o Dia das Crianças, é o kit especial da linha Joanita Kids, com bolsinhas plásticas, bem moderninhas e práticas para carregar objetos pessoais. Os produtos estão disponíveis em todo o País.
Bjos,
Eli
Pediatra: Dr. Luiz Carlos da Silva Coelho
Clínica Pediátrica
Rua dos Bandeirantes, 353 – Araçatuba/ SP Contato: lcscoelho@yahoo.com.br
Para mamães de primeira viagem, a hora do banho – o primeiro – pode ser cercada de apreensão. Se a mamãe for desajeitada então, pode até ter uma tensão. Mas a indústria de produtos para bebês e mamães tentou resolver este probleminha com uma invenção: o apoio de banheira. Trata-se de um leve bebê-conforto, feito de material que pode molhar, que serve de apoio para o corpinho do bebê. Assim, a mamãe pode dar um banho gostoso sem perigo de escorregar. O da Chicco é feito com um material furadinho que permite a água passar. Na Toymania, acha-se modelos de plástico.
Na semana passada, falamos aqui no blog sobre o consumo de diet e light pelas crianças. E para as futuras mamães, quais são os cuidados com estes tipos de alimentos durante a gravidez?
Segundo a nutricionista Renata Fernandes, não há nenhum estudo científico comprovando que a ingestão de produtos diet ou light faça mal à saúde da mamãe e do bebê. “Durante a gestação e amamentação, a mulher precisa aumentar o consumo de calorias. Por isso, não costumo recomendar esse tipo de alimento, geralmente associado ao emagrecimento”, explica.
O ideal é uma dieta equilibrada com frutas, legumes e vitaminas específicas para fortalecer o feto. E tudo isso com o acompanhamento e orientação de um especialista. Somente quando o bebê completar seis meses – o período mínimo de amamentação – a mãe pode iniciar uma dieta de emagrecimento.
Adoçantes
O produto é produzido a partir de edulcorantes, uma substância com sabor muito mais doce que o açúcar de cana, e produzido natural ou artificialmente. A quantidade de ingestão diária do produto é muito alta e, por isso, não há nenhuma contra-indicação no consumo durante a gravidez. Inclusive, seu uso moderado foi liberado pela Associação Americana de Dietética, ADA, para as gestantes com diabetes. Segundo o órgão administrador de alimentação dos Estados Unidos, a FDA, os adoçantes à base de sucralose estão liberados, pois não são absorvidos pelo intestino.
Tudo depende do bom senso e também do metabolismo de cada pessoa. “Caso a mulher não esteja adaptada ao produto, seu consumo não é recomendado, principalmente pela sensibilidade durante a gravidez”, finaliza Renata.
Dando continuidade à sessão pipoca, vejam que bebê fofo neste videozinho encontrado no Youtube. É uma doce comprovação: criança se diverte com qualquer coisa.
Este vídeo foi encontrado pela Babi em suas navegações pelo mundo virtual. Valeu, Babi.
Até os seis meses de vida todos os bebês precisam, após as mamadas, liberar o ar que engoliram ao se alimentar - o popular arroto. Esse ato é necessário, pois, até esta idade, o sistema digestivo dos pimpolhos ainda é imaturo, e as crianças não conseguem adequar harmoniosamente a respiração, a freqüência cardíaca e a deglutição.
“Após alimentados, os bebês geralmente dormem. Ao se deitar, o ar, que é mais leve do que o leite, sobe. Este ar pode vir acompanhado de um regurgito, aquele leite mal cheiroso e, embora não cause mal-estar na criança, precisa de toda atenção”, diz o pediatra Alberto Wajnsztejn. Isso porque a criança pode aspirar esse alimento e se asfixiar. Dessa forma, é necessário que o ar saia antes da criança ir para o berço.
Apesar dos cuidados das mamães, é bom alertar que não é em 100% das vezes que os filhotes conseguem arrotar. “As crianças mais calmas e que mamam mais devagar, não engolem ar e, dessa forma, não tem o que arrotar”, lembra Dr. Alberto. Outro conselho do pediatra é pôr os filhos para dormirem de lado de forma alternada. Nunca de barriga para baixo ou para cima.
Não tem jeito, você mesmo terá que cortar e lixar as unhas do seu bebê. E pode acreditar, elas crescem tão rápido, que você vai fazer isso toda semana. Mas, com alguns truques, fica fácil.
Como já nascemos com a unha comprida, o primeiro corte normalmente é feito na maternidade. Mas, em casa, não tem como escapar.
A mamãe Juliana Granovsky passou por essa experiência logo nos primeiros dias de vida de Paulo Henrique. “Na maternidade, a enfermeira me entregou uma lixa pequena e explicou que era melhor lixar a unha dele nas primeiras semanas, porque ainda estava muito fininha. Mas, em casa, o melhor mesmo é cortar, só uso lixa quando fica alguma pontinha”, conta Juliana.
Segundo o pediatra, Sidney Tommasi Garzi, normalmente as unhas das mãos dos bebês crescem mais rápido que a dos pés e o indicado é apará-las uma vez por semana. “Recomendo para as mães mais medrosas lixar as unhas do bebê no começo. Após 30 dias, é mais apropriado cortar, sempre explico para elas segurarem bem firme a mãozinha do filho e aparar a unha reta, assim não terá problema de encravar” complementa.
Calma, é normal o bebê chorar muito e não deixar você cortar as unhas. Então, aproveite aquele soninho dele para “atacar”. Juliana usa sempre essa estratégia na hora de cortar as unhas de Paulo Henrique. “Eu fico atenta, quando a unha começa a crescer, espero ele dormir e, com a tesourinha própria para bebê, corto rapidinho, sem ele sequer perceber ou sentir dor”, explica.
A unha dos recém-nascidos é bem macia e não há dificuldade para aparar, só é necessário ter um cortador infantil ou uma tesourinha, o que você preferir. Não espere as unhas ficarem muito compridas, porque elas podem arranhar o corpo e rosto do bebê e até machucar os olhos.