Se você está na faixa dos 30 anos, certamente se lembra da dupla Jairzinho e Simony. O filho de Jair Rodrigues, agora em carreira solo, lançou no ano passado um projeto muito bacana para as crianças: Grandes Pequeninos. Trata-se de um livro-CD inspirado no nascimento de Isabela, sua filha com Tania Khalill, com participação de
Luciana Mello, Max de Castro, Seu Jorge, Simoninha, entre outros. As canções narram as situações do dia-a-dia dos bebês, como a hora do banho, de dormir, mamar. Eu, particularmente, adorei a música sobre a alegria de passear com o papai. No site Grandes Pequeninos, há espaço para subir fotos, jogar e colorir. Uma graça!
Em São Paulo (capital, Campinas, Santos e Santo André), Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre e Salvador, as mamães e papais com filhos de até 18 meses podem assistir tranquilamente a sessões de cinema, sem que o vizinho reclame do choro do seu bebezinho. Trata-se do projeto CineMaterna, que surgiu no ano passado em um grupo de discussão pela internet, no qual uma mãe cinéfila teve a excelente iniciativa de organizar 10 mulheres com seus bebês para “invadirem” um cinema para a primeira sessão. O programa foi um sucesso e, alguns meses depois, as redes de cinemas lançaram a primeira sessão oficial.
A programação semanal do CineMaterna é escolhida pelo público e disponibilizada no site do projeto, o que garante filmes atuais e de bom gosto. Para o bebê, o conforto fica garantido devido ao som reduzido, trocadores na sala e iluminação leve. Os filmes desta semana são Lua Nova e Julie & Julia.
Mais uma vez, após longo inverno, volto a escrever aqui. Meu último post foi escrito um dia antes do nascimento de meu segundo filho. Desde então a vida andava bastante ocupada e precisava de um rearrumação do tempo. Agora, depois que duas pessoas me pediram para voltar a escrever e prometeram colaborar, aqui estou a escrever estas linhas. Além destas duas pessoas, ao meu lado no trabalho senta-se uma futura mamãe que, com certeza, também colaborará com as novidades surgidas e, um pouco mais longe, no Rio, minha cunhada espera um menino que nascerá no meio do ano. Muitas crianças nascidas, a nascer em breve, outras não tão breve, e outras ainda que um dia nascerão.
No último ano, tenho aprendido bastante com meus dois filhos. Além de coisas do dia a dia de um bebê e um menino, o aprendizado maior tem sido organizar o tempo. Não basta organizá-lo entre trabalho, casa, marido e filhos. Quando se tem dois ou mais filhos, não dá para categorizar como filhos. No meu caso que são dois, preciso me dividir em mais dois pedacinhos. Um para o mais velho e outro para o mais novo. As necessidades, as atividades, são diferentes. Cada um quer um tempinho para ele e, confesso, eu quero também um tempão com cada um.
O fato legal é que, com estes fofinhos em casa, o dia fica mais colorido e todo o estresse do trabalho, da vida corrida, fica lá fora, do outro lado da porta de casa. Graças somente aos sorrisos destes dois menininhos.
bjs,
Beta
PS: Andrea Viegas, parabéns por sua linda Carolina que nasceu hoje no Rio. Aliás no dia do aniversário de minha sobrinha. Parabéns, Lulu.
A Cia das Letras está com uma coleção para reunir pais e filhos. São As Aventuras de Tintim, o personagem belga que, há quase 80 anos, diverte a todos. Os mais recentes lançamentos são Tintim no Tibete e Perdidos no Mar. Ainda não estão sendo vendidos no Submarino. Mas os outros 24 títulos da coleção estão. Dêem uma checada no site. O preço médio é 34,50 reais.
A Mari que trabalha comigo escreveu um texto sobre adoção bem bonitinho e diferente. Em momento em que a questão da adoção está em pauta - no projeto de lei, por exemplo, da licença maternidade de seis meses, a Senadora Patricia Gomes incluiu as mães adotivas -, Mari sugere que, na vida, acabamos adotando as pessoas - ou seja, escolhemos quem participará de nosso dia a dia nesta jornada terrestre. bjs, Roberta (a foto deste post é de sxc.hu).
Todo mundo na minha família é adotado. Eu fui adotada logo que nasci, cheguei numa casa de jornalista com professora, comunicação pura e deve ser por isso que eu falo e escrevo tanto. Alguns anos depois a família adotou o Aleks, um negão lindo e tão companheiro que deve ter uns dez sobrenomes, tamanha a família que ele construiu com a gente. Desde sempre me lembro dele na minha vida, até mais que de mim mesma. Junto com ele adotamos três irmãos diferentes uns dos outros, mas que são tão adotados quanto outros familiares meus. João, Gabriel e Bruno. Tão em família que o Bruno namora hoje com a Paula, minha prima maior companheira de infância que foi adotada por inerência, de tanto que a gente convivia. Hoje não vive tão por perto, mais a adoto toda vez que nos encontramos, como numa tarde que ela veio aqui em casa gastar tempo comigo e com minha filha, esta que adotei há quase sete anos.
Todos da minha geração, ou seja, trinta e poucos anos, lembram-se do Garibaldo e consequentemente do programa Vila Sésamo. Pois então, eles voltaram. A TV Cultura colocou no ar nesta semana a versão novo milênio da ave e seus amiguiunhos. No Brasil, ela ganha ainda novo personagem, a Bel, que é uma monstrinha cor-de-rosa.
Para matar as saudades da infância, coloque lá. Para dar estas recordações aos seus pequenos, com certeza veja o programa com ele.
Serviço:
TV Cultura
Segunda a Sexta - 8h30 e 14h
Sábados - 14h
Hoje, o Senado aprovou o Programa Empresa Cidadã que prolonga a licença maternidade de 4 para 6 meses. O programa beneficiará trabalhadoras de empresas privadas que optarem pela licença prolongada. E a empresa também tem liberdade de aceitar ou não, sendo que os dois meses a mais serão pagos pelo próprio empregador, evitando onerar ainda mais o INSS.
Em países da Europa, a licença pode chegar a 2 anos. O argumento para esta mudança é de que mãe e filho devem ter uma convivência maior principalmente no primeiro ano de vida, quando ele é amamentado no seio materno.
Ler para criança é um ótimo exercício para os filhos e os pais. Além de colocar os pequenos em contato com as letras, os adultos se reciclam e têm uma desculpa para ler alguma coisa neste mundo de corre-corre em que vivemos. A Cia das Letrinhas lançou neste mês dois exemplares fáceis e agradáveis: Por que Heloísa?, de Cristiana Soares, e Esconderijo, de Heloisa Prieto. Já a Cia das Letras, para adolescentes, colocou nas prateleiras As aulas do professor Bocão, de Michael Cox. Vale uma leitura no colinho do papai ou da mamãe.
Serviço:
Por que Heloísa?, de Cristiana Soares - R$ 27,50
Esconderijo, de Heloísa Prieto - R$ 23,50
As aulas do Professor Bocão - R$ 19,50
Para algumas mães, a chegada de julho significa dor de cabeça. Com as escolas em recesso, o que fazer com o tempo livre das crianças?
Se você não pode deixar a cidade, invista em cursos. Vários estabelecimentos, escolas e entidades montam uma programação especial nessa época.
O Studio do Sabor, por exemplo, aulas de culinária para crianças de 7 a 11 anos. Eles aprenderão a preparar pãezinhos recheados, bife à milanesa, baked potatoes, empadinhas, brigadeiro, tomates recheados, hambúrguer, mini pizza, tortinha de morango e bolachinhas amanteigadas. Cada aula da chef Monica Sky tem duração de três horas. O Atelier Escola de Cozinha Madame Aubergine também é uma opção para quem quiser transformar os filhos em chefs.
Entre os dias 16 e 19, a chef Cristine Maccarone, abordará a importância de uma alimentação saudável. Com apoio da educadora e professora Cibele “Ciba” Faria, as crianças, de 05 a 08 anos, terão contato com o mundo da cozinha e da culinária através de histórias e brincadeiras em torno do fogão. No cardápio, comidinhas quentes para o inverno, biscoitos e chocolate quente. Os pré-adolescentes, de 09 a 12 anos, não foram esquecidos. Eles conhecerão receitas e dicas de culinária bem práticas. É o fim do fast-food!
Elas não são a Super Nanny, mas também oferecem orientações para vencer a guerra contra a desobediência infantil. Deborah Carroll e Stella Reid são duas especialistas em educação e estrelas do S.O.S. Babá, programa da Discovery Home & Health.
Seus conselhos, dizem que infalíveis, foram compilados pela Prestígio Editorial. “Se desejarem conselhos agradáveis, delicados e carinhosos, este não é livro para vocês. Se quiser respostas que realmente funcionem, então estamos aqui para ajudar”, prometem as especialistas.
Sumário - Deborah e Stella defendem que a solução para a indisciplina deve passar por uma comunicação eficiente e pelo estabelecimento das “regras da família”. Os dois primeiros capítulos do livro tratam justamente desses assuntos. O terceiro é um guia de emergências para os pais, com dicas sobre problemas específicos como xingamentos, má alimentação, hábitos estranhos, escolher o que vestir e manhas. O capítulo finaliza com algumas orientações sobre assuntos difíceis de lidar como adoção, amigos destrutivos, mães e pais solteiros e rivalidade entre irmãos.
A dupla ensina técnicas eficazes para dizer aos filhos o que fazer sem recorrer à palavra “não”, que deve ser reservada para situações que representem perigo eminente, como enfiar o dedo na tomada. Outra orientação importante que passa pela comunicação consiste em não rotular as crianças, pois elas levam a sério rótulos como “terrível”, e farão tudo para se encaixarem no perfil. Finalmente, em “regras da família”, os pais entenderão que impor limites nada tem a ver com falta de amor. Pelo contrário, uma educação adequada é o maior amor que se pode dar aos filhos.
Ficha Técnica
Livro: S.O.S. Babá
Autoras: Deborah Carroll e Stella Reid com Karen Moline
Tradução: Iva Sofia Gonçalves Lima
Nº Pág.: 284
Serviço de Atendimento ao Leitor: (21) 3882-8416
Preço no Submarino: R$ 31,90
Começa amanhã a FIT - Feira Internacional do Setor Infantil•Juvenil/Teen•Bebê, no Expo Center Norte. É a feira mais esperada pelas mamães e a maior do país. Neste ano, haverá cerca de 180 expositores que oferecerão desde roupas até carrinhos para bebês. Vale a pena conferir. Mas dicas: as grávidas devem levar uma garrafinha d´água e tentar ser objetivas (se possível) para não cansar. Ah, leve um acompanhante - em especial o marido - para carregar as sacolas.
Serviço:
27ª FIT - Feira Internacional do Setor Infantil-Juvenil-Teen-Bebê
Local: Expo Center Norte
Data: de 26 a 29 de junho de 2007
Horário: dias 26, 27 e 28 - das 10h00 às 19h00
dia 29 - das 10h00 às 17h00
bjs,
Roberta
Amanhã o Instituto Movere de Ações Comunitárias, ONG criada em 2004 para combater a obesidade infanto-juvenil, promove pela a Caminhada pela Qualidade de Vida. O evento, além de ter como meta chamar a atenção do público para a importância de combater a obesidade e o sedentarismo, celebra o primeiro aniversário da Lei da Obesidade.
A Caminha pela Qualidade de Vida começa às 11h no Horto Florestal, zona norte da capital paulista. O espaço é ideal para esse tipo de atividade. Fundado em 1896, o Horto possui 174 hectares de Mata Atlântica, dos quais 35 estão à disposição do público. “A escolha pela caminhada se deu pelo fato de ser a mais recomendada e simples maneira de exercitar o corpo”, explica a presidente do Instituto Movere e autora do livro Prevenção da Obesidade na Infância e Adolescência – Exercício Nutrição e Psicologia, Vera Lucia Perino Barbosa. “Obesidade e sedentarismo são problemas graves que vêm afetando, em todo o mundo, a saúde de pessoas das mais variadas idades”, completa.
Para saber mais sobre obesidade, acesse aqui e aqui os posts feitos sobre o tema.
Para conhecer o Horto Florestal, acesse o Guia de Santana.
Serviço:
Caminhada pela Qualidade de Vida (projeto do Instituto Movere de Ações Comunitárias)
Local: Horto Florestal (rua do Horto, 931, Horto Florestal)
Prática: caminhada e evento de saúde
Data: 23 de junho
Horário para o público infanto-juvenil: 11h
Uma pesquisa realizada por cientistas canadenses revela que adiar alguns minutos o corte do cordão umbilical de recém-nascidos traz benefícios à saúde dos bebês. Os testes foram realizados com 1.912 bebês, dos quais 1.001 tiveram o cordão rompido pelo menos dois minutos após o parto. Na amostra restante, o rompimento foi imediato.
Segundo a Dra. Eileen Hutton, da Universidade de Hamilton, as crianças que tiveram o rompimento adiado demonstraram menos tendência a desenvolver anemia na idade entre dois e seis meses. O procedimento também confirmou uma melhora no nível de ferro no sangue das crianças e uma diminuição dos riscos de icterícia, uma condição comum em recém-nascidos, que se expressa na cor amarela da pele e do branco dos olhos.
A especialista explica que esperar alguns minutos para cortar o cordão umbilical permite que um maior volume de sangue circule da mãe para o filho. Este procedimento pode beneficiar os países mais pobres, onde a anemia e a falta de células sangüíneas que fornecem oxigênio para os tecidos é um problema entre os recém-nascidos.
O médico pediatra Dr. Leonardo Posternak é presidente do Instituto da Família, uma ONG que tem como objetivo tornar-se um Centro de Atendimento à criança e suas famílias e de Formação e Pesquisa permanente para os profissionais da saúde ligados ao desenvolvimento infantil, com ênfase no impacto que as relações parentais têm na manutenção da saúde ou na facilitação do aparecimento da doença.
Para compartilhar seu conhecimento, o Doutor Leonardo lançou o blog Da Família. Vale a pena conferir.
Criança adora mágica. E adulto também. Uma dica bacana de um passeio diferente para agradar toda a família, e ainda por cima grátis, é o show A Geladeira Mágica que o mágico Thomy apresenta amanhã.
Na hora do almoço, no centro da Cidade, das 11 às 15 horas, as apresentações acontecem na Praça Antonio Prado, pertinho da Bovespa. Para quem quiser um passeio de fim de tarde, a opção é o Parque Trianon. Thomy e sua geladeira estarão na frente do parque, a partir das 17 horas.
O poder de enfeitiçar a platéia - Street Magic, ou Mágica de Rua, popularizada pelo ilusionista David Blaine, na década de 90, é conhecida pelos números de levitação e truques mágicos com pequenos objetos. No Brasil, a Street Magic é pouco difundida profissionalmente. Seu diferencial é que os truques são feitos na rua, ao alcance dos olhos dos espectadores.
Fugindo do tradicional, Thomy vai além das cartas de baralho, dos lencinhos e das cartolas, apresentando-se com um refrigerador no meio da rua. Os números inéditos criados pelo ilusionista com a sua geladeira mágica podem ser conferidos no site http://www.geladeiramagica.com.br.
ANOTE
Sexta-feira – 15/06
PRAÇA ANTONIO PRADO, próximo à Bovespa, das 11 às 15 horas.
Endereço: próximo à Rua 15 de Novembro com Rua João Brícola
PARQUE TRIANON, das 17 às 19 horas.
Endereço: Rua Peixoto Gomide, 949, Cerqueira César – na calçada em frente ao parque
Ontem, entrei no blog Ócio 2007 e descobri que o Office 2007 oferece um monte de brincadeiras de cortar/colorir para crianças. Sabe aquelas bonequinhas de nossa infância que recortarmos e coloríamos. Tem. Sabe dinossauros que os meninos amam? Tem. Enfim, tem uma lista grande de atividades infantis para aqueles dias chuvosos que nada faz os pequenos se acalmarem. Basta entrar no Office e, pronto, tranquilidade garantida.
As doações são encaminhadas às entidades assistenciais cadastradas, hospitais, albergues e municípios, atingindo todo o Estado de São Paulo, sempre com a preocupação de que a Campanha atenda os mais necessitados.
Conheça aqui os locais de doação. Para se tornar um parceiro, preencha o seguinte cadastro. Para outras informações ligue (0xx11) 3874-6738 ou pelo fax (0xx11) 3874-6999.
AACC - De 26 a 29 de maio, acontece no Transamérica Expo Center, a 12ª Toys Parties & Christmas Fair. Um dos expositores será a Associação de Apoio à Criança com Câncer (AACC), irá expor camisetas, velas personalizadas, toalhas, chinelos, moletons, adesivos, chaveiros, entre outros artigos. O dinheiro arrecadado com as vendas na feira será inteiramente destinado aos projetos da AACC, que fornece assistência gratuita a crianças e adolescentes com câncer, com idade de zero a 20 anos.
O Transamérica Expo Center fica na Avenida Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 - Santo Amaro.
Acesso pela Av. das Nações Unidas (Marginal Pinheiros), 18.591 - Ponte Transamerica (veja o mapa).
Estamos acompanhando pela imprensa a comoção dos britânicos na busca pela menina Madeleine Beth McCann, de 4 anos, desaparecida no dia 3 de maio na Praia da Luz, em Algarve, Portugal. Astros do futebol como David Beckham e Cristiano Ronaldo e a escritora J.K. Rowling oferecem recompensas milionárias para quem der alguma pista sobre o paradeiro da menina. A comoção está, inclusive, sendo comparada à causada pela morte da Princesa Diana em 1997.
Madeleine dormia, junto com seus dois irmãos menores Shawn e Amelie, ainda bebês, num quarto do Ocean Club – um complexo de apartamentos de férias, enquanto seus pais – ambos médicos - jantavam em um restaurante do próprio complexo, a menos de cem metros do local. De acordo com o jornal português Diário de Notícias, o Ocean Club, apesar de ter segurança privada, é muito vulnerável a assaltos. O apartamento onde a família McCann estava hospedada era térreo, com duas portas de entrada, dando cada uma delas para uma rua diferente. Além disso, atrás deste complexo há um emaranhado de ruelas estreitas que dão acesso a outros apartamentos e a áreas de estacionamento. Ainda segundo o jornal, qualquer pessoa mal intencionada levantaria as persianas, entraria dentro do quarto e levaria a menina praticamente sem ser visto.
A angústia de não saber onde Madeleine está deixou um pouco de lado os questionamentos sobre a possível irresponsabilidade dos pais ao deixarem os três filhos pequenos dormindo sozinhos. “De meia em meia hora íamos olhar as crianças. E foi numa dessas visitas que demos falta de Maddie”, disseram Gerry e Kate McCann à imprensa portuguesa. O colunista Simon Hoggart do jornal inglês The Guardian defendeu os pais de Maddie, afirmando que “todos os pais, com exceção dos mais neuróticos, às vezes deixam os filhos sozinhos”. Será?
Na Catalunha, as pessoas comemoram o dia do seu protetor, St. Jordi, em 23 de abril, com livros e rosas. As ruas são tomadas por livreiros e floristas. Nas livrarias, autores consagrados recebem seus fãs e autografam livros por horas e horas. Um pouco dessa tradição, uma das mais belas que já vi, será recriada pelo Colégio Miguel de Cervantes.
Neste sábado, 19, a escola de tradição hispânica de SP promove a XXIV Edição da Feira do Livro, com presença de autores renomados como Walcyr Carrasco, Ana Maria Machado e Pedro Bandeira.
Esta mini-bienal reúne mais de 30 editoras e uma série de atrações para toda a família. Gabriel, o Pensador, por exemplo, bate um papo com as crianças sobre a obra “Um Garoto chamado Rorbeto”. Ilan Brenman, escritor e grande contador de histórias, narrará “Como nasceram as estrelas”, livro infantil de Clarice Lispector, uma das homenageadas da feira. O ilustrador Fernando Vilela ensinará a técnica de lustração com carimbos de borracha. “Lampião e Lancelote” é o nome da peça teatral musical apresentada pelos alunos do Cervantes baseados na obra homônima de Fernando Vilela.
Cem Anos de Solidão – Publicado há 40 anos, o livro de Gabriel García Márquez ganha edição comemorativa, organizada pela Real Academia Espanhola em parceria com a Associação de Academias de Língua Espanhola. A obra, que foi traduzida para mais de quarenta idiomas, será também tema de uma mesa-redonda formada por especialistas em lingüística espanhola e latino-americana.
Serviço:
XXIII Feira do Livro do Colégio Miguel de Cervantes
Data: 18 e 19 de maio de 2007
Horário:
Sexta-feira - 10h às 15h
Sábado - 9h às 17h
Entrada: Franca
Endereço: Colégio Miguel de Cervantes - Av: Jorge João Saad, 905 – Morumbi – São Paulo
www.cmc.com.br
O cardápio cultural da cidade nunca esteve tão agitado. Quem gosta de balada pode curtir o Skol Beats, que acontece nesta sexta e sábado, próximo ao Sambódromo. Para quem não gosta de tanto barulho ou prefere fazer uma programa com a família, a opção é a Virada Cultural, que movimentará a cidade por 24 horas.
A equipe do A Família Cresceu montou uma agenda para pais e crianças curtirem o domingo cultural da capital paulista. Confira:
9h30 – O Ursinho que não queria dormir – peça da Cia Desencontrários, que acontece em um palco montado na Praça da República, fala de um ursinho que foge da caverna dos pais.
14h – O Soldadinho de Chumbo – Com música ao vivo, o Centro Educacional Unificado (CEU) do Campo Limpo (Av. Carlos Lacerda, n° 678) revisita o clássico infantil.
13 às 18h – Oficinas de artes e sessão de cinema para público infanto-juvenil no Museu da Imagem e do Som, na Avenida Europa, 158.
17h – Circorreria – Espetáculo de circo com Acrobático Fratelli, também na Praça da República.
Fora de São Paulo – Quem não mora na capital, mas quer promover uma virada cultural na sua cidade, pode aproveitar o fim de semana para conhecer o museu da sua cidade ou ainda para levar a criançada ao cinema.
O núcleo Barracão Cultural está com peça em cartaz que parodia Romeu e Julieta. Em "Um destino para Julieta e Romeu", Gordinhos e Magrelas tomam lugar dos Montéquios e Capuletos. Vale conferir até o dia 20 de maio.
Serviço:
Um destino para Julieta e Romeu
SESC Santana
Av. Luiz Dumont Villares, 579
Tel: 11 6971-8700
Preço:R$ 8,00, R$6,00 (usuário) R$4,00 (+ 60 anos/estudante/aposentados) e R$2,00 (comerciário)
Até 20/5, aos domingos, às 16h.
bjs,
Roberta
Você já ouviu falar em terapia energética? Não? Mas aposto que já escutou algum caso de mãe que previu o perigo que o filho corria ou que sofreu com as dores e desesperos da sua criança, não é mesmo?
A forte ligação entre mãe e filho não é novidade para ninguém. O afeto não é cortado com o cordão umbilical. Pelo contrário, só se estreita ao longo da vida. Segundo a terapeuta energética Mabel Moraes, essa ligação é mais forte do que podemos imaginar. “A mãe pode mudar a vida do filho por meio da energia”.
Conheço crianças que tem medo de escuro, de fantasma e até do Papai Noel. Meu melhor amigo sempre teve medo de cachorro, acredite se quiser. O motivo não podia ser outro: ele foi mordido ainda garotinho por um cãozinho enfezado.
O que pouca gente sabe é que a sensação de medo aparece bem cedo: a partir dos sete meses de idade. Nessa fase, os bebês expressam os primeiros sinais por meio de sustos. “Todos nós temos sentimentos de medo, inclusive é uma das emoções de base do ser humano. Como sentimento, é inato, mas, como comportamento, é aprendido. E é aqui que entra o papel dos pais”, afirma a psicóloga Juliana Morillo, formada pela Universidade Mackenzie e pós-graduada em terapia de casais e família pela PUC-SP.
Esse é um dos feriados que traz mais alegria para os pequenos. É uma festa com os ovos de chocolate e muita brincadeira e bagunça. Mas você conhece a origem dessa comemoração?
Cada um dos povos tem a sua própria tradição, mas a celebração nessa data começou há muitos séculos. Entre os hebreus, a palavra Páscoa (Pesach), significa passagem. O festejo era exatamente o da passagem do inverno para a primavera, no mês de março. O fato era comemorado pela dificuldade na produção dos alimentos no rigoroso inverno.
Já entre os judeus, a data marca o êxodo do povo no Egito, onde foram aprisionados pelos faraós. Outra relação é com a passagem pelo Mar Vermelho, liderada por Moisés. Para os cristãos, a Páscoa significa a ressurreição de Jesus Cristo. A semana anterior à comemoração é considerada santa, com início no Domingo de Ramos, marcando a entrada de Jesus na cidade de Jerusalém.
Coelho e Ovos
O animal virou sinônimo da data, pois representa a fertilidade com sua reprodução rápida e em grande quantidade. Para os povos mais antigos, essa característica era sinônimo de preservação da espécie e melhores condições de vida, numa época onde o índice de mortalidade era muito alto. Os ovos, sejam eles de chocolate, enfeitados ou com jóias, relacionam-se com a esperança de uma vida nova.
Dicas para o feriado
Veja sugestões de passeios que farão a alegria da criançada. Confira!
Páscoa Ambiental
Participando da oficina, as crianças ganham um vaso de cerâmica, pincel e tinta guache para fazer uma pintura. A seguir, plantam uma flor no vaso que acabaram de criar. De meia em meia hora há a encenação teatral “Homem Natural”, com conceitos de preservação da natureza de forma lúdica. Onde? Shopping Paulista. Quando? Até domingo. Quanto? Grátis.
Pintando Ovos
Crianças com idade entre 3 e 5 anos pintam os rostos. Já os maiores, de 6 a 12 anos, recebem um ovo de gesso e fazem desenhos e pinturas com guache. Onde? Shopping Fiesta. Quando? Até domingo. Quanto? Grátis.
Páscoa Turma da Mônica
Os pequenos de 3 a 12 anos participam de brincadeiras e atividades recreativas em cenários decorados com os personagens da Turma da Mônica. Além disso, há brinquedos interativos, maquiagem de coelhinho e pintura. Onde? Shopping Taboão. Quando? Até domingo. Quanto? Grátis.
Criando uma Páscoa mais feliz
A mostra reúne criações de 16 artistas plásticos, que realizaram trabalhos em ovos de madeira. Onde? Shopping Frei Caneca. Quando? Até domingo. Quanto? Grátis
Serviço:
Shopping Frei Caneca
R: Frei Caneca, 569
Funcionamento: de segunda à sábado, das 10h às 22h. Domingo e feriados, das 12h às 20h.
Tel.: 3472-2000
Shopping Paulista
R: Treze de Maio, 1947
As oficinas funcionarão diariamente das 14h às 20h
Tel.: 3191-1100
Shopping Fiesta
Av. Guarapiranga, 752
O evento funciona diariamente das 13h às 20h
Tel.: 5548-5910
Shopping Taboão
Rodovia Régis Bittencourt, KM 271,5 – Taboão da Serra
Funcionamento: de segunda à sábado, das 10h às 22h. Domingo e feriados, das 12h às 20h.
Tel.: 4788-3800
Boa Páscoa!!
bjs,
Babi e equipe do A Família Cresceu
A imagem que ilustra esse post é de autoria de Stitch.
Não há quem não esteja cansado de abrir o jornal ou a revista, ligar o rádio ou a TV e só encontrar notícias sobre violência. Pior: não há um dia em que uma criança ou adolescente não seja morto por acidente nas cidades brasileiras.
Em São Paulo, em frente à Câmara Municipal, manifestantes pediram o fim da violência, na semana passada. No mesmo dia, o Jornal Nacional mostrou o encontrou dos pais de João Hélio, assassinado brutalmente em fevereiro no Rio, com os de Ives Ota, outro anjinho, seqüestrado e morto há cerca de dez anos.
Na internet, anônimos organizam-se para mudar essa situação. Está em circulação uma petição eletrônica pública que solicita ao Congresso Nacional o endurecimento da legislação para crimes hediondos. Na pauta, estão incluídas a redução da maioridade penal, a extinção dos benefícios que reduzem o regime fechado a apenas 1/6 da pena (atualmente ninguém fica mais de 5 anos na cadeia devido a esses benefícios) e, em caso de condenação, ampliá-la para até 60 anos de prisão (em vez dos 30 atuais).
Conforme a legislação em vigor, qualquer petição assinada por mais de 1% dos eleitores (cerca de 1 milhão de assinaturas) tem que ser obrigatoriamente apreciada no Congresso Nacional e isso vale também para petições eletrônicas na Internet. Nesta petição, já se conseguiu em torno de 60 mil assinaturas.
Paulistana há menos de uma década, surpreende-me o suculento cardápio cultural que as crianças da capital têm a seu dispor. Quando pequena, morava no interior e minhas opções eram completamente outras (mas não menos enriquecedoras).
Além do contato com a natureza e com os amigos, eu era uma voraz consumidora de contos de fadas e histórias nas suas mais variadas versões. Havia aquele livrinho cheio de figuras e todo colorido ou o velho LP, com canções e interpretações bem divertidas. O Patinho Feio, João & Maria e A Branca de Neve sempre eram os meus contos favoritos. Aos poucos, mergulhei nas histórias de Monteiro Lobato e, no início da adolescência, nos desenhos da Disney (mais de uma década depois, ainda não me cansei de assistir a A Bela e A Fera, A Pequena Sereia e Mulan).
A cantora Isabela Canto fez um CD, Vida de Bebê, muito legal para nossos bebezinhos. Acabo de escutar e relaxei. Bom, se eu relaxei, imagine os pequenos... São 10 músicas com letras e melodia para cada atividade: Bom dia, Reconhecimento, Amamentação, Sono do Dia, Não chora etc. Elas falam sobre cada hora do dia e os momentos dos bebês.
É um presente perfeito para dar às mamães que acabaram de ganhar neném ou para a gente se dar de presente mesmo. No Submarino, custa R$ 12,90.
Serviço:
CD Vida de Bebê
Cantora: Isabela Canto
Gravadora: Azul Music
Preço sugerido: R$ 20
Muitos pais dizem que sair de férias com os filhos chega perto de um tormento. É bagunça na hora de arrumar a mala, ir ao hotel e até passear. Para desvendar e ajudar mamães e papais aflitos, as autoras Anna Chaia e Adriana Moller lançaram o Guia Paris com as Crianças, PubliFolha.
O livro traz 50 dicas, com as principais atrações da capital francesa para os pequenos e adultos. Entre eles, estão museus, monumentos, palácios e parques, revelando que as atividades aparentemente cansativas podem se transformar em passeios interessantes e divertidos ao mesmo tempo. “Viajar com os filhos é uma experiência fascinante e transformadora, mas requer criatividade e planejamento”, conta Anna.
O lançamento do Guia acontecerá no dia 30 de janeiro na Daslu, e os pais podem aproveitar para tirar suas dúvidas sobre essa empreitada com Anna Chaia, uma das autoras do livro.
O Submarino já tem a página do livro, mas ele ainda não está disponível.
Serviço:
Guia Paris com as Crianças
Anna Chaia e Adriana Moller
120 páginas
Preço sugerido: R$ 42.
Lançamento: 30 de janeiro às 17h
Laselva Bookstore / Daslu
Av. Chedid Jafet, 131 – 2° Andar – Vila Olímpia
Em reportagem ontem na Folha de S. Paulo, caderno Cotidiano, conta-se que os nomes mais escolhidos em São Paulo em 2006 foram Gabriel para meninos e Maria para meninas. É curioso. Maria é nome universal. Quantas Marias não há no mundo... Mas Gabriel é um nome de moda mesmo. Vimos muitas crianças Gabriel, mas velhinho Gabriel é mais difícil, não? Tudo bem, tem o Gabriel Garcia Marques, mas ele é de outro país. Não vale.
Em maternidades, os nomes passeiam pelas plaquinhas das portas em um vaivém. Maria e João são bem comuns. Mas de acordo com a época há uma predominância. Giovana é um em alta por agora. Pedro é uma enxurrada também - me incluo aqui por que meu bebê é Pedro. Influência da tevê também conta no aumento de um determinado nome.
O verão chegou e não há como perder a chance de aproveitar o sol. O mês de janeiro reserva diversas opções para fazer a alegria das crianças – e a dos pais também. Aproveite que a cidade está mais tranqüila e saia para se divertir com os pimpolhos.
Veja algumas dicas da equipe do site A Família Cresceu para rechear de diversão as férias da criançada.
Auditório do Ibirapuera – A programação do começo do ano é especial para os pequenos. No espetáculo protagonizado por Hélio Ziskind e Grupo serão apresentadas canções do cd Trem Maluco e também músicas criadas para o programa Cocoricó, da TV Cultura. Quando? 20 de janeiro (sábado), às 17h e 21 de janeiro (domingo), às 11h e 17h.
Além disso, o auditório também recebe o grupo Banda Mirim, que apresenta o musical Felizardo. Misturando circo e teatro, a peça traz treze músicas abordando temas variados, como saci, mula sem cabeça, onça, pipa e boneca. O espetáculo traz números circenses como perna de pau e malabares. Com músicos e atores no elenco, a peça conta a história de duas crianças que acordam e vão para o mundo brincar, descobrindo a rua, os jogos, o folclore e a natureza. Quando? 27 de janeiro (sábado) às 17h.
Nunca visitei um hospital durante as férias escolares, mas sempre ouvi dizer que essa é a época em que encontramos mais crianças por lá. Exatamente por estarem em casa e, um pouco ociosas, de vez em quando os pequenos acabam se machucando e os pais precisam levá-los ao pronto-socorro mais próximo.
Segundo dados da ONG Criança Segura , durante um ano acontecem mais de 140 mil admissões hospitalares somente na rede pública de saúde e no grupo de crianças com idade inferior a 14 anos. A boa notícia é que 90% dessas lesões podem ser prevenidas por meio de ações educativas, modificações no meio ambiente e também no cumprimento da legislação e regras específicas.
Para passar as férias sem sustos ou transtornos, a Dra. Maria Clara Barbosa, chefe de pediatria do Hospital Quinta D’Or, deixa alguma dicas sobre o tema:
Até o dia 30 deste mês, o clássico infantil O Casamento da Senhora Baratinha será apresentado no parque Hopi Hari, em Vinhedo. Além de se divertir nos brinquedos do Hopi, a criançada - e os pais - poderão assistir a história da baratinha rica que foi atrás de um pretedente. Quem não lembra da musiquinha: "Quem quer casar com a senhora Baratinha que tem fita no cabelo e dinheiro na caixinha?". A peça ocorre às 14h nos dias de semana e 13h30 e 15h30 nos fins de semana. Vale a pena conferir.
Serviços
Onde: Hopi Hari – Rodovia dos Bandeirantes, km 72,5 (acesso no km 70,5) – Vinhedo – São Paulo
Funcionamento do parque: dezembro – dias 27, 28 e 29 – das 9h30 às 17h30 / 30 – das 10h00 às 20h00
Preços do passaporte: 29,90 (antecipado) e 42,00 (bilheteria) - preços sujeitos a alteração
Gratuidade: crianças até 1 metro de altura e adultos com mais de 60 anos
Onde comprar ingressos: www.hopiharionline.com.br; serviço de telemarketing 0300 789 5566 (valor de ligação local) ou nos pontos de venda credenciados
Estacionamento: carros e vans – R$ 15,00* e motos – R$ 7,00*
A noite de natal é sinônimo de festa com a família reunida e também muita bagunça e diversão com a criançada. E para entreter e acalmar a turminha até a famosa e aguardada distribuição de presentes, a equipe de A Família Cresceu separou alguns filmes com temas natalinos que podem se tornar o sucesso da noite.
Ainda não deu tempo de alugar um filme? Não se preocupe, a Blockbuster aceita pedidos pelo seu site ou em qualquer uma das suas 140 lojas em todo o país. Inclusive, em São Paulo, se a solicitação for feita até amanhã, às 12h, o e-commerce da empresa promete entregar os filmes até o dia 24.
Vamos às dicas:
Aconteceu de Novo no Natal do Mickey - InfantilEnquanto o teimoso pato Donald tenta sem sucesso resistir à alegria da época de festas, Mickey e Pluto aprendem uma grande lição sobre o poder da amizade. As hilariantes trapalhadas desta turma tornam essas histórias natalinas irresistíveis. Descubra quem se comportou mal e quem foi bonzinho nesta nova celebração do Natal.
Um documento recém divulgado pela Academia Americana de Pediatras alerta sobre o ataque maciço da publicidade nas crianças. Segundo o Dr. Victor Strasburguer, da University of New Mexico, há a necessidade de educar os pequenos em relação à mídia a fim de imunizá-los contra a propaganda. Uma das medidas seria a limitação do tempo diante da TV e também da internet, quando as crianças são alvos dos mais variados tipos de comerciais.
Mas como impor esses limites nas crianças e garantir a diversão? A pedagoga e professora do SESI, Patricia Fonseca, explica que os pais devem estar sempre próximos de seus filhos. “Deve existir o horário da internet, da televisão e do videogame, mas tudo com bom senso e acompanhamento dos pais. Atualmente, as crianças utilizam muito essas ferramentas por não ter outras atividades em casa ou por falta de atenção dos adultos”, diz Patricia.
Em uma sociedade onde a tecnologia cresce em um ritmo assustador, ainda existem maneiras de aproveitá-la a seu favor. Veja algumas dicas separadas pela equipe A Família Cresceu:
A Super Babá
Com um misto de diversão e educação para pais e filhos, uma boa pedida é o box da série Supernanny, programa exibido pelo SBT e que virou febre. Nele, a perita em educação infantil Cris Poli dá dicas sobre como colocar as crianças na linha, mostrando desde a reeducação da família até as primeiras mudanças. Há ainda o extra com o making of das gravações. O destaque fica por conta do programa com uma família de quadrigêmeos que foi visitada pela babá. Pode ser comprado no Submarino.
Excelência em educação
Uma das principais características da TV Cultura é oferecer conteúdo diferenciado e altamente educativo. E na grade de programação da emissora, há inúmeros desenhos e programas para as crianças, como o consagrado Castelo Rá-Tim-Bum. Além disso, também há a opção dos canais por assinatura como Disney Channel, Cartoon Network, Boomerang, entre outros.
Diversão na rede
Portais como Terra , Uol e iG trazem seções somente para as crianças com diversos jogos, brincadeiras e, inclusive, histórias infantis em áudio.
Outro destaque é o Brincando na Rede , desenvolvido pelo Banco Real. O portal tem como objetivo ambientar e familiarizar as crianças com a internet e também estimulá-las a desenvolver conteúdo para o próprio site. Para comprovar o sucesso da iniciativa, o Brincando recebe uma média mensal de 8 mil colaborações de seus leitores-mirins.
A internet está repleta de opções para as crianças e algumas delas são bem curiosas. Os sites da Receita Federal e do Plenário possuem suas versões infantis, onde os visitantes podem conhecer o funcionamento dessas instituições, mas sem deixar a brincadeira de lado.
É fundamental o direcionamento da navegação dos pequenos na internet. Por ser uma ferramenta muito prática e ágil, as crianças podem ser deslocadas facilmente para sites com conteúdo adulto. “Não há necessidade de ficar o tempo todo ao lado da criança, até porque ela pode se sentir invadida. Mas tenha um bom diálogo, saiba o que ela gosta de procurar, além de indicar endereços interessantes onde possa aprender e também se divertir”, alerta Patricia.
Serviço:
Patricia Fonseca
Pedagoga e professora do SESI e da Prefeitura de Diadema
(11) 9854-1907
Supernanny – 1ª temporada completa
Box com 3 discos
Preço Médio: R$ 89,90
Será que criança precisa aprender etiqueta de comportamento? É bom. Se desde pequeticos eles começarem a saber se comportar em diferentes ambientes, com certeza evitarão problemas futuros quando tornarem-se adultos. Para ajudar os papais e mamães a orientar seus pimpolhos, a Escala Educacional lança no mercado quatro títulos voltados para o público de 5 a 9 anos. Como se comportar... vem em quatro edições: No parque, Na escola, Nas festas e Nas férias. São historinhas que mostram como se deve comportar com adultos e outras crianças nas situações específicas. Preço sugerido: R$ 15,90.
Em tempos de alta fertilidade em que vivemos, quando trigêmeos e quadrigêmeos nascem cada vez com mais freqüência, as notícias desta semana foram interessantes. Primeiro, tivemos a felicidade de saber que Arthur, o menor bebê brasileiro que nasceu com 380 gramas, recebeu alta do hospital no Rio de Janeiro sem qualquer problema. Pesa 2,1 kg e passa bem. Depois, soubemos que, na China, nasceram quíntuplos e quadrigêmeos. Maior população do mundo, com mais de 2 bilhões de pessoas, o País continua a colaborar com a demografia da Terra, mesmo tendo uma política rígida de famílias com um único filho. Dizem que justamente para burlar a regra os chineses estão cada vez mais apelando para a fertilização assisitda. O legal foi que os bebezinhos nasceram bem e passam bem. Por fim, hoje foi noticiado que o menor bebê da China nasceu com 630 gramas - maior do que Arthur.
Vivemos realmente uma mudança de comportamento, e os múltiplos e prematuros serão mais e mais comuns na sociedade.
Na revista Wired de dezembro (para quem não sabe a Wired é uma revista americana que traz as mais novas tendências no mundo em termos de tecnologia e comportamento), tem uma matéria interessante sobre câmeras em casa para controlar a babá. Nós, mães, vivemos preocupadas com o que estão fazendo com nossos bebês enquanto estamos ausentes. Mil coisas vêm à cabeça e a câmera com certeza já passou na de várias mamães.
Nesta reportagem, porém, o jornalista defende que não se use a câmera. O argumento é bom. Se você pensa em colocar uma câmera, é melhor demitir a babá, por que já não há mais confiança. E, se você não resistir, é melhor avisá-la que vai colocar a câmera. Pelo menos a intimida. É melhor do que ver seu bebê ser mal tratado na televisão.
O negócio é sermos vigilantes, mas tentarmos entregar nossos pequenos em quem a gente confia. Checar referências, fazer um teste com alguém por perto, entre outros, são alguns mecanismos eficazes. Se não der para ter confiança é melhor não ter a babá.
Se o seu bebê chora e esgoela, você o pega no colo ou não? Esta pergunta foi respondida por uma pesquisa feita pela universidade australiana, a Queensland University of Technologies, junto com o Riverton Early Parenting Centre. No estudo, foi apontado que 30% dos pais experientes - e 20% dos marinheiros de primeira viagem - pegam o bebê no colo quando ele chora, mas não sabem se isto é certo ou não.
A professora Karen Thorpe que conduziu a pesquisa esclarece que é muito importante responder aos choros do bebê, principalmente nos 3 primeiros meses de vida. Ou seja, deve-se sim pegar o bebê no colo quando ele chorar. Afinal, é a única forma que os pequenos têm para se expressar. Além disto, o nosso instinto materno e paterno é de pegar no colo, certo? A natureza é sábia. Peguem seus bebês no colo!
Os temas ecologia e meio ambiente estão muito em voga atualmente. Não é para menos já que, pelas perspectivas dos estudiosos do assunto, o mundo talvez não sobreviva ao ano 2100. Parece longe, mas é praticamente na época da geração de nossos netos - e até filhos se eles se cuidarem e ficarem centenários. Ou seja, nós, nossos filhos e netos temos um compromisso muito sério com o futuro do planeta. Assim, a educação de hoje em dia deve incluir os cuidados que precisamos ter para preservar nosso mundo.
De amanhã ao dia 23, haverá o EcoCine, aqui em São Paulo, que dedica um espaço especial para as crianças, o CriancEco. No sábado, a programação é exclusiva para professores. Mas, no domingo e na segunda, serão exibidos filmes - feitos por crianças - para crianças com entrada gratuita, no Espaço Unibanco. É um programa legal para o domingão e feriado.
bjs,
Roberta
CriancEco - Espaço Unibanco - à Rua Augusta, 1475. Veja programação no site EcoCine.
O tema cadeirinha de carro esbarra no Família com freqüência e, por isto, decidimos fazer um post sobre o tema. Antes de esclarecermos alguns pontos, coloco o email da leitura Claudia do Rio de Janeiro que passou por uma experiência desagradável sobre o assunto. Por incrível que pareça, este tema ainda é pouco discutido e respeitado pelos pais e fornecedores do material. Vejam abaixo o email da Claudia:
Leio com frequencia o blog desde a minha gravidez e estou com um bebê de
quase 2 meses. Estou passando por um problema q gostaria de dividir com vocês, alertando e
até mesmo recebendo sugestões.
Comprei duas cadeiras de carro para recém-nascido da marca Burigotto -
modelo Super Matrix - através do site do Magazine Luiza, mas já havia
pesquisado em outros sites e lojas.
Ao posicionar meu filho que já saiu da maternidade em set/06 na cadeira
recomendada, percebemos um certo desconforto na posição. Incomodados,
ligamos para o fabricante que com poucas palavras e limitado vocabulário
informou que este produto não seria compatível com qualquer tipo de carro
(no meu caso um Fiat Palio e um Corsa) e mandou q eu procurasse a loja para
trocar o produto simplesmente.
O problema é que a falta de informação pode ter prejudicado a saúde do meu
filho e possivelmente de outras crianças e a empresa não está preocupada em
rever esta situação.
Pedi orientação ao INMETRO q informou que não há certificação deste produto
pois eles fizeram alguns testes no final de 2005 e todos foram reprovados.
Até o momento não consegui trocar os produtos q gastamos R$630,00, além de
todo o transtorno pois também não tenho como sair com meu filho de carro.
Imagino que esta negligência possa prejudicar a saúde de muitos bebês cujos
pais desconhecem o tema.
Legislação
No Brasil, a legislação é bastante ampla. Diz apenas que crianças menores de 10 anos têm que andar com o cinto de segurança afivelado. O fato é que, dependendo do tamanho da criança, o cinto pode enforcá-la em uma freada, por exemplo, por que os originais dos carros são muito altos. Assim, é preciso usar a cadeirinha ou assento elevado. Sempre com cinto de três pontas.
Vocês sabem que adoramos dividir algumas descobertas aqui no Família, certo? Pois então, eis duas recentes que acredito serão de muita serventia.
Preparando o quarto do meu bebê, fui atrás de lojas de papel de parede. Nunca na vida tinha entrado nestas lojas. Até por que papel de parede só fica bem em quarto de bebê ou em filme dos anos 60. Bom, lá fui eu procurar. No D&D, tem algumas lojas sofisticadas, mas a metragem dos papéis - a maioria importada dos EUA - é caríssima. Além disto, como vou utilizar o papel de parede até meia-parede (é moda mesmo e uma forma de baratear, gastando menos papel), tenho que comprar também o tal do border (traduzindo: uma faixa que faz o acabamento entre a parede do papel e a parede pintada).
Vamos ao que interessa: após visitar algumas lojas e sites, descobri a Bel Papel. Do lado de fora, você não dá nada pela loja que fica à Rua Cubatão. São duas portinhas que têm na entrada, além de amostras de papel de parede, vaso sanitário e outros produtos de construção. Mas, ao entrar, uma surpresa. A Bel Papel tem centenas de opções de papel de parede e, por ser fornecedora de várias lojas de São Paulo e Brasil, o precinho é bem melhor. Só precisa ter paciência para ver livros e mais livros de amostras de papel de parede com motivos infantis. Escolhi um listradinho de azul e branco. Agora, falta só o tal do border.
Nesta sexta-feira, dia 10, começa o IV Festival Internacional de Cinema Infantil que trará uma seleção de 23 filmes voltados para o público mirim. Durante um mês, serão exibidos filmes de países como Bélgica, França, Holanda, Argentina, Irlanda, Reino Unido e Brasil, na Cinemark de São Paulo, Campinas, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Niterói, Brasília, Aracaju e Curitiba. Para quem tem o Smart VR, o ingresso (no máximo 4) custará apenas R$ 3.
Os cachorros e gatos são vistos como os melhores companheiros em muitos lares. E quando a família cresce? Os pais devem tomar alguns cuidados para adaptar o pet à chegada do bebê e garantir uma convivência harmoniosa.
Uma dica primordial é manter a carteirinha de vacinação do animal em dia. “Existem algumas doenças que chamamos de zoonoses, ou seja, passam dos animais para os humanos e vice-versa. Por isso, a vacina é tão importante”, reforça Ana Cristina Baso, veterinária do Tancredo’s Dog. A alimentação dos bichinhos também deve ser balanceada, principalmente, por meio de ração, pois ajuda a manter as fezes mais homogêneas.
Durante o pré-natal, a futura mamãe precisa fazer o exame da sorologia, que identifica se já houve o contato com o parasita toxoplasma gondii, agente causador da toxoplasmose. Essa doença geralmente é transmitida por meio do contato com fezes de gatos contaminados ou pela ingestão de carne crua.
Sem dúvida aquele dia foi um divisor de águas em sua vida. Tudo o que sempre sonhou é pouco perto da emoção do dia do nascimento de seu filho. E como não comemorar esse dia tão importante?
As opções são muitas. Desde uma festinha muito simples e intimista dentro da sua própria casa até a mega produções em buffets especializados. “Desde que o Rafael e o Pedro nasceram, eu faço algo para eles. Como trabalho o dia todo, tenho optado por buffets para me dar menos trabalho”, diz Cássia Sanchez, mãe prestes a comemorar o aniversário dos filhos.
Quando vi o post sobre este vídeo em outro blog, pensei de início que deveria ser mais um clipe baseado em fatos reais, com imagens bonitas, cenas em preto e branco para dar um tom dramático e uma bela trilha sonora para acompanhar. E de fato, todos esses elementos estavam no vídeo, e não teria nada de mais em relação aos vários outros vídeos que existem por aí, não fosse um detalhe, o alto grau de emoção contido nele.
Ele conta de forma resumida uma história de Jude e Dick Hoyt (Massachusetts, EUA) e toda sua dedicação à Rick Hoyt, o filho mais velho do casal, portador de paralisia cerebral. Dedicação, amor, amizade, carinho, superação e vitória são apenas alguns dos elementos dessa fantástica lição de vida que emociona qualquer um.
Para quem mora no Rio de Janeiro, o Espaço Mãenhês promove dois cursos: “Guia para Mamães de Primeira Viagem” e “Encontro para Pais Grávidos”. Em ambos, o objetivo é auxiliar os pais no relacionamento com a criança. No primeiro, as mães terão aulas para esclarecer dúvidas sobre gravidez, pós-parto e cuidados com o bebê. No segundo, com parceria com o Grupo Broto, abordará questões como cuidados com o recém-nascido, aspectos psicológicos da gestação e puerpério, amamentação e preparação emocional para receber o bebê. São cursos que valem a pena pois abordam tudo sobre o período novo que surge na vida da família quando um bebezinho chega.
Inscrições pelo tel: 21.3153-7531.
Local: Espaço Mãenhês – Shopping Downtown, Av. das Américas 500 - Bloco 20, Lojas 106/123, Barra da Tijuca, RJ.
Datas e horários: em aberto, aguardando as inscrições.
Até o dia 22 acontece no Marumby Expo Center a Feira da Pechincha Bebê e Criança. Durante a semana, o espaço está aberto das 14 às 22h. No sábado e domingo, o funcionamento é das 10 às 20h. Entrada franca.
A organização do evento, que acontece na Avenida Presidente Wenceslau Braz 1046, oferece transporte gratuito a partir de três pontos da cidade:
O A Família Cresceu sabe que haverá outras feiras em Brasília e São Paulo em novembro. Se você souber de alguma outra feira Brasil afora, compartilhe com a gente. Mande já a sua dica, clicando aqui.
Que atire a primeira chupeta a mãe que não se preocupa com a segurança do bebê quando eles começam a dar os seus primeiros passos. Principalmente dentro de casa, local em que acontecem a maioria dos acidentes.
No ritmo dos bebês, a Lillo criou o pára-porta, um dispositivo simples, mas essencial no dia-a-dia das famílias com crianças pequenas porque evita que a mão da criança seja atingida no bater de portas. O produto tem formato e densidade especialmente desenvolvidos para garantir sua eficácia e durabilidade.
Diferente das opções disponíveis no mercado atualmente, a novidade chega às prateleiras em embalagens com duas unidades, proporcionando melhor custo benefício aos consumidores.
O preço sugerido ao consumidor é de R$ 9,50, a embalagem com um par.
Com o dia das crianças aí, várias lojas preparam promoções especiais para atrair as famílias. Entre as sugestões que A Família Cresceu recebeu, separei duas:
Em São Paulo, o brechó-chique infantil Bolota realiza uma promoção na qual, a cada 50 reais gastos, a cliente ganha um cupom para uma grande cesta de vime de gostosuras e uma boneca exclusiva da Bolota. Serão sorteadas cinco cestas na manhã do dia 11 de outubro. A promoção é válida de 25 de setembro a 10 de outubro.
A Bolota oferece roupas, acessórios, chapéus e sapatos para crianças de zero a oito anos. São peças novas e usadas, em perfeito estado, de grifes nacionais e importadas, como Paola da Vinci, Tyrol, Green, Gap, Carter´s, Zara, entre outras.
Para as cariocas, vale dar um pulo no Top Kids Bazar, que terá diversos expositores oferecendo produtos e serviços para crianças de até 12 anos. O evento, que acontece neste sábado, contará com uma série de atividades para as mães e para as crianças, organizada pelo Espaço Mãenhês.
As fisioterapeutas Gabriela Duarte e Bruna Salmen falarão às 15h sobre consciência corporal e postura da gestante; auto-estima na gravidez; prevenção e tratamento de estrias, celulites e flacidez; exercícios físicos de relaxamento, alongamento, fortalecimento do assoalho pélvico e da mecânica corporal; recuperação no pós-parto (estética e terapêutica) e RPG para grávidas. Durante o evento, o Espaço Mãenhês sorteará uma sessão de drenagem linfática entre as mamães presentes, a ser realizada em sua loja no Shopping Downtown.
Às 14h, as crianças poderão assistir ao teatro de marionetes, com o Tio Fernando, e a partir das 17h, o Grupo Entreter fará uma linda pintura facial na garotada.
O ingresso para o evento será um brinquedo (novo ou usado) ou alimento não perecível, que serão distribuídos, respectivamente, para a Casa Ronald McDonald e para o projeto "Ajudando seu semelhante", da Fundação José Ricardo (FUNJOR).
O Top Kids acontece no Centro de Convenções do Hotel Flórida (Rua Ferreira Vianna nº 81, Flamengo). O bazar acontece no próximo dia 30 de setembro, sábado, das 11h às 20h
Neste final de semana, São Paulo terá de volta uma das atrações mais famosas e divertidas da cidade para crianças e adultos. Uma das minhas melhores lembranças também.
Depois de passar sete anos com as portas fechadas, o Planetário do Parque do Ibirapuera será reaberto com equipamento de última geração, comparável aos melhores do mundo. O investimento de R$ 5,8 milhões feito pela vale a pena.
Segundo reportagem do jornal O Estado de S.Paulo, o novo equipamento permite “projetar o firmamento tal como seria visto se o espectador estivesse sentado em qualquer ponto conhecido do universo (outros planetas e estrelas). (...) Imagens captadas pelo telescópio Hubble e por satélites poderão ser exibidas com grande fidelidade. As sessões terão ainda o apoio de projetores auxiliares, conectados ao principal, para tornar as imagens projetadas nos 18 metros de cúpula mais realistas”.
Inaugurado em janeiro de 1957, o Planetário do Ibirapuera foi o primeiro construído na América Latina.
Depois de entrar em nossas casas pela tevê, a babá mais habilidosa do planeta dá título a uma revista. A Super Nanny, da Online Editora e SBT, é evidentemente uma publicação de oportunidade, já que o programa televisivo é um sucesso de audiência.
Mas isto não tira o mérito total da revista que relata alguns casos que foram para tevê e dá várias dicas de como lidar com os pequenos. As reportagens vão desde como ensinar seu filho a não fazer xixi na cama até relacionamento do casal. A revista é vendida nas bancas e custa R$ 6,99.
Em dezembro de 1994, Eliana Araújo deu a luz a Gabriel. Ela não sabia quase nada sobre amamentação, apenas que o leite era essencial e vital para o bebê. Seus planos eram alimentar o filho até os oito meses. Porém, na primeira vez que a enfermeira trouxe Gabriel para a amamentação nada aconteceu. “Não consegui fazê-lo sugar o peito e ele não mamou”, diz.
Gabriel estava com fome, mas só conseguiu mamar na terceira tentativa. Após a sucção, o mamilo de Eliana estava ardendo e com pequenas bolhas. A volta para casa só atenuou o problema. “Eu amei ficar grávida, então quando voltei para casa sentia que tinha perdido a barriga e não ganhado um bebê. Isso me fez entrar em uma depressão profunda”, relata.
As complicações pós-parto continuaram. Eliana teve febre, gânglios nas axilas e as mamas estavam mais rígidas e empedradas. A orientação da médica foi a de entrar embaixo do chuveiro quente. “Não adiantou e fui ficando cada vez mais angustiada”, fala.
Eliana desistiu de amamentar aos quatro meses. Tudo era muito frustrante. Logo em seguida, começou a trabalhar em uma empresa que comercializava produtos para amamentação. “O trabalho preenchia meu vazio”, explica. Com tamanha dedicação, a mamãe passou a analisar cuidadosamente cada produto e sua função. Então, começou a refletir sobre os benefícios que os mesmos poderiam levar para mães com problemas semelhantes ao seu.
Com isso surgiu a Leite Fácil. Eliana se especializou na área de amamentação e, hoje em dia, oferece auxílio e segurança para as mamães. “A amamentação não é uma tarefa fácil. Por isso, as mães devem buscar orientação após a gravidez. Oferecemos este carinho e conforto mostrando os melhores caminhos para estimular a produção de leite”, completa Eliana.
Serviço
Leite Fácil
Rua Apeninos, 807 cj 14
Paraíso – São Paulo/SP
Tel.: 3285-6583
Educar os filhos continua sendo um dos grandes desafios para os pais. "Tenho um casal de filhos: um menino de 10 anos e uma menina de 9 anos. Os dois brigam, não me respeitam, são um pouco desobedientes", desabafou a leitora Eliza Silveira. Para a psicóloga, pedagoga e diretora da Escola de Educação Infantil Ponto Omega, Maria Grupi, as crianças estão hoje despreparadas para o convívio social. "Percebemos que a meninada tem dificuldade para se relacionar não só com o grupo da escola, mas também com outras crianças e adultos”, comenta a especialista. A situação agrava-se quando os pais têm uma rotina de trabalho estressante e pouco tempo para os filhos. "A criança aprende por imitação, então de nada vale aprender na escola, se ela não tem este modelo em casa também”, diz Maria Grupi.
Para ajudar os pais desesperados, a psicóloga criou um curso com pouca teoria e muita prática dividido em quatro módulos: “em casa”, “na escola”, “no clube” e “no restaurante”. O objetivo é ensinar, de forma prática, regras básicas de convivência que andam um pouco esquecidas. “Vamos mostrar à garotada, de um jeito divertido, como se comportar em uma piscina, dentro de sala de aula, numa lanchonete e até em um restaurante mais refinado. Queremos que o aprendizado de boas maneiras proporcione às crianças e adultos momentos agradáveis e também socialmente aceitos”, conclui a especialista.
Para o ensinamento surtir efeito porém, a cooperação dos pais é fundamental. "O que ensinamos precisa ser mostrado e exercitado em casa. Quando as crianças percebem que determinados assuntos são valorizados pelos pais, elas também os valorizam”, diz Maria Grupi.
Serviço:
Curso de Etiqueta Infantil - Como conviver bem no grupo social
Local: Escola de Educação Infantil Ponto Omega - R.Dona Elisa Pereira de Barros, 626 - Jardim Paulistano
Duração: 2 meses (2 horas, 2 vezes na semana). Cada módulo terá a duração de duas semanas
Custo: R$ 1.200,00 (as atividades extras serão cobradas à parte)
Quando: 16/10
Telefone:(11) 3813-8861e 3813-9120
No post de ontem, atendemos um pedido de ajuda deixado na nossa comunidade no orkut. Muitos pais sofrem do mesmo problema que a Aline - como colocar ordem no pedaço? O terapeuta alemão Jan-Uwe Rogge, autor de 22 obras publicadas em 17 países, promete a solução no recém-lançado livro Crianças Precisam de Limite.
Para o especialista, o que as crianças mais precisam é de orientação, tarefa deixada de lado por muitos pais. “Embora muitos adultos estejam racionalmente convencidos da necessidade de colocar limites, reina no dia-a-dia uma enorme insegurança na hora de agir. O que acaba se verificando, em alguns relacionamentos entre pais e filhos, é a existência de uma rédea longa demais, pois os pais toleram e suportam tanto até que a situação estoura”, diz o terapeuta alemão.
Impor disciplina para colocar, por exemplo, fim às birras para tomar banho ou para sair da frente da TV não significa ser autoritário. No livro, Rogge dá dicas de como solucionar os desgastes causados por situações típicas do comportamento infantil.
O comportamento dos filhos no horário das refeições é assunto recorrente nas rodinhas de mamães de gêmeos. Como manter a disciplina dos filhotes à mesa? Como fazer com que as crianças comam adequadamente? E, principalmente, como ter paciência para administrar tudo isso?
Para a psicóloga Eveline Benvenho, a primeira atitude de uma mãe é estudar o porquê dos filhotes não estarem comendo. “É preciso diagnosticar se a falta de apetite é devido a um aspecto fisiológico ou emocional”, diz. Segundo a profissional, na maioria das vezes, o aspecto emocional é o que prevalece. “Muitas vezes a ansiedade da mãe faz com que os pequenos não comam”, pondera.
“Crianças que brincam, riem ou simplesmente não comem à mesa estão, geralmente, querendo chamar a atenção da mãe por algum motivo”, explica psicóloga infantil Fabíola Haik de Aquino. Disciplina é a palavra-chave, a solução. Os horários das refeições devem ser respeitados e os pais necessitam fazer do momento um prazer familiar. “Pode parecer duro demais, mas é preciso deixar claro que, se a criança não comer no horário certo, ela terá de esperar até a próxima refeição com fome. Neste momento, os pais devem ser firmes, não podem ceder”, afirma Fabíola.
Os pais também podem utilizar artifícios para fazer com que a comida seja mais atrativa aos olhos. “É preciso ter um pouco de paciência, mas é uma boa alternativa fazer carinhas e bichinhos com os alimentos”, diz a nutricionista Renata Fernandes. Outro ponto que a profissional salienta é o respeito à quantidade que a criança quer comer. “Se, no lanche da manhã, ela quiser apenas meia maçã, não insista”, fala. Para completar, Fabíola Haik de Aquino, diz que é saudável explicar de forma didática para os filhos a necessidade de uma boa alimentação. “Funciona”, diz.
Serviço:
Psicóloga Infantil:
Fabíola Haik de Aquino – 19 3258.4371
Nutricionista:
Renata Fernandes – 11 6236.8042
bjs,
Ju
A foto que ilustra o post de hoje é de autoria de Teresa Birchett.
A Samira Cavallaro pediu ajuda para o blog A Família Cresceu para encontrar feiras de bebês em São Paulo. Até o dia 3 de setembro, há uma acontecendo no Centro de Eventos São Luis, na capital paulista. Funciona de terça à sexta, das 12 às 22h; aos sábados das 10 às 22h e aos domingos das 10 às 20h. Anote o endereço: Rua Luis Coelho, 323 - Cerqueira César. O telefone para informações é (11) 3138-9667.
Moradoras de outras cidades e capitais podem obter informações no site Feira da Pechincha Gestante e Bebês. Os próximos eventos acontecem em São Paulo e Brasília, respectivamente, em outubro e novembro.
Além do dia dos pais, em agosto é celebrado o folclore, palavra que, para muitos, remete à infância. Quem nunca se divertiu com as histórias do saci pererê ou do boto que adorava iludir mocinhas inocentes?
A palavra folclore surgiu da união de folk (povo) e lore (saber), o saber tradicional de um povo. Trata-se de um conhecimento passado, principalmente, por boca a boca. As histórias, tradições, costumes e superstições são disseminados pelos pais, avós, tios e professores das escolas, contribuindo para instigar a curiosidade das crianças e reforçar os valores sociais e culturais de uma sociedade.
Às vezes refletem também a identidade de um País. Os mais populares personagens do folclore brasileiro, os já citados Saci e Boto, são bons exemplos da tão famosa malandragem tupiniquim.
Para um acontecimento ser considerado folclórico, ele deve ser espontâneo, nascer nas classes populares, causar identificação, ser viral (passado de geração para geração), entre outras características. Pode ser transmitido oralmente (do baião de Luiz Gonzaga às cantigas de roda, como Ciranda Cirandinha) ou mesmo pela escrita, como a literatura de cordel e os contos de fadas. Outro belo exemplo folclórico são as tradicionais quadrilhas de festa junina.
O UOL Criança preparou um especial com os principais personagens do folclore brasileiro. Editoras conhecidas, como a Ática e a Martins Fontes, lançaram os mais diversos livros sobre o assunto. Até estudiosos reverenciados, como Florestan Fernandes, pararam para analisar o tema.
Para começar a apresentar esse mundo fantástico para o seu filho, uma boa opção é sempre Monteiro Lobato. Em O Saci, por exemplo, Pedrinho, um dos famosos personagens do autor, conhece o menino negro e levado que tem uma perna só.
Boa viagem!!
Bjos,
Tati e MaWá
A foto que ilustra esse post é de autoria de Eduardo Azeredo.
No dia 4 de agosto, nasceu o quinto menor bebê do mundo e menor do Brasil, na Clínica PeriNatal, no Rio de Janeiro. Artur, como foi batizado, chegou aqui com 385 gramas, 23 centímetros e 25 semanas, após sua mãe que sofre de hipertensão gestacional ter feito um parto cesariana. Como todo recém-nascido, ele perdeu peso nos dias seguintes ao nascimento, chegando a 280 gramas apenas. Hoje, está-se recuperando e tem 375 gramas. Alimenta-se por meio de uma sonda gástrica - 20 gotas de leite materno a cada 2 horas. A expectativa é que fique pelo menos 6 meses na UTI Neonatal.
Bebês prematuros tornam-se uma realidade cada vez maior no mundo. Seja pelos avanços da reprodução assistida, que aumenta a possibilidade de gravidez múltipla, seja pela saúde da mãe, que sofre mais e mais de hipertensão e outras doenças. Em 2004, nasceu o menor bebê do mundo com 244 gramas, nos Estados Unidos. É 1/4 de um saco de açúcar.
Para chegar ao peso de 2 quilos, considerado ainda baixo, Artur terá que crescer cerca de 5 vezes seu peso atual. Nós, de A Família Cresceu, desejamos toda sorte e rezamos muito para ele e sua família.
Depois de montar o blog e lançar um livro, as mães modernas Juliana Sampaio e Laura Guimarães invadem o canal GNT, que estréia no dia 19 a série Mothern. Segundo o Blue Bus, a produtora Radar TV Mixer é parceira do canal, que estréia na co-produção nacional na area de ficção. Serão 13 episódios, veiculados aos sábados, às 20h30.
Lançado no ano passado pela editora Matrix, o livro Mothern descreve com humor as aventuras das mães de hoje em dia - da maternidade às festinhas e viagens. Traz também dicas bem legais para encarar o choro e os questionamentos das crianças. O livro tem 176 páginas e custa, em média, 28 reais. O blog também vale a leitura.
O Museu Lasar Segall promove no próximo sábado o programa Histórias no Jardim, que propõe estimular a imaginação e a criatividade de crianças e adultos. Serão formadas rodas e cirandas para a apresentação de histórias clássicas e também de contos de jovens autores.
A atividade acontece no jardim do Museu, um espaço ao ar livre circundado pelas obras de Lasar Segall. O evento começa às 16h e as inscrições podem ser feitas no mesmo dia, a partir das 14h. O Histórias no Jardim é gratuito.
Serviço:
HISTÓRIAS NO JARDIM – MUSEU LASAR SEGALL
Sábado, 5 de agosto, às 16h
Endereço: Rua Berta 111, Vila Mariana, telefone: (11) 5574-7322
Entrada gratuita
Imagine a cena: você ou o seu marido fala calmamente ao seu filho que é hora de dormir. Você o leva até o quarto, dá um beijo, deseja uma boa noite, apaga a luz e fecha a porta. Ao se virar para, enfim, poder conversar com o seu companheiro sobre o dia-a-dia – ou mesmo descansar – ouve um berro e um mar de lágrimas. Por medo, insegurança ou mesmo comodidade, você leva o filhote para dormir no seu quarto. Esse filme é freqüente em sua casa e não sabe como reverter a situação?
“Os bebês devem ser colocados no berço desde o primeiro dia em casa. É claro que, vez ou outra, é tolerável levar a criança para a cama dos pais, mas isso não pode se tornar freqüente. Isso não pode ser tornar um hábito”, diz o clínico geral José Roberto Lutti Filho.
Mas, o que fazer se você cedeu ao pedido do seu filho, ficou com pena ao ouvi-lo chorar e fazer manha?
Segundo o Dr. José Roberto, é preciso acostumar as crianças a dormirem em seus quartos o mais rápido possível. Enquanto os pequenos ainda não falam é mais fácil. A mãe pode ficar no quarto com a criança até que ela durma. “É importante passar tranqüilidade para a criança, demonstrar carinho e ter paciência. E, depois que o bebê adormeceu, é só colocá-lo no berço”, afirma o clínico geral.
Por outro lado, se a criança já está crescidinha, os pais precisam impor disciplina. “Uma boa conversa com a criança, claro, respeitando a maturidade delas, é a melhor alternativa. Os pais devem estimular o filho dormir em seu próprio quarto e falar o porquê disso. Esperar ao lado dos rebentos até eles adormecerem também é uma boa dica”, completa Dr. José Roberto.
Dicas para fazer com que as crianças durmam em seus quartos:
• Estabeleça um ritual associado à hora de ir dormir: dar um copo de leite, vestir o pijama, contar uma história, cantar uma canção, deixar uma luz fraquinha acesa no quarto.
• Deixe um bicho de pelúcia, um travesseiro ou uma fralda com a criança. Esses objetos transmitirão a sensação de calor, conforto e segurança.
• Não dê refrigerantes antes da criança ir dormir.
• Não excite demais as crianças
• Não deixe as crianças assistirem à filmes violentos ou jogar videogame
• Não faça barulho na casa. Deixar os aparelhos eletro-eletrônicos desligados ou no menos dos volumes
bjos,
Ju
A foto que ilustra o post de hoje foi feita por Elizabeth Kairys
Vacina também é coisa de gente grande. Algumas, como a duplo adulto contra o tétano e a difteria, são indicadas para a grávida com o objetivo de proteger o recém-nascido, que ainda não está com o sistema imunológico suficientemente maduro, contra infecções. “Após a trigésima semana de gestação, é uma ótima fase para a vacina, pois a mãe está produzindo em maior quantidade anticorpos, que são transferidos para a criança, que ficará protegida durante os seus primeiros meses”, diz o infectologista do Cedipi, Dr. Jorge Amarante. O especialista adverte que essa proteção é transitória, isto é, o seu bebê terá que tomar, a partir do segundo mês de vida, a tríplice.
Algumas vacinas (contra a coqueluche, a poliomielite e hepatite A e B, por exemplo) podem ser tomadas pela gestante, mas somente se for muito necessário. Outras, porém, são contra-indicadas para grávidas, como a da febre amarela, rubéola, varicela, caxumba e sarampo. “O acompanhamento médico é fundamental para orientar adequadamente a gestante nessas horas”, reforça Dr. Jorge.
Hepatite B – Durante o pré-natal, é feito o teste que detectará se a mãe está contaminada com o vírus. “A recomendação internacional é começar a vacina contra a hepatite B logo na maternidade. Isso porque nem sempre as mães fizeram o teste para identificar se elas estão ou não contaminadas com o vírus. Na dúvida, é sempre melhor proteger a criança”, diz o infectologista do Cedipi. Quando a mãe não está contaminada, é possível prorrogar a imunização até os dois meses, quando acontece a vacinação contra a Pólio, Tríplice, Hemophilus e Meningococo C. “A picada será uma só e é menos dolorido”, explica o Dr. Jorge.
Atenção com a família – Criança nova em casa inspira cuidados também para o resto da família. Os pais, avós, irmãos mais velhos, babás e todas as outras pessoas envolvidas com o novo morador da casa devem tomar a vacina contra a gripe, cuja eficácia não é boa em bebês. Em dose única, a vacina contra a gripe é “trivalente, ou seja, cobre três vírus gripais, os três mais prevalentes no momento em que é utilizada. Para saber quais são, a Organização Mundial de Saúde mapeia o mundo inteiro à procura desses vírus para qualificá-los e atualizar permanentemente a vacina”, informa o presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia, Dr. João Silva de Mendonça, em entrevista ao site
oficial do Dr. Dráuzio Varella.
A receita, portanto, é simples: faça um bom pré-natal e siga direitinho as orientações do seu médico.
O Barbatuques integra a programação infantil do Auditório do Ibirapuera, com duas apresentações do show “Corpo do Som”, neste fim de semana. O grupo desenvolve um trabalho artístico baseado na exploração dos inúmeros sons que podem ser produzidos pelo corpo humano. Palmas, estalos, batidas no peito, sapateados, vácuos de boca, recursos vocais entre vários outros sons, são encadeados na produção de ritmos e melodias.
O repertório dos shows é baseado em composições próprias, improvisações, interações com a platéia e adaptações de ritmos e cantos tanto brasileiros como de outras partes do mundo. O show do grupo também envolve uma interação de linguagens cênicas e visuais, com projeções de imagens e movimentações coreográficas tendo como eixo central a música corporal. Bem colorido e sonoro, do jeito que as crianças gostam.
É uma boa pedida para papais e mamães aproveitarem o fim de semana com os filhos!
Serviço:
Barbatuques especial para crianças - Corpo do Som dias 29 e 30 de julho, às 16h
Auditório Ibirapuera
Av. Pedro Álvares Cabral, sem n°, portão 2 do Parque do Ibirapuera
Ingressos: R$ 30,00 / meia R$ 15,00
Criança até 12 anos paga meia, criança de até um ano no colo não paga
Os ingressos já estão a venda na bilheteria do Auditório, de terça a domingo, das 09h às 18h, tel: 5908 4299
ou pela ticketmaster ( tel: 11 6846 6000)
O rotavírus é uma infecção que afeta a maioria das crianças até os cinco anos de idade. O principal sintoma da doença é a diarréia acompanhada de febre e vômito. Segundo a Biblioteca Virtual do Ministério da Saúde, atualmente o rotavírus é o maior agente causador de óbitos em crianças com menos de cinco anos no mundo todo. “O rotavírus afeta cerca de 130 milhões de crianças por ano”, relata Clélia Aranda, superintendente de imunizações da Secretaria do Estado de Saúde de São Paulo.
A transmissão da doença acontece principalmente pela água ou alimentos, mas também no contato com outras pessoas, objetos ou superfícies infectadas. Por este motivo existe o risco, mesmo que reduzido, da contaminação nos adultos. “Como estou no terceiro mês de gravidez não me preocupei quando senti os enjôos. Comecei a ter diarréia e vômito. No hospital, a médica logo disse que eu estava com o rotavírus”, diz Anne Cecille Smid.
Outro sintoma da infecção pelo vírus é a desidratação, reduzindo as reservas de água do corpo e os níveis de minerais importantes, como o sódio e o potássio. O tratamento recomendado é a ingestão de soro e muito líquido. “Fui medicada com soro e fiz exames para saber se estava tudo bem com o bebê. Passei a última semana com uma alimentação leve e tomando muita água de coco”, fala Cecille.
A vacina contra o rotavírus foi incluída este ano no calendário de imunização obrigatória em todo Brasil. “Em São Paulo, já foram aplicadas 150 mil doses da vacina”, diz Clélia. O bebê deve receber a primeira dose da vacina aos dois meses e a segunda, aos quatro. Assim, há a garantia de imunidade total contra a doença. “Quanto mais precocemente aplicarmos a vacina na criança, mais tempo ela terá para desenvolver os anticorpos contra o rotavírus, evitando os casos de internação, que atualmente são de 90 mil por ano”, diz Clélia.
Além disso, a amamentação ajuda o bebê a criar defesas contra o rotavírus e outras doenças. Os pais devem tomar cuidado com a higiene das crianças, principalmente na limpeza das mãos após o uso do banheiro e antes das refeições.
Serviço:
Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo
Clélia Aranda - superintendente de imunizações
Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 188
Tel.: (11) 3066-8000
bjo,
Babi
A foto que ilustra este post é de autoria de focajonathan
Além da preocupação com o estado de saúde do bebê, uma das principais preocupações das mães de prematuros é permanecer perto da criança o máximo de tempo possível, além do anseio de pegá-lo no colo. Nos hospitais que adotam o método canguru, este sonho pode ser realizado, ainda que aos poucos, em horários específicos e com todos os cuidados necessários para a saúde do bebê e bem-estar materno.
Criada em 1979 na Colômbia, a “posição canguru” surgiu como tentativa de diminuir os altos índices de mortalidade neonatal no País. Na época, imaginou-se que a prática de colocar o recém-nascido contra o peito da mãe poderia substituir as incubadoras, o que permitiria alta precoce, taxas menores de infecção hospitalar e custos menores para o sistema de saúde. No Brasil, os primeiros hospitais brasileiros a adotarem o método foram o Guilherme Álvaro, em Santos, e o Instituto Materno e Infantil de Pernambuco (Imip), no Recife, ambos na década de 1990.
O Ministério da Saúde implementou o projeto em 1999 no SUS (Sistema Único de Saúde). Por meio da Área Técnica de Saúde da Criança e contribuição de consultores, conta com um padrão para este tipo de atendimento com os procedimentos recomendados, que vão desde a orientação necessária às gestantes de risco até os passos para a implementação do programa em instituições de saúde.
O método consiste em sessões definidas de acordo com a saúde do bebê – podem acontecer algumas vezes por semana ou todos os dias. O método “mãe-canguru” é baseado três princípios: o calor, gerado e transmitido pelo corpo da mãe ao entrar em contato com o bebê, que substitui o calor mecânico da incubadora e diminui os riscos de hipotermia e hipertermia; o leite materno, que alimenta o bebê e lhe dá proteção imunológicas contra infecções, e o amor, que estimula a criança a se desenvolver melhor.
Pai também pode – Em alguns hospitais, não são apenas as mães que desfrutam do programa. No ProMatre, por exemplo, os pais também se tornar “cangurus” com seus filhos recém-nascidos e prematuros. É o caso do publicitário Gustavo Fortes, pai de Pedro, de dois meses e nascido de uma gestação de cinco meses e meio. “A sensação é indescritível”, diz ele. Além da emoção, uma das reações mais fortes foi a de nervosismo, especialmente por conta do tamanho do bebê. “Na primeira vez em que o peguei, ele tinha menos de um quilo”. Mas o toque e a tranqüilidade do filho em seu colo deu mais segurança para outras sessões. “Nos primeiros segundos, ele parecia se mexer para se ajeitar no colo. Mas, em seguida, grudava no meu peito e dormia”, diz ele.
A aplicação do método canguru com pais foi destaque também na Folha de S. Paulo, em matéria publicada no dia 25 de junho. Em geral, o método canguru pode ser aplicado a mães e pais, que devem receber, sem camisa, o bebê no colo. As orientações podem ser dadas nas principais maternidades do Brasil.
Na Internet também existe um material extenso sobre o assunto e um dos sites mais completos é o http://www.metodocanguru.org.br, do Ministério da Saúde com patrocínio do BNDES e Fundação Orsa. No endereço, é possível encontrar um histórico do método, perguntas e respostas mais comuns, a norma-padrão do Ministério da Saúde para o programa, além de vídeo, manual e cartilha sobre o programa. O endereço http://www.mulher.org.br/canguru/oquee.htm também possui informações sobre o método, com destaque para as referências bibliográficas.
Choro, xixi na cama, queda no desempenho escolar. Vale tudo na hora de chamar a atenção da família que acabou de ganhar mais um membro. O ciúme é uma mudança de comportamento normal nas crianças e pode ser contornada com algumas orientações e cuidados.
A jornalista Silvia Celani é mãe das pequenas Marina, de 5 anos e meio, e Fernanda, de 2 anos e meio. Ela relatou como foi o processo de adaptação da família com a chegada da mais nova integrante e o que fez para evitar o ciúme e as brigas. “Começamos a preparar a Marina antes mesmo do nascimento do segundo filho. Ela me ajudava a passar creme na barriga e a fazer carinho no bebê. Procuramos envolvê-la da melhor forma, explicando que ela ia ganhar uma amiguinha para todas as horas. Quando a Fernanda nasceu, usamos uma estratégia já conhecida e recomendada por amigos: compramos um presente que a Marina queria muito - uma boneca Barbie - e dissemos a ela que a irmãzinha é que havia dado”, explica.
Segundo a psicóloga Rachel Zausner Skarbnik, a função dos pais é incorporar e aproximar o bebê da criança mais velha garantindo que não há divisão de amor, mas apenas de atenção em determinados momentos. “Quando a mãe amamentar, o pai pode sair com o filho mais velho para dar uma volta”, fala. É fundamental estabelecer um diálogo com a criança para a compreensão da situação. “Sempre dizia para a Marina que a amava do mesmo jeito e ainda mais que antes da chegada da Fernanda. Deixava uma parte do dia reservado só para ela”, relata Silvia.
Existem alguns truques para evitar a decepção dos pequenos. “Quando as visitas para o bebê traziam alguma lembrança, recomendava que tivesse algo simples para a mais velha também. De qualquer forma, eu sempre tinha um presente, pois assim a Marina não ficava ressentida”, diz Silvia. O maior alerta é sobre as comparações entre os filhos. “Ao invés de comentar as notas na escola, valorize as competências individuais de cada um”, explica Rachel.
A dica de Rachel para os pais é deixar claro que a figura do irmão é como a de um parceiro, o que costuma acontecer alguns anos depois. “De forma geral, a Marina recebeu bem a irmãzinha. Hoje, quem tem mais ciúmes é a Fernanda. Pela característica da faixa etária, a mais nova não sabe ainda dividir e isso inclui o colinho da mamãe”, finaliza Silvia.
Serviço
Dra. Rachel Zausner Skarbnik - Psicóloga
R: Manuel da Nóbrega, 354 Cj. 91 - São Paulo
Tel.: 3171-3028
E-mail: rachel.ser@uol.com.br
Uma mãe, um bebê na UTI, uma história triste, mas com um final inspirador. A personagem principal é a terapeuta corporal Maria Julia Miele e o primeiro capítulo iniciou-se com o nascimento de Sofia, que passou um ano e meio na UTI e três meses em home care. Enquanto a filha lutava para sobreviver, Maria Julia viu sua rotina mudar completamente. O isolamento do mundo ficou ainda maior quando Sofia não resistiu e faleceu.
Enquanto acompanhava a luta da valente Sofia, a terapeuta começou a registrar, aos poucos, sua experiência, sentimentos e angústias em um diário. Alguns trechos foram incluídos depois. Com apoio do jornalista Gilberto Dimenstein, criador do Espaço Aprendiz , a brochura virou o livro Mãe de UTI – Amor Incondicional. Lançado em agosto de 2002, a publicação toca, inclusive, em tabus. “Nele eu falo até sobre o luto, que é um tema muito difícil de ser tratado. As pessoas evitavam o assunto. Ninguém perguntava como eu estava me sentindo”, diz a terapeuta.
Concluído o lançamento do livro e inspirada na sua experiência, Maria Julia deu início a um segundo projeto: a criação de uma ONG. Novamente a terapeuta arregaçou as mangas, fez um curso na USP sobre o tema, pesquisou no mercado as entidades existentes e abriu a sua ONG com uma proposta completamente diferente.
Instituto Abrace – Existem hoje dezenas de entidades cujo principal objetivo é divulgar informações sobre doenças. O Instituto Abrace quer tratar o pai e a mãe. A proposta é promover a aceitação do que está acontecendo e a socialização do casal por meio da identificação com outras histórias. “O foco da ação nunca são os pais, o que é um erro gravíssimo. Eles também estão doentes. A diferença é que a criança está sendo tratada por especialistas”, diz Maria Julia. Nessa situação, além do choque, é muito difícil conseguir administrar o tempo, o que provoca isolamento. “Isso pode desencadear uma série de problemas sociais – de depressão a perda de emprego. O divórcio também é comum, porque o casal deixa de dialogar”, informa a idealizadora do Instituto. As armas utilizadas pela entidade são simples: amparo e conforto aos pais por meio da informação.
Com sede virtual, o Instituto Abrace expõe no seu site histórias de casais e um Mural de Mensagens, nos quais as pessoas compartilham suas experiências. Há pedidos de ajuda, mensagens de apoio e desabafos. “Nosso principal foco é a interatividade. A principal colaboração que alguém pode dar é contar a sua história ou dar uma indicação profissional, atendendo a um pedido de ajuda”, diz Maria Julia. A comissão de membros da ONG possui, ainda, outras três mães de UTI. Conta também com oitos colaboradores fixos e incontáveis voluntários.
Apoio – A maioria das pessoas, quando tem um amigo ou familiar com bebê prematuro internado, fica sem saber como agir. A reação mais comum é evitar assuntos delicados, na tentativa de poupar o casal da dor. “Não incomoda perguntar. Pelo contrário, é bom oferecer apoio”, diz Maria Julia.
Os amigos podem, por exemplo, ajudar em práticas corriqueiras, como buscar o outro filho na escolha ou fazer supermercado. Outra sugestão é criar pequenas surpresas, como marcar uma manicure ou cozinhar algo gostoso. “Aos poucos, a gente vai se abandonando; deixa de se cuidar e esquece da família e amigos. Pequenas atenções nessas horas fazem a diferença. Um amigo meu italiano foi um verdadeiro anjinho silencioso na nossa caminhada. Chef de cozinha, ele deixava sempre na portaria de casa um doce. Você não sabe como esse carinho é bacana”, conta a terapeuta.
Hospitais – Algumas maternidades já se preocupam com os pais de bebês prematuros. Para aqueles que querem incrementar essa área, a fundadora do Instituto Abrace tem duas boas sugestões:
- Montar uma sala de descanso restrita aos pais. Basta um local fechado, com cadeiras confortáveis e, eventualmente, TV. Atenção: não é uma sala de visita. Este será um lugar de pausa.
- Encarregar uma enfermeira ou assistente social para acompanhar os pais na primeira visita pela UTI. Sua principal missão será explicar cada procedimento e apresentar os membros da equipe médica e de enfermagem. Com informação combatem-se traumas e mal entendidos, além de gerar empatia. “Os piores momentos são a primeira visita e o encontro após a primeira grande cirurgia. O impacto é muito forte”, conta Maria Julia.
Mensagem de apoio – O principal recado que Maria Julia quer dar para os pais de bebês prematuros é “Encontre o seu Deus, não importa que nome Ele Tenha, e acredite Nele”.
Para mim, as férias de julho significam um pouco de mais paz. O trânsito na cidade diminui absurdamente e o silêncio, principalmente para quem mora perto de escolas, é inacreditável. Para quem tem criança pequena, o quadro é totalmente o oposto. Pensando nisso, a Veja SP traçou um roteiro bem bacana, levando em consideração as diferentes idades dos pestinhas.
A equipe do A Família Cresceu também resolveu ajudá-los com dicas preciosas em diferentes áreas:
No fundo do mar - Aproveite para conhecer a grande novidade da cidade, o Aquário de São Paulo. Localizado no Ipiranga, zona sul da cidade, possui 22 tanques e mais de 200 espécies de peixes, todos de água doce. Quem quiser fugir da capital, pode visitar o Aquário Municipal de Santos. Inaugurado em 1945, o espaço foi remodelado e apresenta 4 mil animais, como tartarugas marinhas, arraias e tubarões. Aproveitando a ótima localização do Aquário, faça um passeio pelo belo calçadão de Santos.
Abusando da criatividade- O Museu Lasar Segall promove, entre 11 e 14 de julho, o curso de férias para crianças a partir de 5 anos. O destaque são as atividades plásticas aplicadas em oficinas com noções básicas de pintura, desenho, gravura e escultura. Além disso, as crianças participam de jogos e brincadeiras e ainda conhecem a obra de Lasar Segall em visita às exposições do Museu. As inscrições estão abertas até o dia 9 de julho, das 9h às 13h e das 14h às 18h por telefone. O curso terá duração de oito horas e conta com duas turmas de 20 alunos cada. A oficina acontece de terça à sexta-feira, das 10h às 12h (com orientação de Fernanda Brito e Paula Torelli) e das 15h às 17h (com orientação de Branca Pimentel e Marina Oliveira). O valor é de R$ 120 com a taxa de material inclusa. Há desconto de 20% para os Amigos do Museu.
Quem quiser desenvolver o lado pizzaiolo ou alquimista do filho, pode procurar os cursos da Bem Me Quer Sports , que acontecem de 24 a 28, em diferentes horários. Há, ainda, oficinas diferentes, como de rastafári, boneca de pano e streetdance.
Radicais – Para pais e filhos que gostam de aventura, uma boa opção é dar um pulo até São Roque. Localizada a apenas 54 km da capital, a cidade possui, além de um clima agradável, o Ski Mountain Park. A 1,2 mil metros acima do nível do mar, o local conta com uma pista de ski e snowboard, tobogã, teleférico, playground, além de toda a infra-estrutura para alimentação.
Na capital, as famílias podem testar também suas habilidades no Circuito de Cordas. A atração, oferecida pelo SESC Santana, exige destreza e equilíbrio para transpor um trecho de 25 metros cheio de obstáculos como ponte, falsa baiana e um túnel suspenso em corda.
Soltando a Imaginação - O Museu de Arte Mágica reúne um acervo com 100 pôsteres coloridos, 500 aparelhos de mágica e 500 fitas de vídeo que contam a história da magia de 1898 para cá. Os visitantes são recepcionados pelo fundador do museu, o mágico Mister Basart.
A sugestão do Sesc Ipiranga é a oficina de invenção de histórias, que, por meio de vídeo, gravações em áudio e de livros, busca aproximar e estimular a criança para a criação literária.
Outras dicas – Quem optar por fazer viagens mais longas com a criançada, vale conferir os conselhos dados pela agente de viagens Anette Wajnsztejn para hospedagem em hotéis e outros cuidados necessários para seu passeio não virar programa de índio.
Serviço
Aquário de São Paulo
Onde: R. Huet Bacelar, 407 – Ipiranga
Telefone: 2273 5500
Entrada: R$ 18
Aquário Municipal de Santos
Onde: Av. Bartolomeu de Gusmão, se/ n°
Telefone: (13) 3236 9996
Entrada: R$ 5
Ateliê de Férias No Museu Lasar Segall
Período: 11 a 14 de julho de 2006
Horário: terça a sexta-feira, das 10h às 12h e das 15h às 17h – duas turmas distintas.
Número de vagas: 20 para cada turma
Preço: R$ 120, inclusa a taxa de material.
Onde: Rua Berta 111, Vila Mariana
Telefone: (11) 5574-7322.
Bem Me Quer Sports
Onde: R. Ministro Jesuíno Cardoso, 52 – Vila Olímpia
Telefone: 3044 1108
Entrada: R$ 15 (por dia de aula) ou R$ 70 (cada curso)
Museu de Arte Mágica
Onde: Rua Silva Bueno, 519 - conjunto 42 – Ipiranga
Telefone: 6168-7000 e 94463000
Entrada: R$ 5
Circuito de Cordas
Onde: SESC Santana - Avenida Luiz Dumont Vilares, 579
Telefone: 11 6971-8700
Entrada: A partir de 5 anos. Grátis
Oficina de Invenção de Histórias
Onde: SESC Ipiranga – Rua Bom Pastor, 822
Telefone: 11 3340-2000
Entrada: 30 vagas. Acima de 7 anos
A última edição da Revista Fotosite traz a história do repórter fotográfico Nauro Júnior, que registrou, ao lado da esposa, a jornalista Gabriela Mazza, os difíceis três meses de sua filha.
Sofia nasceu prematura e até ser levada para casa pelos pais venceu várias batalhas. Após o nascimento, ficou 24 horas na UTI, foi transferida com icterícia para a unidade semi-intensiva, foi acometida por uma infecção hospitalar gravíssima, passou por uma delicada cirurgia no pulmão e chegou a sofrer parada cardíaca. “Depois de três meses morando num hospital, percebemos o quanto é importante visualizar a ‘luz no final do túnel’, e nossa história quer dar ânimo e luz a quem está numa situação difícil”, contou Júnior para a reportagem da revista. “Depois da tempestade, quando juntamos nossas impressões, vimos que tínhamos feito uma grande reportagem de vida”.
O trabalho desenvolvido pelo casal gerou a exposição “Mundo de Sofia”, qeu está percorrendo hospitais e congressos médicos no Rio Grande do Sul. A história e fotos da família podem ser conferidas também no website do Instituto Abrace, organização não-governamental destinada a dar amparo e conforto aos pais de crianças internadas em UTI.
A matéria de hoje da jornalista e blogueira Claudia Colluci na Folha de S.Paulo traz dados alarmantes: o adulto está por perto em 78% dos acidentes infantis.
A pesquisa, realizada no ano passado pela ONG Criança Segura e pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) em 23 escolas públicas e privadas de São Paulo, ouviu 4.616 pais ou responsáveis. “A maioria (55,3%) se machucou em casa. Outros 30%, na rua. A escola foi palco de 9% dos casos. É motivo para os pais estarem atentos a partir de hoje --início das férias escolares”, diz a reportagem.
A Folha também alerta que, segundo o Ministério da Saúde, 6 mil crianças morrem e outras 140 mil são internadas todos os anos vítimas de acidentes evitáveis, muitos dos quais com seqüelas permanentes.
Nós já tínhamos alertado aqui, no blog A Família Cresceu, sobre esse assunto. Para a Dra. Renata Waksman, autora do livro “Crianças e Adolescentes Seguros” e presidente do Departamento Científico de Segurança da Criança e Adolescente, a principal orientação para os papais e mamães pode ser resumida em uma palavra: prevenção. Para conferir as principais dicas de segurança, clique aqui.
Quando entro numa loja ou converso com alguma criança, fico impressionada com a quantidade de brinquedos diferentes e, principalmente, com os aparatos tecnológicos que eles oferecem. Por mais instigantes que sejam, sempre fico em dúvida se essa nova geração está mesmo aproveitando a infância. Uma boneca de pano, uma bola de capotão e um iô-iô são simples, mas muito divertidos.
Neste final de semana, no intervalo da Copa do Mundo, sugiro que você leve seu filho para conhecer um pouco desses brinquedos do passado. No domingo, por exemplo, a Casa de Dona Yayá, na Bela Vista, promove uma atividade que mescla brincadeiras com construção de brinquedos de girar, como peão e catavento. Outra opção é a Casa dos Sonhos, que reúne brinquedos antigos produzidos pela Estrela. Quem gosta de espetáculo pode aproveitar, ainda, a Mostra de Teatro de Mamulengo, com bonecos de luvas e varetas.
Bjo,
Tati
Serviço:
Casa de Dina Yayá
Onde: Rua Major Diogo, 353 – Bela Vista
Quando: Domingo, das 10 às 12h
Telefone: (11) 31063562.
GRÁTIS
Mostra de Teatro de Mamulengo
Onde: Sesc Avenida Paulista – Piso Térreo
Av. Paulista, 119 – Bela Paulista
Quando: Domingo, às 15h.
Telefone: (11) 3179 3700
GRÁTIS
Casa dos Sonhos
Onde: Avenida República do Líbano, 501 – Ibirapuera
Quando:segunda à sexta-feira, das 09h às 18h, e aos sábados, das 10h às 15h
Telefone: (11) 3887-2065.
Que pai não sonha em ver seu filho como um grande jogador de futebol?
O pai do Fred, jogador da seleção e autor do segundo gol contra a Austrália, montou um blog para extravasar todo o orgulhoso que sente do filho goleador.
“A verdade é que Fredinho sempre me deu muita alegria. Mas essa agora e o nascimento da minha netinha Geovanna ficarão gravadas pra sempre na memória. Tenho certeza de que não se trata apenas de sorte. Além de muito trabalho, pois sei que tem alguém lá em cima olhando por ele: minha falecida esposa Giselda, sua mãe. Antes de partir, ela disse: Cuidem bem desse aqui, porque é ele quem vai dar certo”, diz o Sr. Juá, em um dos posts.
Como hoje todo mundo quer saber somente do jogo do Brasil, segue um vídeo bonitinho sobre futebol e o sonho de ter um craque dentro de casa.
Já discutimos aqui no blog a polêmica em torno do projeto de lei que pretende ampliar a licença-maternidade para seis meses. No post Carreira X Filhos , publicado no final de março, trouxemos diferentes opiniões de mulheres relacionadas ao assunto. Desde então, essa história ganhou novos capítulos.
Liderada pela Sociedade Brasileira de Pediatria, Ordem dos Advogados do Brasil e Frente Parlamentar da Criança , a campanha Licença-maternidade: Seis meses é melhor! está ganhando apoio Brasil afora. Diversos municípios do Amapá e do Ceará concederam a prorrogação da licença e estenderam o benefício às servidoras que já estavam de licença na data da publicação da lei. A primeira capital do Brasil a aderir foi Vitória, no Espírito Santo. Especula-se que os próximos estados a apoiar a campanha serão Paraná e Mato Grosso.
No orkut, a comunidade que defende a campanha e coloca em discussão temas relacionados ao assunto já possui mais de 600 membros. A SBP também lidera um abaixo-assinado e torna disponível informação sobre a tramitação nos municípios em seu portal.
A jornalista, blogueira e mãe Carla Danaher soltou o verbo em seu blog, após ler um artigo no jornal australiano Herald Sun sobre as mamães-famosas. "Eu pessoalmente acho que Gwyneth Paltrow e Madonna têm muito a se explicar", vocifera. Para Carla, as celebridades pintam um quadro da maternidade bem diferente da realidade. Como bem descreveu a articulista do veículo de Melbourne, Susie O'Brien, "as mães-celebridades são esguias, sexys, ricas, realizadas na carreiras, mas aparentemente as crianças sempre vêm em primeiro lugar". Doce ilusão, segundo Carla, que acha que as coisas não mudaram tanto dos tempos da mãe dela para cá.
Com o passar dos anos, é óbvio que foram criados inúmeros serviços e produtos que tornam a vida da mamãe mais fácil. "Hoje a gente tem muitas facilidades. Eu acho, por exemplo, que as fraldas noturnas são a melhor descoberta do século", diz a relações-públicas Daniela Serres, mãe de Sofia, de seis meses. A luta, entretanto, para voltar ao peso, retomar a carreira, sem contar as noites em claro, continuam sendo desafios. "Quem nao está preparado demora muito mais tempo pra se acostumar. É preciso ter plena consciência de que sua vida vai mudar totalmente, vc vai perder sua liberdade, suas horas de sono etc. Como você tem alguém que depende de você para tudo, é preciso ter mais responsabilidade e cuidar bem melhor de si e de sua saúde", aconselha Daniela, que já retomou o trabalho.
A jornalista Renata Asprino, mãe de Ana Clara, lembra, ainda, que as celebridades contam com a ajuda de babás. "Quem tem dinheiro e pode contratar uma boa profissional para cuidar do seu filho leva a vida muito mais fácil", diz. Assim como Daniela, a jornalista concorda que a chegada de um bebê requer uma boa organização e jogo de cintura para enfrentar os imprevistos. "A missão não é impossível e as mudanças, sem dúvida nenhuma, são para melhor", avisa Renata.
A Copa do Mundo contagia e influencia a vida de todo mundo, até dos pequenos. Futebol vira tema de festinhas; a casa e a escola são decoradas com bandeirinhas do Brasil; a camisa canarinho vira a vestimenta favorita, sem contar que há muito papai e mamãe que decide dar a seus filhos nomes de craques da seleção.
Um berçário paulistano, chamado B&B Balou Lounge, resolveu promover até a sua versão da Copa. Em campo, alunos do Maternal e Jardim 1 - todos com menos de 4 anos de idade e loucos para mostrar o que andam aprendendo sobre os encantos de brincar com bola e fazer gols. Uma programação especial também foi montada para estimular a curiosidade das crianças e conta até com aula de culinária. No cardápio, docinhos verde-e-amarelo. "As crianças estão muito curiosas sobre tudo o que se refere à Copa do Mundo. Estamos aproveitando este interesse para apresentar a elas novos conhecimentos em áreas diversas, como história, artes e, claro, futebol", explica Fabiane Guimarães, coordenadora pedagógica do berçário.
A iniciativa remete ao post da Ju sobre estimulação infantil e é um bom exemplo de como a escola pode ser uma grande aliada no desenvolvimento do seu filho.
O bebê chegou e agora a mamãe precisar voltar ao trabalho. O que fazer?
Uma das melhores saídas é deixá-lo em casa, onde está menos vulnerável às doenças e infecções transmitidas por outras crianças em ambientes coletivos.
Em destaque, acompanhando a demanda do mercado, estão as agências de babás, um serviço que cresce cada dia mais. As empresas promovem cursos e treinamentos focados em temas como segurança, higiene e saúde infantil. A futura babá também precisa aprender a conciliar a diversão com a educação e compreender o desenvolvimento emocional das crianças. As agências facilitam a contratação da babá selecionando as profissionais de acordo com o perfil desejado pelos pais.
A psicóloga Angela Clara, diretora técnica da Unire, empresa focada em desenvolvimento humano, explica os fatores que devem observados pelos pais ao procurarem uma profissional. “A primeira medida para acertar a escolha é saber o que se procura. É importante definir os aspectos práticos da sua necessidade como horários, folgas, salários e tarefas”, explica.
As agências não são a única forma para contratar uma babá. Os caminhos mais comuns vão desde anúncios em jornais até a conversa com conhecidos. “Os veículos de comunicação podem ser um recurso de alto risco, pois quadrilhas de bandidos e pessoas mal intencionadas utilizam esses meios para ‘laçar’ suas vítimas”, alerta Angela.
Sabrina Baldjão, mãe do pequeno Renato de quatro meses, recebeu a indicação de uma profissional, mas mesmo assim continuou receosa. “A babá chegou logo depois que engravidei, assim poderia fazer alguns testes enquanto estava em casa”, diz. A decisão final foi pela profissionalização em um dos cursos do Unire.
Outro cuidado importante é na hora da entrevista. Agende horários em que possa conversar com calma e veja se a candidata sorri quando fala de crianças, se é carinhosa e avalie sua expressão. Cheque também o asseio corporal e a maneira de falar. “Um bom teste é saber o que a babá faria em situações extremas ou se contaria a verdade em caso de quebra de algum objeto da casa”, fala Simone.
No final das contas, o teste para a contratação vem através de um velho clichê. “É importante ter empatia com a pessoa, mas no final o que prevalece é a intuição de mãe”, finaliza Simone.
Dicas para contratar uma babá:
- Converse com a candidata sobre sua família, com quem mora, o que gosta de fazer nas folgas, se faz algum tipo de tratamento;
- Pesquise sua escolaridade;
- Pergunte como era sua rotina com as outras crianças que já cuidou, seus gostos, as atividades realizadas, brincadeiras etc;
- Para verificar referências, peça um número de telefone fixo. É mais fácil apresentar dados falsos por celulares;
- Se optar pela contratação, converse sobre a rotina da sua casa e o sistema adotado. Defina horários para as tarefas, além de relatar todo o trabalho da babá;
- Para gerar sintonia entre a mãe, criança e babá acompanhe o trabalho da profissional durante um período de adaptação. Deixando-a sozinha, o bebê pode ficar ansioso e angustiado por não ter a mãe por perto de uma hora para outra.
Serviço:
UNIRE Desenvolvimento Humano
Angela Clara – psicóloga e diretora-técnica
Tel: (11) 5575-6300
Hoje é cada vez mais comum as famílias terem um pet em casa. E geralmente eles reinam absolutos, em especial quando o casal ainda não tem filhos (humanos). O bichinho circula pela casa toda, sobe no sofá, deita na cama, come do bom e do melhor, concentra toda a atenção dos donos.
Só que quando a mulher fica grávida, tudo muda: a atenção e os cuidados são voltados para a chegada do bebê e o bichinho, que antes era o rei da casa, fica em segundo plano. Pode parecer bobagem, mas o animal pode até ficar doente diante dessas situações. É sobre isso que falaremos no post de hoje.
Para a médica veterinária Mariana Rocco Costa Dobroca, proprietária do canil e hotelzinho Uil Petit, é inevitável que a atenção diminua, mas os donos não podem simplesmente mudar toda a rotina do animal repentinamente. Assim como o casal prepara-se mês a mês para a chegada do bebê, é preciso também preparar o pet para isso. Para a especialista, os cachorros são mais problemáticos, pois apresentam uma dependência emocional muito maior do que gatos, por exemplo. “Os cachorros são muito mais apegados aos seus donos e sofrem mesmo quando se sentem rejeitados, deixados de lado. Essa situação pode trazer problemas de saúde”, diz Mariana.
Se o cãozinho estiver triste, sem apetite, muito sonolento, sem disposição para brincar e chorando sem motivo aparente, pode ser um sinal de depressão ou estresse, que podem causar uma queda brusca de imunidade, deixando o animal mais suscetível a doenças.
Mariana, que está grávida de seis meses, dá as dicas para que seu animal continue feliz e saudável, mesmo deixando se ser o rei do lar:
- Se você pretende mudar a caminha do cachorro de lugar, arrume um outro local confortável e protegido e o coloque para dormir lá pessoalmente. Antes de sair, fique um tempo fazendo carinho para ele se acalmar. No começo, o cachorro não vai aceitar muito bem, mas acaba se acostumando.
- Continue separando um tempinho para brincar com ele. Pode ser pela manhã, quando você chegar do trabalho, ou, após o nascimento, quando o bebê estiver dormindo.
- Não suspenda o contato físico com o cão. Na gravidez, e mesmo após o parto, os cuidados com higiene devem ser redobrados, mas isso não significa que é proibido tocar no cão.
- Prepare um “cantinho” para o animal, com os bichinhos preferidos, ossinhos, biscoitos. Mostre que ele ainda possui um território só seu.
- Faça todas as mudanças gradativamente. Não adianta deixar o animal manter sua rotina durante os nove meses e querer modificá-la no dia em que o bebê vai para casa. Isso só vai trazer dor de cabeça para você e sofrimento para o animal.
Não fui vítima de acidente doméstico, mas, como filha de pediatra, acompanhei várias histórias, como a de um garotinho que engoliu moedas. Saí perguntando aqui na agência e todo mundo tinha um caso pra contar: a sobrinha da Ju enfiou uma lantejoula no olho; a Márcia, aos 3 anos, subiu na cadeira para atender o telefone e quebrou o braço; o Filipe puxou uma gaveta e a TV caiu sobre ele.
Desastres à parte, esse assunto é bem sério. “Os acidentes domésticos são, ao lado da violência, a principal causa de morte de crianças maiores de um ano”, adverte a presidente do Departamento Científico de Segurança da Criança e Adolescente e membro da Sociedade Brasileira de Pediatria, Dra. Renata Waksman. As estatísticas apontam que os acidentes fatais mais freqüentes acontecem no trânsito, seguidos dos afogamentos e da sufocação. Entre os casos de morbidade, em que a criança tem que ser hospitalizada, destacam-se as quedas, os atropelamentos e as queimaduras.
A principal orientação para os papais e mamães pode ser resumida em uma palavra: prevenção. “Antecipe-se aos acidentes, investindo em segurança. Em 95% dos casos os acidentes podem ser prevenidos”, diz a Dra Renata. Muitos pais não se preparam adequadamente para a chegada do bebê e acabam pecando logo na saída da maternidade. “É comum ver a mamãe no banco de trás, carregando a criança no colo. Não pode. Tem que comprar o assento infantil. Somente lá seu filho está seguro”, informa a médica que acaba de lançar o livro “Crianças e Adolescentes Seguros”. Em 336 páginas e com uma linguagem acessível, o livro propõe ações simples para evitar traumas físicos e psicológicos.
Outras dicas importantes são:
- Compre somente produtos testados. O livro Dra Renata e da SBP traz boas orientações neste sentido. Outra fonte indicada é a Pro Teste.
- Proteja tomadas e janelas.
- Evite a entrada de crianças na cozinha. “Este é o cômodo mais perigoso, onde mais acontecem acidentes”, diz a Dra. Renata. Uma boa opção é a compra de protetores e barreiras, que também podem ser utilizadas nos acessos da casa que levem à escadas.
- Atenção redobrada com banheiras plásticas, tanques, baldes e bacias. Acredite, há casos de afogamentos de crianças.
- Tome cuidado com medicamentos, produtos químicos, material de limpeza e cosméticos. Eles devem ser armazenados em lugares altos e, de preferência, trancados com chave.
- Mantenha alfinetes, botões, fósforos, tesouras, facas e outros objetos pequenos ou cortantes fora do alcance das crianças.
- Sacos plásticos, fios de telefone longos, arreios e travesseiros fofos podem asfixiar ou estrangular.
Em agosto, começam as gravações da segunda temporada de Supernanny, exibido pelo SBT
O canal de Silvio Santos acertou a compra com o canal inglês Channel Four, após obter uma média de 14 pontos de audiência com a primeira temporada.
Segundo o jornal O Estado de S.Paulo, mais de 12 mil famílias se inscreveram para receber em sua casa a especialista em educação infantil Cris Poli. Embora não tivesse trabalhado como babá na vida, a argentina parece ter agradado os brasileiros e, principalmente, os papais preocupados em educar os seus pequenos.
A primeira temporada do Supernanny ainda está no ar. O último episódio está previsto para ir ao ar no dia 25 de junho. O programa é exibido pelo SBT aos sábados, às 20h30, e aos domingos, às 16h.
Em meio à loucura que tomou conta de São Paulo ontem, você já parou para pensar como estava a cabecinha do seu filho? É claro que ele notou a quebra na rotina, que a escolinha fechou as portas mais cedo ou mesmo a sua expressão preocupada.
A imprensa restringiu-se à cobertura - em boa parte, sensacionalista - dos atentados e do pânico que tomou conta da maior cidade da América Latina. Nenhum veículo preocupou-se em orientar a população. A colunista da Folha de S.Paulo e psicóloga Rosely Sayão
foi a primeira, se não a única, a tocar no assunto.
No artigo publicado hoje, Rosely recomenda conversar com a criança sobre o assunto, sem entrar em detalhes. “É preciso, também, dar a elas alguma garantia. Nada que seja irreal ou impossível, mas que sinalize que os adultos responsáveis por cuidar delas estão a postos e atentos”, explica a psicóloga.
Outras dicas são:
- Poupar as crianças pequenas do noticiário;
- Escutar o que elas têm a dizer;
- Utilizar uma linguagem que faça sentido para elas. Rosely sugere, como exemplo, explicar “que tem gente brigando na cidade e que isso é perigoso”.
Assinantes do UOL podem acessar o artigo na íntegra, clicando aqui endereço
Data que não pode passar em branco neste blog é o Dia das Mães. Bom, fui buscar no meu passado mineiro, na música que minha mãe e seus vários irmãos cantavam quando crianças para a minha avó, uma canção singela e nostálgica. Como acontece com muitas cantigas, a autoria não foi encontrada. A tradição oral fez o trabalho de disseminá-la sem o devido crédito – importante nos dias atuais.
Fora os traços da época, como a canção retrata, a homenagem é atemporal. A mulher mudou, conquistou espaço e aperfeiçoou ainda mais as sociedades como só ela podia. Conseqüentemente, as mães se transformaram.
De qualquer forma, para as mães modernas e quadradas, jovens e senhoras, típicas e surpreendentes, animadas e tranqüilas, presentes e ausentes, rígidas e frouxas, ciumentas, de todas as raças, cores e credos, fica a homenagem. Sou do time que acredita que as demonstrações de afeto são melhores e vão muito além do consumismo da data.
Chega de papo, aí vai a canção! E que seja um estímulo para boas e emocionadas lembranças:
“Mamãe, mamãe, mamãe
Tu és a razão dos meus dias
Tu és cheia de amor e esperança
Mamãe, mamãe, mamãe
Eu cresci e o caminho perdi
Volto a ti e me sinto criança
Mamãe, mamãe, mamãe
Eu te lembro de chinelo na mão
De avental todo sujo de ovo
Se eu pudesse
Eu queria outra vez mamãe
Começar tudo, tudo de novo”
E você, qual a música que lembra sua mãe? Deixe sua resposta nos comentários.
Abs,
Rodrigo (nascido e criado em Juiz de Fora, Minas Gerais, por Silvia e Bernardo)”
A internet, principal aliada dos curiosos, é o primeiro local para onde correm as mamães que querem mais informações para cuidar de seus bebês, curtir a gravidez e ter dicas de compras, produtos ou troca de experiências. De olho nesta fase da vida da mulher, algumas empresas oferecem clubes virtuais preparados para reunir informações especiais para a família que vai receber um novo integrante.
A para orientar os pais sobre cada etapa do crescimento da criança.
Já a Natura criou o Programa de Relacionamento Mamãe e Bebê. Todos os links do site são espalhados por um quarto fofo de criança (para entrar, é preciso clicar na porta enfeitada com um ursinho). São matérias e dicas voltadas especialmente à mãe, desde a gestação e evolução do bebê (até os três anos), moda, cultura e lazer, saúde e nutrição – sempre com dicas de especialistas.
O que chama a atenção, porém, é o espaço dedicado à interatividade: quem se cadastrar no site pode personalizar a página, com as opções de colocar as fotos de seu bebê no mural, trocar o jardim que se vê pela janela do quarto e até baixar músicas – que são instrumentais, mas com opção de imprimir a letra para que a mãe cante para o bebê. O site oferece ainda um diário online, que pode ser compartilhado e, para as crianças um pouco maiores, desenhos que podem ser impressos para colorir. A exemplo do Clube Johnson´s, o cadastro é simples e gratuito, e permite o acesso a todas as áreas do site.
A fotógrafa australiana Anne Geddes ficou famosa mundo afora por suas fotos fofas com bebês e crianças. Não há quem não reconheça seu trabalho, seu nome virou marca e suas obras são reproduzidas em bolsas, camisetas, calendários e até jóias.
Com produções e cenários bem-feitos, Anne apropriou-se de uma mania que qualquer pai ou mãe tem: registrar cada reação do seu filho para poder ver quantas vezes quiser, para exibir para os amigos ou até para desconhecidos. Se você digitar a palavra baby no Youtube, por exemplo, aparecerão mais de 25 mil opções de vídeo. A gravação é caseira e é um bom indicativo de como as pessoas gostam de exibir as peripécias e gracinhas do seu filho.
Na contramão, muitos pais também recorrem a profissionais especializados, conforme conta a fotógrafa Solange Del Pozzo. “Registrar o próprio evento não é tão fácil quanto parece. Contratar um profissional com experiência para cobrir momentos importantes, como festas de aniversários e batizados, é um dinheiro muito bem empregado”. Atuando há 13 anos neste mercado, Solange já conquistou um público cativo. Em breve, por exemplo, fará uma festa de debutante. A aniversariante é sua cliente desde os dois anos. “A experiência conta muito na hora de trabalhar com crianças. É preciso conquistar a confiança dela para obter a melhor exposição”, conta a fotógrafa, que fez curso de especialização em psicologia infantil. Para Sergio Santório, o mais importante é que a criança esteja à vontade. “O fotógrafo tem que abstrair o carisma da criança para ter uma foto de valor”, diz.
Vantagens de contratar um fotógrafo profissional:
- A qualidade do material, com certeza, será bem melhor, já que os profissionais possuem os equipamentos mais adequados.
- Você fica despreocupado e pode aproveitar o evento com o seu filho
- Você também aparecerá nos registros (fotos ou vídeos).
Na hora de contratar um profissional, as principais dicas são conhecer seu portfólio e, se possível, obter referências deles. “É claro que o dinheiro é importante, mas sugiro buscar um profissional que esteja envolvido com a arte da fotografia. Eu me preocupo em exercer a minha cultura”, conta Sérgio. Além da ideologia, cada fotógrafo tem também uma maneira de cobrar por seus serviços – de horas trabalhadas a número de fotos. Na pesquisa feita pelo blog A Família Cresceu, os preço variavam de 400 a 2 mil reais.
No início de abril, o SBT colocou no ar a versão brasileira do Supernanny, campeão de audiência na Inglaterra, onde foi criado, e outros 45 países. Trata-se de um programa reality show onde uma babá profissional observa, palpita e tenta colocar ordem no comportamento da família com filhos. No Brasil, a Supernanny é encarnada por Cris Poli, na verdade uma argentina que mora aqui há 30 anos e foi escolhida entre dezenas de candidatas. O programa vai ao ar aos sábados, às 20h30, no SBT, e tem reprise no domingo, às 15h50.
A versão brasileira está divertida até. No sábado passado, a Supernanny foi designada a dar um jeito na confusão que os quadrigêmeos faziam na família do casal Adriana e Mario. Dois meninos e duas meninas de 4 anos que têm diferentes personalidades e que dominavam a casa. Dava para perceber que a mãe tenta colocar alguma ordem, mas o papai acabava perdendo um pouco a paciência. No meio de tudo, o quarteto fazia o que queria. Supernanny tentou colocar algumas regras e, pelo visto, conseguiu em um primeiro momento. A questão agora é mantê-las.
Foi mais uma sacada de Silvio Santos que comprou alguns programas estrangeiros de sucesso, que normalmente estão na TV fechada, e repetiu em seu canal aberto. Por enquanto, o Supernnany está bem nas pesquisas. Mas que dá um calafrio ver o programa, quando estamos grávidas, isto dá.
A Marcella, uma amiga, me mandou esta seqüência de fotos que vocês podem abrir neste post. Elas me fizeram pensar. Sinceramente, nunca fui uma pessoa, digamos, muito próxima dos animais. Sempre preferi que tivéssemos, pelo menos, alguns metros de vazio entre a gente. E, apesar de os meus pais também não fossem muito afetos a eles ao longo de minha infância, tivemos as mais variadas espécies na casa onde morávamos: cachorros, papagaio, pato, coelho, galinha. Sem contar os invasores: gatos, gambás e até ratinhos - vocês não imaginam o areal que era a Barra da Tijuca nas décadas de 70 e 80...
Pois é, fiquei imaginando por que não fiquei apegada a eles, mas não cheguei a uma conclusão definitiva. Talvez pelo fato de meus pais não ligarem muito para animais. Talvez seja minha personalidade mesmo. No entanto, para que o fato não se repita na próxima geração, penso em ter um bichinho de estimação em casa. Claro que só depois de as crianças estarem maiores e entenderem melhor do que se trata. Afinal, no início, já terei muito trabalho com os meus filhotinhos.
A comemoração da Páscoa é um momento alegre, que brinca muito com a fantasia da maioria das crianças. Todas querem saber o que vão receber do coelhinho. Mas não são só as crianças que saem ganhando. Os pediatras normalmente são agraciados com agrados e doces, já que estão constantemente presentes na vida dos pequenos. E foi assim que as trigêmeas Luiza, Lorena e Laura retribuíram o carinho do pediatra Alberto Wajnsztejn, com três coelhinhas e uma cesta de bombons. Aproveitamos a ocasião para desejar a todos uma Páscoa muito doce e cheia de alegrias.
Diego e Susy encontraram uma maneira diferente de registrar o efeito da passagem do tempo sobre sua família. Desde que se casaram, em 76, os argentinos criaram o ritual de fotografar-se todos os anos, no dia 17 de junho. Recentemente passaram a publicar suas fotos no site Zone Zero . É interessantíssimo acompanhar o envelhecimento do casal e o crescimento de seus filhos ao longo dos anos!
Mas o que fazer quando os pequenos também embarcam nas férias dos pais?
De acordo com a agente de viagens Anette Wajnsztejn, para uma viagem com crianças transcorrer sem problema algum, planejamento e bom senso são fundamentais. “Os pais têm que perceber que, numa viagem com crianças, elas são a prioridade e ditam o ritmo dos passeios. Achar que os adultos vão conseguir fazer absolutamente tudo o que querem é um engano”, alerta Anette.
Para onde ir?
Para começar, é preciso escolher um local adequado para levar os pequenos: verificar se aceita crianças, se tem uma cozinha separada para bebês, se o hotel dispõe de berço, se possui serviço de babá para bebês e monitoria para os mais crescidinhos são os primeiros passos para organizar a saída.
Fazer uma pesquisa sobre as características do destino também é importante. De acordo com Anette, verificar o clima do local, se chove muito ou não, como é a culinária regional, pode evitar muitos transtornos. “Não adianta levar um bebê para um centro de esqui, com temperaturas baixíssimas, porque a única coisa que o pai vai conseguir é deixar seu filho doente”, diz ela.
Boas opções são os hotéis-fazenda, que muitas vezes estão próximos dos centros urbanos, ou os resorts, que contam com uma infra-estrutura própria e bem organizada para receber as crianças.
Caras, a Ana Alice nos enviou este texto lindo sobre a maternidade/gravidez. Queremos compartilhar com vocês por que, com certeza, todas as mães devem sentir o que ela sentiu e sente. Valeu, Ana. bjs, Roberta
Mãe é mãe desde que engravida até morrer. Parece drástico mas é verdade. Eu sei que pai também se preocupa, sente, ama mas é diferente. É dentro da nossa barriga, do nosso corpo que bate um novo ser vivo e tudo o que você faz, desde a gravidez, já influencia o seu bebê. Primeiro você vê o teste positivo e vai caindo a ficha. Aí você se pega descendo a escada como uma senhora de 80 anos, com todo o cuidado, pensando antes de comer e ver se é saudável ou não, você deixa de ser você somente e passa a ser você e o bebê. A gravidez muda a vida da gente em tudo, até na forma como você é tratada pelas pessoas. Carinhosamente pelos familiares, com olhares cuidadosos e simpáticos pelos desconhecidos, mas também com olhares reprovadores se sai da linha.
Eu já ouvi de uma vendedora um "sua médica não te disse que não pode usar salto alto?". Todo mundo quer passar a mão no seu bebê, ou seja, na sua barriga, mas isso é mero detalhe. É um monte de mudanças e eis que você se vê um dia, desesperada, de calcinha e soutien, na frente do espelho, gorda, sim, porque no início você parece somente uma gordinha, e nenhuma roupa cabe na nova forma. Aí você nota que mais mudanças estão chegando. Como trabalhar, sem roupas? Os sapatos de salto são perigosos, a sua bolsa pesada, de tanta tralha que você acostuma carregar precisa ficar mais leve, é muita mudança. E começam então os conselhos de pessoas mais experientes, mas às vezes meio desatualizadas, de mães da sua geração, com quem eu costumava conversar para pedir conselhos, e de curiosas. Os curiosos teóricos são os melhores. Falam tudo que leram nos livros, mas não sabem trocar uma fralda. Sabem todas as teorias freudianas sobre crianças, mas nunca tiveram uma barriga pesada para carregar, no verão então, nem se fala. O pior é que muitas vezes mãe de primeira viagem, e eu me incluo nelas, ouve mais do que deveria e guarda algumas "dicas" que não são exatamente próprias à realidade. Durante a gestação começa o papo cesária ou parto normal, amamentação, estrias, exercício durante a gravidez e tantos outros assuntos obrigatórios.
Bom, eu sou mãe de dois filhos e tenho lá as minhas experiências, todas as mães têm. Mas o principal aprendizado que eu tirei disso tudo é que você precisa respeitar o seu ritmo, seja de vida, seja do seu filho, seja do que melhor te atende. Eu queria muito parto normal, mas acho quem, nesse caso, vale a experiência da minha médica que diz que não se deve correr riscos desnecessários. Para que bater o pé que quer um parto normal se há riscos para o bebê ou para a mãe? Não tive nenhum dos meus partos normais, infelizmente... ou felizmente pois ambos nasceram saudáveis. O meu primeiro filho estava enrolado no cordão umbilical, a segunda não tinha dilatação. Aprendi disso tudo que não dá para ser radical e arriscar uma vida de felicidade por causa de um dia. Se é cesária, que seja. É mais difícil a recuperação, deixa a cicatriz, mas fazer o quê? No primeiro parto, fiquei toda triste ao ver a mãe do quarto do lado saindo com seu bebê no colo enquanto eu andava com dor e o meu bebê saía no colo da minha mãe por eu não ter como carregá-lo. Depois, você releva e segue em frente. O que tiver que ser será. E olha eu aí na segunda cesária. Começa então o papo amamentação. A gente vê as campanhas, os anúncios de dia das mães, lindos, mas ninguém mostra o peito rachado, a criança chorando sem querer pegar o peito. E depois que o neném nasce, começa a novela, você não sabe como fazer, o neném não quer mamar e a mãe novamente se sente culpada, já acha que não tem leite, que talvez tenha se alimentado mal, que é "seca", e todas as barbaridades possíveis. O bebê então finalmente começa a mamar depois de 2 ou 3 dias de sofrimento da mãe e começa o peito a rachar e ali está a mãe, firme e forte, resistindo até que tudo entra no ritmo.
O que mais aflige nesse início é que a gente não vê luz no fim do túnel, acha que não tem solução, às vezes se desespera e tudo acaba bem. E nessa hora, claro, todo mundo tem uma história de amamentação feliz para te contar. Eu me lembro do meu primeiro filho, eu desesperada, pois ele nunca estava satisfeito até que o médico receitou o tal "complemento". E cada vez que ele acabava de mamar ficava aquele suspense se ele ia querer mais e, quando o meu marido via ele inquieto e sugeria um complemento, rolavam lágrimas no meu olho e eu pensava “não sou suficiente, meu leite está secando, ele não vai mais mamar se pegar mamadeira” e mais um monte de besteiras. Bom, ele mamou até os 8 meses. Depois, na segunda, a minha bebê só mamou até os 2 meses depois de muito esforço. Lamentei e tudo, mas com certeza foi muito mais tranqüilo.
Se já é difícil dividir as atenções entre os filhos de idades próximas, imagine fazer isso – e ainda respeitar a identidade e a personalidade – de filhos gêmeos, trigêmeos, quadrigêmeos? Na maioria das vezes, as mães padronizam comportamentos por ser mais fácil, mas isso nem sempre é a melhor maneira de se educar as crianças.
Andrea Rapchan, mãe de Armando, Eduardo e Fernando, ambos de três anos, sabe muito bem disso. “Quando eles ainda eram bebês, nós comprávamos brinquedos diferentes para as crianças, sempre respeitando a personalidade de cada um”, afirma a cirurgiã dentista. “Mas depois eles começaram a brigar por um único brinquedo e resolvemos sempre comprar um único modelo, apenas com diferenças na cor”, conclui ela.
Para a psicóloga Suzy Camacho, respeitar a individualidade de criança é fundamental na educação dos filhos, principalmente de gêmeos. “Os pais devem respeitar as particularidades de cada um e não fazer o que é mais cômodo. Mesmo que uma criança brigue pelo brinquedo do outro, fato que é normal, pois até os três anos os bebês acham que os objetos são partes deles mesmos. Isso é positivo, pois ensina a lidar com a frustração desde cedo”, diz a autora do livro Guia Prático dos Pais, da Editora Green Forest.
As roupas das crianças é outro ponto que merece atenção. “Justamente por cada bebê ter uma personalidade, é recomendado que eles se vistam diferentemente uns dos outros. Isso, no entanto, não significa que a roupa de um não possa ser usada pelo irmão. Pelo contrário, essa troca estimula a fraternidade”, afirma Suzy. A psicóloga ainda lembra que as mães devem cortar os cabelos das crianças de forma diferente, principalmente em irmãos univitelinos.
Já para psicóloga Myriam Ortolan, as diferentes belezas das crianças merecem a atenção especial dos pais. “É natural que um filho seja mais bonito do que o outro, ou mais simpático, ou mais inteligente. Porém, essa diferença só será um problema se a mãe enxergar isso de maneira conflituosa”, diz Myriam.
Andrea, a mãe dos trigêmeos Armando, Eduardo e Fernando, sabe bem disso. “Em casa, dois deles têm olhos claros e um é moreno. Falamos que dois puxaram a mãe, e o outro ao pai. Eles entendem isso e não sentem diferença quando as pessoas elogiam os olhos de um ou outro. Em coro, eles explicam a semelhança com os pais”, conta Andrea.
Para a psicóloga Myriam, Andrea está no caminho certo. “O papel dos pais não é proteger os filhos a todo custo e sim ajudar as crianças buscarem recursos verdadeiros e plausíveis para se desenvolver”, explica ela.
Na semana passada, iniciamos uma discussão sobre licença-maternidade. O assunto é polêmico, principalmente se levarmos em conta que cada mulher encara a maternidade e a carreira de forma diferente e única. Mãe de três filhos, a senadora Patrícia Gomes propõe a ampliação da licença-maternidade para seis meses, pois entende que a proximidade entre mãe e filho nesse período é importante para o aleitamentoe para desenvolvimento mental e emocional da criança. Para isso, conta, inclusive, com o apoio da Sociedade Brasileira de Pediatria .
A jornalista Simone Pompeo, mãe de Pedro, hoje com três anos, concorda com a proposta. “Se eu tivesse tido seis meses de licença-maternidade, teria sido mais tranqüilo. Pode parecer um exagero para quem se afasta do emprego, porém para um bebê dois meses fazem muita diferença no seu desenvolvimento”, diz. Além de não ser fácil deixar o recém-nascido em casa para retomar o ritmo de trabalho, a volta pressupõe uma série de preparativos e rotinas para a mulher. “De uma hora para outra ter que romper uma relação tão intensa é muito complicado. Tem, ainda, a questão da amamentação e da babá”, conta a veterinária Anee Valéria Stachissini.
Mãe de Marília, hoje com um ano, Anee Valéria passou cinco meses tirando leite no trabalho e teve que contar com apoio familiar quando sua babá abandonou o emprego sem aviso prévio. Simone visitou creches e comandou um batalhão de entrevistas até ter certeza de que o filho Pedro estaria em boas mãos durante a sua ausência. “Só consegui optar entre creche e babá depois que visitei algumas escolinhas. Fiz contato com três agências de empregadas e contratei a babá depois de umas 12 entrevistas com pessoas diferentes. No final dos quatro meses e meio, eu e o Pedro estávamos nos dando bem com a babá. Como confiava nela, pude voltar ao trabalho tranqüila”, diz.
Para a advogada Gabriela Asprino, o prazo de licença já existente é suficiente. A mãe de Beatriz, hoje com dois anos, permaneceu somente 14 dias afastada do trabalho. Prestes a dar a luz ao seu segundo filho, ela não pretende agir de forma diferente agora. “Acredito ser um despautério este aumento no tempo da licença-maternidade. Primeiro, porque a Previdência não tem condições de arcar com mais dois meses deste benefício; depois, por não ser necessário”, diz Gabriela. Para voltar ao trabalho quase em tempo recorde, ela fez somente ajustes na sua rotina de trabalho. “Eu achei ótimo trabalhar em regime flexível, pois, como profissional autônoma, pude continuar a par dos assuntos do escritório e também amamentar minha filha até os cinco meses”, conta. Gabriela lembra que “já existe uma grande discriminação em virtude desta benesse dada à mulher. Este projeto de lei somente irá aumentá-la”.
Em onze anos de atuação, a Fesa Global Recruters, empresa de executive search, nunca enfrentou problemas pra recomendar uma mulher para posições de alta gestão por causa desse fator. Para as executivas, entretanto, pode ser mais difícil desligar-se do trabalho. “Quando você tem responsabilidade direta no resultado de um negócio, pesa mais a decisão de passar mais tempo longe do escritório. Seis meses seria o ideal, mas pode ser incompatível para o negócio”, diz a consultoria, vice-presidente e sócia da Fesa, Aline Zimermann. Embora seja uma boa alternativa, o regime flexível de trabalho ainda não é uma realidade. “Esta ainda não é uma prática comum no mercado corporativo. Em algumas empresas, as áreas de Recursos Humanos já estudam essa possibilidade. Estamos ainda na fase embrionária”, avisa Aline.
Para a jornalista Simone, a resistência em relação à licença ampliada “deve-se ao medo de ser substituída, deixada de lado em projetos importantes, de atrasar a carreira”. A jornalista Rosa Vanzella explica que “esse medo bate mais forte durante a primeira gravidez”. Ela superou o problema tendo uma conversa franca com o chefe. “Pai de dois filhos, ele me disse, com todas as letras, que o momento era meu com a minha filha. Meu lugar estaria lá, quando eu voltasse. Sai muito mais tranqüila”, conta. Ela reforça que este é um direito da mulher, e a legislação existe para protegê-la.
Durante a licença-maternidade, a tecnologia é uma aliada da mulher, permitindo que ela se mantenha atualizada sobre o negócio. “A mulher executiva não se desliga totalmente do trabalho. Mas é possível manter-se atualizada do que acontece, sem prejudicar o bebê”, diz a consultoria da Fesa, Aline Zimermann. Para Rosa, que também manteve contato com o chefe e com colegas de trabalho, o melhor conselho pra a futura mamãe é mudar o raciocínio. “Desligue da neurose, faça uma pausa e aproveite esse momento com o seu filho”, diz a jornalista.
As principais dicas são:
- Se preciso, tenha uma conversa franca com o seu chefe.
- Programe a sua saída. Quando bem-feito, não há prejuízo nem para o bebê nem para o negócio.
- Capacite a sua equipe e deixe o time preparado para suportar a sua ausência.
- Planeje a sua volta – como será a sua rotina e a do bebê durante a sua ausência.
O blog A Família Cresceu trará na próxima matéria sobre licença-maternidade todos os direitos previstos pela lei para as gestantes. Fique ligada!
No jornal O Estado de S. Paulo de hoje (23/03/2006), página B17, há uma matéria sobre uma prática que vem ocorrendo em alguns países, principalmente nos EUA: a venda da gravidez como reality show. A jornalista Natalia Martín, da agência de notícia EFE, relata o caso da jovem Asia Francis, de 21 anos, que vendeu o parto de sua bebê por US$ 1 mil, em cota única, para a Global.com, empresa americana que abriga páginas de Internet. O parto de Asia estará disponível na web daqui a alguns dias. No cenário da sala de parto, a logo da Global estava por toda parte, conta a jornalista. Antes disto, ela havia “alugado” a barriga para colocar a logomarca do Golden Palace Casino.
Bom, polêmica à parte – na reportagem, outra mãe, Aurora Collantes, condena a prática e considera uma espécie de prostituição da gravidez -, a matéria me fez pensar um pouco na mudança de comportamento e, principalmente, da comunicação em que a sociedade passa hoje. E coloquei em suspenso qualquer julgamento sobre o ato, por que cheguei à conclusão que talvez conceitos ou preconceitos de antes não valham mais no novo contexto.
O fato é que vivemos em tempos de Internet onde a individualidade pode ser arremessada na massa em pouquíssimo dias, horas ou segundos. Talvez em breve este tipo de exposição da experiência de cada um seja algo tão comum, como ver a Demi Moore exibindo sua barriga de muitos meses na capa de uma revista. Ou seja, não causará absolutamente qualquer espanto ou condenção, como levantou Aurora, na reportagem da EFE. Talvez, Asia seja a mãe do século XXI, e Aurora do século XX (os nomes delas já as remetem cada uma a seu século, não).
Na verdade, o processo de exibição é uma realidade. Desde que colocamos o A Família Cresceu no ar, pelo menos três conhecidas minhas, grávidas, me mandaram o endereço de seus blogs-diários. Mesmo o nosso A Família Cresceu, é um canal onde exponho minha experiência – mesclando com posts-reportagens. A quantidade de blogs pessoais sobre os mais diversos temas já é enorme, na casa dos milhares.
Este ato do desvendar que a Internet propicia é mais uma opção para nossa sociedade, seja para trocar experiências, seja para ganhar dinheiro. É claro que a exposição deve ser sempre de forma consentida.
Vídeo com crianças é sempre um sucesso. O último viral que roda pela internet desarma qualquer mau humor. Ele mostra quadrigêmeos acomodados sobre a mamãe, respondendo às gracinhas do papai. As risadas de quatro belezinhas (ou mesmo de só uma) superam o cansaço pelas noites mal dormidas ou toneladas de fraldas trocadas.
obs do AFC: Sobre quadrigêmeos, eles são cada vez mais raros, já que os médicos especializados em fertilização humana não costumam permitir tantos bebês em uma só barriga. De vez em quando, no entanto, a Natureza fala mais alta.
Mania nos Estados Unidos há mais de 30 anos, o Scrapbooking chegou de vez ao Brasil. Traduzido ao pé da letra, é um álbum de recortes, mas, na prática, é muito mais do que isso: um misto de álbum de fotos, textos como em um diário e acervo de memórias. Além de conservar as fotos, contar histórias, preservar e reviver momentos por meio delas, a técnica pode ser uma atividade deliciosa para quem gosta de fazer arte com papel.
E as mamães descobriram no Scrapbooking uma ótima maneira de guardar as lembranças de seus bebês e deixar tudo registrado para as futuras gerações. Todos os momentos podem tornar-se inesquecíveis: o chá de bebê, a gravidez, a família, o nascimento, os sorrisos, os choros, os passinhos, o primeiro aninho.
Fotos, canetas, páginas de papel colorido, tesoura, cola, estilete, alguns acessórios (tags, brads, botões, linhas, apliques, fitas...) e muita imaginação, emoção e criatividade. É isso o que você precisa para começar a se tornar uma scraper.
Hoje, já existem diversas lojas especializadas e ateliês de arte que oferecem cursos e uma infinidade de materiais e acessórios. Iniciantes ou experts encontram opções - algumas vezes os materiais são importados, de custo mais alto. Mas uma boa notícia é que muitos fabricantes nacionais já estão produzindo linha de produtos voltados para o scrapbooking, reduzindo os preços e aumentando a variedade. A Toke e Crie e a Grafon's são alguns exemplos.
Quer ir em busca de informações, trocar idéias com outras scrapers e tirar todo tipo de dúvida? A Internet reúne diversos fóruns e sites criados para falar exclusivamente sobre Scrapbooking. É uma fonte de informação e tanto. O Scrapdiary , por exemplo, foi idealizado por uma scraper apaixonada e conhecedora dessa arte e que agora dá dicas para outras igualmente apaixonadas pela técnica. Outra dica é o livro Scrapbooking Baby´s Cherished Moments: 200 Page Designs, que pode ser comprado pelo Submarino.
Para as iniciantes, uma boa dica é fazer uma visitinha à II Brazilian Scrapbooking Show , que reúne os mais diversos fornecedores de materiais e oferece cursos gratuitos. A feira acontece de 21 a 24 de março de 2006, no Centro de Eventos São Luís, Rua Luiz Coelho, 323 (Estação Consolação do Metrô). São Paulo-SP.
O único problema de começar no Scrapbooking é a vontade de comprar todos os materiais que existem e a paixão de não parar mais.
A chegada de um bebê pode afetar a relação do casal. Não é raro a animação do futuro papai por ter um filho ser substituída por insegurança e, principalmente, ciúmes. Foi o que aconteceu com a estudante de psicologia, Mana Mendonça. “Com o passar do tempo, a relação foi ficando estranha. Ao mesmo tempo em que queria e se cobrava para estar por perto, meu ex-marido não conseguia mais compartilhar a alegria de esperar um bebê”, diz.
Após o nascimento de Tainá, hoje com quatro anos, a relação não melhorou. As reclamações do parceiro foram aumentando e surgiram pequenas provocações. “No dia que voltei do hospital, ainda de resguardo e com a recomendação médica de fazer somente refeições leves, fui recebida com um almoço especial: camarão na moranga. À noite comi uma sopa temperada por ele com curry. Achei que fosse morrer”, conta Mana.
Segundo a terapeuta Lucía Caldeyro, muitos homens ainda se sentem excluídos e se afastam durante a gravidez. “Alguns estudos apontam para o fato de que não existem rituais de passagem para o apoio a paternidade, que é um momento de grande transformação na vida de um homem. Afinal, eles não têm o know how milenar das mulheres”, explica.
A terapeuta lembra que, até pouco tempo atrás, gravidez era tratado como um “assunto de mulheres”. “Além das parteiras de reconhecida experiência, eram a mãe da gestante e outras mulheres da família quem assistiam, cuidavam e apoiavam a mulher durante a gestação, o parto e nos cuidados com o recém-nascido. Só a partir das ultimas décadas, o pai começou a desempenhar essas funções”, explica Lucía.
Para a psicóloga Suely Gevertz, associada à Associação Brasileira de Psicoterapia , a gravidez é uma experiência emocional profunda e os psicólogos estão preparados para apoiar as pessoas nestes momentos. “Podemos ajudar os casais a conhecerem seu mundo psíquico, que entra em ebulição durante a gravidez. As pessoas relembram e, algumas vezes, revivem situações vividas em sua infância. Também pode levar cada pessoa a rever seu bem-estar no mundo e o sentido de estar vivo. É um momento em que se entra em contato com a fragilidade do ser humano e também com a capacidade de cada um de poder cuidar de um ser indefeso”, explica.
Ignorar que a gravidez vai alterar a relação pode ser um erro grave dos casais. “É claro que, após o nascimento de um filho, a relação homem-mulher sofrerá modificações, pois serão acrescidos os papeis de mãe e pai. Mas o casal não deve se esquecer da relação marido–mulher”, adverte Suely.
A boa e velha conversa continua sendo a melhor alternativa para o casal resolver as dificuldades e não transformar pequenas indisposições em grandes crises. Esta saída pode, inclusive, fortalecer a relação. “Um casal sempre deve conversar a respeito das dificuldades que estão sentindo na relação, de maneira honesta e sincera”, aconselha.
A terapeuta Lucía sugere também que as futuras mamães envolvam o parceiro na gravidez e no nascimento de seu filho. “Nas novas gerações, muitos homens acompanham com interesse as mudanças no corpo da mulher e se emocionam com os movimentos do bebê na barriga. Participam com sensibilidade e carinho, transformando a gestação numa empreitada a dois”, diz.
É importante conversar sobre a preparação para o nascimento do bebê, as visitas ao médico e também compartilhar sentimentos que vão surgindo ao longo da gestação e depois do nascimento do bebê.
A receita de participação e companheirismo foi aprovada pelo engenheiro Wagner Bonfim. “Acompanhei bem de perto a gravidez da Valéria. Fui em todas as consultas com o médico e acompanhei o parto. Curtimos bastante o momento, mesmo depois do nascimento. Ser pai e mãe é muito nobre. Vai além do amor que sentimos por outras pessoas”, conta.
As principais dicas dos especialistas coletadas pelo blog A Família Cresceu são:
• O casal deve ir junto ao médico.
• Discutir as dúvidas que serão levadas ao médico, anotar as questões e indicações para tomar juntos as decisões.
• Juntos participarem de visitas à maternidade e cursos ministrados pelas mesmas.
• Compartilhar os livros, revistas e outros veículos especializados em gravidez e parto.
• É importante que o futuro papai tire a licença-prêmio para ficar junto à mulher após o nascimento do bebê.
• Trocar experiências com amigos que já tiveram filhos ou que estejam vivenciando a mesma fase.
• O casal pode participar de cursos preparação para o parto. A participação do pai no parto pode contribuir enormemente com a qualidade deste momento, visto que muitos maridos sabem melhor do que ninguém como acalmar ou fortalecer suas esposas.
Boa gestação para as futuras mamães e futuros papais!
Lançado no Brasil no fim do ano passado, o programa Supernanny, do GNT, é bem-feito e dá boas dicas, mas, confesso, que sinto arrepios quando assisto aqueles pestinhas xingando os pais, fazendo malcriações, batendo, enfim, criando o caos. Ainda mais mãe de trigêmeos que serei!!!! Fico imaginando como será e, pior, não temos a super babá Jo Frost. O programa inglês já conquistou telespectadores de todo mundo. Passa na França, EUA, Brasil e outros 45 países. Aqui, está na grade do GNT.
Jo é uma babá nata. Segundo ela mesmo, desde cedo tem uma conexão especial com crianças. Somado a isto, ela acumula 16 anos de experiência como babá e baby sitter. Em cada capítulo, Jo intervem na casa de uma família. Irremediavelmente todos os pais têm problemas em lidar com os pequenos. Pode ser gêmeos histéricos, que brigam, xingam e batem em casa e em público, deixando seus pais também loucos. Ou seja, a casa vira um hospício.
Na primeira parte do programa, Jo observa o comportamento de todos e dá sugestões para os pais de como lidar. Cria limites para todos e, dependendo do caso, locais do castigo, como o “Nauhty Bench” (banco do castigo). Na segunda parte, ela sai e deixa os pais e crianças para seguirem sozinhos as novas regras. Muitas vezes, eles não passam ainda no teste. Então, na terceira parte, Jo volta e aponta os erros. Depois, seja o que Deus quiser.