A Familia Cresceu
bichinhos bonitinhos
home      arquivo      downloads       contato       orkut

Todos os posts publicados em: Saúde da Mãe.

Procuro alguém igual a mim... | 01/12/09

logo.jpg

Durante o período de gravidez e mesmo após o parto, as mulheres passam por muitas dúvidas e buscam constantemente por bem-estar para lidar com tantas mudanças psicológicas e físicas. Por isso, lugares personalizados para elas é uma excelente opção durante a gestação e no apoio aos primeiros cuidados com os bebês.

Se você busca convivência com pessoas que estejam passando o mesmo que você, esses lugares em São Paulo proporcionam excelentes formas de troca de experiências:

Mamãe da Hora
Localizado em Perdizes, o Mamãe da Hora colabora e muito para que as gestantes e recém-mamães continuem a se sentir lindas, conhecendo seu corpo. Além de oferecer cursos e oficinas para os pais, massagens e yoga para as mulheres, o espaço conta uma loja para as futuras mamães. Após o nascimento do bebê, oferece-se shantala para eles ficarem calminhos e tratamentos exclusivos para as mamães acelerarem a volta ao seu corpo normal.

Gama – Grupo de Apoio a Maternidade Ativa
Promover uma atitude saudável e consciente nas mulheres durante a gestação, parto e pós-parto é o objetivo do Gama. Além de oferecer ginástica e cursos como o Mamãe da Hora, o espaço, localizado na Vila Madalena, tem um diferencial bacana: trabalha com cursos de dança, para auxiliar na hora do parto, e música, com o objetivo de promover um diálogo dos pais com o bebê quando ele ainda está na barriga da mãe.

Bjs,
Belle de Paula


Saiba como evitar o afogamento do seu filho | 03/11/09

“De acordo com o Manual da Criança Segura, no Brasil, os afogamentos são a segunda causa de morte e a oitava de hospitalização, por acidentes, na faixa etária de 1 a 14 anos. Segundo dados do Ministério da Saúde, mais de 1000 crianças morrem todos os anos vítimas de afogamentos. É importante salientar que os perigos não estão apenas no mar, em represas ou em rios. Para a criança que está começando a andar, por exemplo, três dedos de água já representam um grande risco. Outro fator que contribui para que o afogamento seja um dos acidentes mais letais para crianças e adolescentes é que acontece de forma rápida e silenciosa.“

Recebi este release sobre o curso do professor Ricardo Zuquim, do Espaço Stella Torreão, que é uma academia conhecida e respeitada no Rio, e fiquei surpresa com os dados. Nadar sempre é uma prioridade para cariocas, como eu, e outros que nasceram à beira-mar. O marzão está sempre ao redor. Desde que moro em São Paulo, me surpreendo com o número de pessoas que não sabem nadar. Fico impressionada mesmo.

É importante saber nadar. Outro dia soube de um menininho de 3 anos que andava de bicicleta ao redor da piscina e caiu dentro d´água. Não sabia nadar e, após alguns dias no hospital, não resistiu. Se ele tivesse aprendido pelo menos a boiar ou sair da piscina...

A ideia deste professor da Stella Torreão é dar aulas diferentes onde as crianças aprendem a nada com roupas. O objetivo é ensinar as crianças a terem reação mais rápida no caso de quedas em piscinas, principalmente em momentos que estão longe dos adultos, diz ele. Tomara que a idéia de Zuquim pegue em São Paulo e outras cidades. E o número de afogamentos e hospitalização diminua.

Bjs, Beta


Gerare - creme de grávida | 15/05/08

FUNDOC.jpg

Final de gravidez é um momento de ansiedade, mas uma coisa é certa: nove meses depois, acumulamos muita experiência. Uma grande novidade desta vez foi o creme hidratante Gerare, recém-lançado pela Organon, que agora é da Shering-Plough. Indicado pela minha médica, doutora Rosa Ruocco, que é do Hospital das Clínicas também, a linha de produtos é muito boa.

Usei basicamente o hidratante na barriga e nas pernas, o que impediu qualquer estiramento da minha pele. Mas tem outros produtos, como protetor solar e anti-estrias. Ele diz que foi feito especialmente para a pele da grávida brasileira. Isto, eu não sei, mas foi bom para mim. Os produtos Gerare são vendidos em qualquer farmácia e também pode achar em sites como iG. O preço do hidratante é em torno de 38 reais, mas dura uns 4 meses (claro que depende da quantidade que você gosta de passar).

Está no ar na tevê também outra linha de produtos para mamães grávidas, a Mater Skin. Mas eu não conheço.

bjs,
Roberta


Barriga Sequinha | 25/07/07

2007_07_20_corpointeligente.jpg

Quem não quer voltar ou passar a ter uma barriga sequinha após a gravidez? No livro O Corpo Inteligente, lançado pela Editora Campus, os médicos Michael Roizen e Mehmet Oz dão explicações didáticas de ocmo manter uma dieta equilibrada e também como revigorar a barriga depois de 9 meses de gestação. Entre as dicas, está a recomendação para utilizar um prato de 23 cm (prato de sobremesa) durante as refeições. Pratos menores significam porções menores.

Michael Roizen é autor também de outros livros que alcançaram a marca de mais de 60 mil exemplares vendidos no Brasil: “Idade Verdadeira”, um dos maiores best-sellers de todos os tempos e “A Dieta da Idade Verdadeira". O livro pode ser comprado pelo Submarino por R$ 49,50.

bjs,
Roberta


, , Palestra Gratuita | 25/06/07

2007_06_12_odontopediatria.jpg

Pouca gente sabe, mas durante a gestação os cuidados com os dentes não podem ser deixados de lado. Esse assunto já foi até abordado anteriormente aqui. Problemas como infecções na gengiva ou em outras estruturas que dão sustentação aos dentes podem levar ao parto prematuro por conta de alterações hormonais provocadas pela produção de prostaglandinas, um dos hormônios que induzem ao parto. Nas crianças a limpeza bucal começa logo cedo, mesmo quando elas só ingerem leite materno.

Para tirar todas as dúvidas das mamães, o brechó Bolota convocou a Dra Thaís Jorge, especializada no atendimento odontológico de gestantes, bebês e crianças, para uma palestra gratuita. O objetivo é esclarecer as mamães a respeito de todos os assuntos relacionados ao tema, ao qual devem estar atentas desde a gestação”, explica a odontopediatra, formada pela Universidade PaulistaUNIP. Entre os temas tratados estão: quando deve ser a primeira visita ao odontopediatra, como dosar a alimentação de forma a manter os dentes saudáveis, quais os mitos e as verdades a respeito das cáries e as repercussões positivas e negativas da chupeta, entre outros.

Serviço:
Palestra Dra. Thais Jorge
Inscrição gratuita
Data: dia 28 de junho (quinta-feira)
Horário: 18h00 às 18h40
Local: Bolota – Rua Fradique Coutinho, 825 – tel. (11) 3812-4310
Contato por e-mail.

A foto deste post é de autoria de Paula Marina.


, Yaz II - Demos antes da Veja | 04/06/07

05_06_07_veja.jpg

O post que fizemos na quarta-feira passada aqui foi capa da Veja desta semana. A reportagem ficou bem completa e tem até um questionário para sabermos se temos ou não a Síndrome Disfólica Pré-Menstrual.

Recebemos alguns emails de leitores com dúvidas sobre a Yaz, que promete ser a pílula anticoncepcional que combate a maldita TPM. A dúvida é se ela também evita a gravidez. Sim, ela evita. Além do benefício básico de evitar a gravidez, ela também tem um componente diurético que ajuda a eliminar o inchaço comum da TPM.

bjs,
Roberta

» Leia Mais


, Yaz: a pílula da TPM | 30/05/07

2007_05_31_comprimidos.jpg

Hoje, fui convidada para coletiva de imprensa da nova pílula anticoncepcional da Bayer Schering Pharma, a Yaz. A revolução é que a pílula é a primeira com baixa dose hormonal - aprovada pelo FDA (Food and Drug Administration, dos EUA) -, para tratar os sintomas mais severos da TPM. Segundo os médicos, 6% da população feminina adulta que sofre com TPM apresentam a manifestação mais radical dela, conhecida como Síndrome Disfólica Pré-menstrual. O que é isto? São aquelas mulheres que têm 1 sintoma físico, 1 síntoma emocionais durante 3 ciclos menstruais consecutivos.

Sintomas físicos - fadiga, dor de cabeça, inchaço dos pés e das mãos, dor nas mamas, distensão abdominal, cólicas, alteração do apetite, alteração de sono, dor nas articulações e nos músculos.

Sintomas emocionais - irritabilidade, depressão ou desespero, ansiedade e tensão, tristeza repentina, choro, raiva e fúria, oscilações súbitas de humor, dificuldade de concentração, baixa auto-estima, desinteresse nas atividades habituais e falta de energia.

» Leia Mais


, Gripe e Resfriado | 20/04/07

2007_04_20_assoando.jpg

Nesta época do ano, começamos a ouvir: "Peguei uma super gripe", "Não aguento mais esta gripe", "Estou gripada há dias". O que poucos sabem é que, muitas vezes, o que chamamos de gripe é um mero resfriado. Sim, eles são diferentes. Para nós mortais, o limite entre uma gripe e um resfriado é sutil, mas, para os especialistas, é tão marcado como o Muro de Berlim dividia o comunismo do capitalismo.

A gripe é uma infecção respiratória causada unicamente pelo vírus Influenza - o resfriado causado por vírus mais leves. Este monstrengo raspou uma grande parte da população da Terra, nos séculos passados. Ela chega de repente e é muito forte. Causa febre, calafrios, suor excessivo, tosse seca - pode durar mais de duas semanas, dores musculares e articulares (dores no corpo) - podem durar de 3 a 5 dias, fadiga - pode levar mais de duas semanas para desaparecer, mal-estar, dor de cabeça, nariz obstruído, irritação na garganta.

Como a contaminação do Influenza se dá no ar, é difícil a proteção - o vírus do resfriado é só por meio do contato. Usar máscaras e evitar contato das crianças com pessoas contaminadas é uma opção, mas, como o vírus fica incubado até 7 dias, é um pouco difícil fazê-lo. A melhor prevenção é a vacina que pode ser aplicada em crianças a partir de 6 meses. A primeira dose deve ser sucedida de uma segunda dose 4 ou 6 semanas depois. Após isto, a vacina deve ser aplicada anualmente, de preferência no outono.

Para saber mais, leia o link:

Saúde ABC

Na semana que vem, falaremos sobre bronquiolite que ataca nossos bebês de abril a setembro. A bronquiolite é causada pelo vírus Sinsicial.

bjs,
Roberta

A foto deste post é de Kellyandapril.


, De mãe para filho | 23/03/07

2007_03_23_aids.jpg

Dos 371 mil casos confirmados de Aids no Brasil, mais de 118 mil acometem mulheres. Desse total, 13 mil grávidas com o vírus HIV dão à luz anualmente. Segundo o Ministério da Saúde, a transmissão vertical – que passa de mãe para filho – acontece em 25% dos casos quando a mulher grávida é infectada e não faz nenhum tipo de tratamento pré-natal.

O vírus pode ser transmitido durante a gravidez, parto ou amamentação. Cerca de 50% a 70% dessas transmissões acontecem no período próximo ou durante o próprio parto. “Cerca de 8% das gestantes soropositivas passam a doença para o bebê. A taxa é muito alta, já que em países de Primeiro Mundo esse índice é quase nulo”, explica o Dr. Eduardo Franco, infectologista e gerente médico da Roche.

Prevenção

No início da gravidez, o teste anti-HIV deve ser realizado pelo médico, com o consentimento da gestante, mas, muitas vezes, nem chega a ser feito. “O preconceito e a falta de informação também rondam as futuras mamães. Muitas ainda não sabem que a AIDS já deixou de ser uma doença de grupos de risco e pode afetar qualquer pessoa”, diz Eduardo.

» Leia Mais


, , Alimentação e gravidez aos 40 anos | 02/03/07

2007_03_02_gravida.jpg

Recebemos o e-mail de uma leitora do blog com dúvidas em relação à alimentação de uma primagesta com mais de 40 anos. E então, decidimos investigar mais sobre esse assunto, além de reforçar a importância do acompanhamento nutricional durante toda a gravidez.

Quando a mulher tem mais de 40 anos e engravida, o obstetra geralmente passa uma orientação mais rígida. Isso ocorre, pois a gestante já pode ter alguns problemas de saúde, como hipertensão ou diabetes, e nessa idade as chances do bebê nascer com alguma alteração cromossômica são maiores.

» Leia Mais


, Aromaterapia e os benefícios na gravidez | 18/01/07

2007_01_18_gravidaaroma.jpg

Os óleos essenciais podem ser bons aliados das futuras mamães durante a gravidez, tanto fisicamente como emocionalmente. Essa prática, conhecida como aromaterapia, ajuda no tratamento da ansiedade, insônia, acne e no inchaço das pernas e pés.

Antes de começar a utilizar essa técnica, é indispensável uma conversa com o obstetra. Além disso, nos primeiros cinco meses de gestação, a escolha dos aromas deve ser bem cuidadosa. “Embora os óleos sejam totalmente naturais, há muitas empresas que os comercializam com procedência bastante duvidosa, confundindo o consumidor”, explica Samia Maluf, aromatóloga.

» Leia Mais


, , Turismo Reprodutivo | 15/01/07

2007_01_15_vitro.jpg
De acordo com uma reportagem publicada no Estadão, ontem, dia 14 de janeiro, o Brasil está-se tornando rota de turismo reprodutivo. O que é isto? Por falta de fiscalização, por aqui é possível ser submetido a qualquer tipo de tratamento de reprodução assistida em troca de um punhado de Reais. O médico urologista Jorge Hallack, da USP, afirma que dos 15% de casais infertéis pelo menos metade não precisaria fazer tratamento. Somando, no entanto, a fome dos pacientes em ter filhos com a vontade de comer dos médicos de faturar, a prática extrapola muitas vezes o limite humano.

» Leia Mais


Proteção após a gravidez | 29/11/06

29_11_06_anticoncep2.jpg


O anticoncepcional oral (pílula) é o método contraceptivo utilizado por cerca de 90 milhões de mulheres ao redor do planeta. Este tipo de produto vem sendo usado há cerca de 40 anos e constitui um dos grupos de medicamentos mais estudados e pesquisados até hoje.

As pílulas podem ser produzidas a partir de hormônios combinados, como o estrógeno e o progestogeno. Já as minipílulas, feitas somente com progestogeno, são indicadas para mulheres que estão amamentando. “Nesse período, os estrógenos não são utilizados porque podem interferir na produção do leite”, explica o Dr. Francesco Zanotto, coordenador médico da maternidade do Hospital Alvorada Santo Amaro.

É importante ressaltar que a minipílula possui índice de 96% de segurança, o mesmo nível dos anticoncepcionais combinados. “É normal a paciente ter dúvida sobre a minipílula e sempre explico que ela é tão segura, que no caso de uma boa adaptação da mulher, até pode ser utilizada após o período de amamentação”, fala a Dr. Lígia Masson Camelo Nunes, obstetra.

O uso da minipílula traz benefícios para as mulheres com mais de 35 anos, minimizando os riscos de acidentes vasculares, tromboses venosas profundas ou infarto. Os possíveis efeitos colaterais variam desde a oleosidade da pele, aumento de peso e irregularidade na menstruação.

Nesse caso, a orientação do médico e a informação são as maiores aliadas da mamãe. “Apenas 40 dias após o nascimento do bebê, a mulher deve reiniciar o uso do anticoncepcional”, diz Lígia.

A receita do Dr. Francesco é uma boa conversa com a paciente. “Não existe o melhor método, existe o que melhor se adapta em cada caso. É necessário sempre individualizar cada situação, assim como conversar com a mulher sobre suas preferências e oferecer as diversas opções. Assim, chegamos a um comum acordo”, finaliza.

Serviço
Dr. Lígia Masson Camelo Nunes - obstetra
Tel.: 3841-9370

Hospital Alvorada Santo Amaro
Dr. Francesco Zanotto
Coordenador médico da maternidade
Endereço: Rua Barão do Rio Branco, 555
Tel.: (11) 2185-0500


, , A atividade física na gestação | 16/11/06

17_11_06_natacao.jpg

Você sabia que durante a gravidez é importante fortalecer os músculos abdominais? Os exercícios - veja post no A Família - sempre ajudam a manter a boa forma e também o pique durante a gestação, porém o cuidado com o abdômen merece atenção especial. “A musculatura abdominal forma uma espécie de prensa, que auxilia na hora da expulsão do feto durante o parto normal”, diz Sidney Tommazi Garzi, pediatra e obstetra.

Nos primeiros três meses de gravidez, não é recomendado nenhum tipo de atividade física. “Nesse período, o feto está começando a se formar e qualquer tipo de contração intramuscular que afete o ovário e até o útero pode forçar um aborto”, diz Bruno Zavatta, professor da academia Cia Athetica .

» Leia Mais


, , Curso para mães e pais | 27/10/06

27_10_06_para_pais.jpg
Para quem mora no Rio de Janeiro, o Espaço Mãenhês promove dois cursos: “Guia para Mamães de Primeira Viagem” e “Encontro para Pais Grávidos”. Em ambos, o objetivo é auxiliar os pais no relacionamento com a criança. No primeiro, as mães terão aulas para esclarecer dúvidas sobre gravidez, pós-parto e cuidados com o bebê. No segundo, com parceria com o Grupo Broto, abordará questões como cuidados com o recém-nascido, aspectos psicológicos da gestação e puerpério, amamentação e preparação emocional para receber o bebê. São cursos que valem a pena pois abordam tudo sobre o período novo que surge na vida da família quando um bebezinho chega.

Inscrições pelo tel: 21.3153-7531.
Local: Espaço Mãenhês – Shopping Downtown, Av. das Américas 500 - Bloco 20, Lojas 106/123, Barra da Tijuca, RJ.
Datas e horários: em aberto, aguardando as inscrições.

A foto deste post é Djalma Reinaldo.


, Alimentação: o cuidado na escolha dos produtos | 06/10/06

05_10_06_gravida.jpg

Na semana passada, falamos aqui no blog sobre o consumo de diet e light pelas crianças. E para as futuras mamães, quais são os cuidados com estes tipos de alimentos durante a gravidez?

Segundo a nutricionista Renata Fernandes, não há nenhum estudo científico comprovando que a ingestão de produtos diet ou light faça mal à saúde da mamãe e do bebê. “Durante a gestação e amamentação, a mulher precisa aumentar o consumo de calorias. Por isso, não costumo recomendar esse tipo de alimento, geralmente associado ao emagrecimento”, explica.

O ideal é uma dieta equilibrada com frutas, legumes e vitaminas específicas para fortalecer o feto. E tudo isso com o acompanhamento e orientação de um especialista. Somente quando o bebê completar seis meses – o período mínimo de amamentação – a mãe pode iniciar uma dieta de emagrecimento.

Adoçantes

O produto é produzido a partir de edulcorantes, uma substância com sabor muito mais doce que o açúcar de cana, e produzido natural ou artificialmente. A quantidade de ingestão diária do produto é muito alta e, por isso, não há nenhuma contra-indicação no consumo durante a gravidez. Inclusive, seu uso moderado foi liberado pela Associação Americana de Dietética, ADA, para as gestantes com diabetes. Segundo o órgão administrador de alimentação dos Estados Unidos, a FDA, os adoçantes à base de sucralose estão liberados, pois não são absorvidos pelo intestino.

Tudo depende do bom senso e também do metabolismo de cada pessoa. “Caso a mulher não esteja adaptada ao produto, seu consumo não é recomendado, principalmente pela sensibilidade durante a gravidez”, finaliza Renata.

Serviços
Nutricionista: Renata Fernandes – 11 6236.804

A foto deste post é de .tacca.


, , , Dicas para a amamentação | 04/09/06

04_09_06_amamentacao.jpg

Como falamos aqui no A Família Cresceu, o leite materno deve ser o único alimento durante os primeiros seis meses de vida do bebê. Porém, por diversos fatores, algumas mamães encontram dificuldades para amamentar. Os tira-leites podem ser um ótimo aliado, ajudando na estimulação das mamas e, conseqüentemente, em uma maior produção de leite.

Existem dois tipos de tira-leite, o manual e o elétrico. Na maioria dos casos, o segundo modelo é o mais recomendado, pois simula a própria sucção do bebê, além de retirar o leite mais rapidamente. Um dos maiores usos do produto é na volta das mulheres ao trabalho. “Usei o tira-leite para ter um bom estoque em casa quando voltasse à rotina. Foi tudo muito prático e confortável”, diz Mônica de Oliveira.

Os tira-leites, especialmente os elétricos, também podem suprir problemas de amamentação oriundos da anatomia do seio ou pela dificuldade do bebê em sugar e aceitar o peito da mãe. Porém, Maria Mercedes Sakagawa, nutricionista e coordenadora do banco de leite humano dos Hospitais e Maternidades Santa Joana e Pro Matre, alerta para a utilização dos produtos elétricos. “A ordenha manual é sempre a ideal, mas algumas mães passam por preocupações ou estresses, o que gera a interrupção da produção de leite. O destaque na retirada pelas bombinhas elétricas é a questão do conforto, uma vez que a graduação do leite vai aumentando controladamente, respeitando-se a sensibilidade da pele da mulher”, explica.

Com o objetivo de levar segurança e auxílio para as mamães com dificuldade na amamentação de seus filhos surgiu, em São Paulo, a Leite Fácil. A empresa orienta desde o uso correto de um tira-leite até o armazenamento do mesmo, além de alugar e vender as bombinhas para sucção. “Nossa principal meta é ser amiga da mãe e ajudá-la da melhor forma possível. Algumas pessoas criticam esta prática, pois acreditam que é um incentivo à introdução da mamadeira para o bebê. Entretanto, buscamos orientar as mães com dificuldades em amamentar sempre olhando o lado humano da situação”, explica Eliana Araújo, proprietária da Leite Fácil.

Serviço
Leite Fácil
Rua Apeninos, 807 cj 14
Paraíso – São Paulo/SP
Tel.: 3285-6583

Pro Matre Paulista
Alameda Joaquim Eugênio de Lima, 383
Bela Vista – São Paulo/SP
Tel.: 3269-2233


, Cuidados com a pele e o cabelo | 29/08/06

30_08_06_depilacao.jpg

Durante a gravidez as mamães precisam ter um cuidado todo especial com a pele e os cabelos. Nesse período, a mulher está mais suscetível às modificações fisiológicas ou patológicas. De acordo com a esteticista Ana Maria Martins Franzin, proprietária da Tassiam Estética e Depilação, praticamente todos os sistemas são afetados durante a gravidez e a pele não escapa desta mudança, que decorre das alterações hormonais ou externas. “Por isso existe a necessidade das gestantes obedecerem algumas orientações básicas nesse período”, informa.

Para tirar algumas dúvidas sobre o que a futura mamãe pode ou não utilizar durante a gravidez, buscamos a ajuda da esteticista e elaboramos algumas dicas gerais.

O que pode ou não ser usado na gravidez:

• Restringir ao máximo o uso de cosméticos ou usá-los sob orientação médica;
• Evitar exposição solar em horários não recomendados;
• Usar filtro solar diariamente;
• Manter boa higienização da face com sabonete neutro;
• Manter a pele sempre hidratada com cremes para prevenir as estrias. Mas nada de usar produtos que apresentam álcool na fórmula;
• Evitar a depilação com cera até os 3 meses de gestação. Após essa fase, recomenda-se, para as mulheres que já estão acostumadas, a cera quente à base de algas ou mel;
• Não depilar a região da barriga. Mesmo que a mulher tenha apenas suspeita de gravidez não é indicado puxar os pêlos dessa região, que está muito sensível. Prefira outros métodos ou aguarde o nascimento do bebê;
• Fugir das tinturas e qualquer outro processo químico nos cabelos. Existem produtos sem amônia, indicados apenas em alguns casos. Veja post especial sobre o tema. ;
• Evitar produtos com sal na composição, eles contribuem para o ressecamento do cabelo. Prefira os produtos naturais ou mesmo os produtos para Bebê que deixam um perfume suave.

Entretanto, Ana Maria explica que dependendo da predisposição pessoal da gestante, ela poderá desenvolver algumas manchas no corpo ou ter queda de cabelo, por decorrência de exposição solar exagerada, ou medicamentos eventualmente usados. “Recomendo sempre consultar o médico a respeito. Considero que o uso de qualquer produto durante a gravidez deva ser sob orientação médica, inclusive os de beleza”, afirma.

Serviço
Tassiam Estética e Depilação
R: Flórida 1101 - São Caetano do Sul - SP
Tel.: (11) 4229-4155

Bjos,
Eli

A foto que ilustra esse post é de autoria de LaraJade.


, Semana Mundial da Amamentação | 04/08/06

04_08_06_amamentacao.jpg

O primeiro dia de agosto abriu a Semana Mundial da Amamentação, que acontece simultaneamente em 120 países e tem o apoio da Unicef e parceiros como a World Alliance for Breastfeeding Action. No Brasil, a campanha é liderada pelo Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Pediatria.

Além de fortalecer o link entre mãe e filho, o leite materno proporciona uma proteção extra e importantíssima contra infecções, alergias e outras doenças. Sugar o peito é um excelente exercício para desenvolvido do bebê, contribuindo para que ele tenha dentes bonitos, desenvolva a fala e tenha uma boa respiração. A mãe também ganha ao amamentar. Diminui o sangramento pós-parto, assim como as chances de desenvolver anemia, câncer de mama e diabetes.

Campanha – No Brasil, a atriz Cássia Kiss foi a escolhida para ser a madrinha da campanha, que também comemora os 25 anos da Política Nacional de Aleitamento Materno, no qual está incluída a Lei Federal nº 11.265/06, que proíbe, por exemplo, a propaganda de produtos destinados à substituição total ou parcial do leite materno.

Salvando vidas – Ao doar o leite excedente as mamães contribuem para o desenvolvimento de outras crianças. Segundo o Unicef, nos países em desenvolvimento cerca de 63% das crianças com menos de 6 meses idade ainda não são amamentadas adequadamente. Como reesultado, diz a entidade, milhões de crianças começam suas vidas em desvantagem.

Para ser doadora, a mulher precisa necessariamente estar amamentando o seu filho, ser saudável, ter feito o pré-natal corretamente e não fazer uso de medicamentos que possam ser absorvidos e encontrados no leite. O Fantástico, no último dia 30, fez uma matéria especial sobre o tema, que pode ser acessada aqui. Confira também as dicas de amamentação do blog A Família Cresceu.

Beijos e boa amamentação,
Tati


, Protegendo a família | 01/08/06

01_08_06_vacina2.jpg

Vacina também é coisa de gente grande. Algumas, como a duplo adulto contra o tétano e a difteria, são indicadas para a grávida com o objetivo de proteger o recém-nascido, que ainda não está com o sistema imunológico suficientemente maduro, contra infecções. “Após a trigésima semana de gestação, é uma ótima fase para a vacina, pois a mãe está produzindo em maior quantidade anticorpos, que são transferidos para a criança, que ficará protegida durante os seus primeiros meses”, diz o infectologista do Cedipi, Dr. Jorge Amarante. O especialista adverte que essa proteção é transitória, isto é, o seu bebê terá que tomar, a partir do segundo mês de vida, a tríplice.

Algumas vacinas (contra a coqueluche, a poliomielite e hepatite A e B, por exemplo) podem ser tomadas pela gestante, mas somente se for muito necessário. Outras, porém, são contra-indicadas para grávidas, como a da febre amarela, rubéola, varicela, caxumba e sarampo. “O acompanhamento médico é fundamental para orientar adequadamente a gestante nessas horas”, reforça Dr. Jorge.

Hepatite B – Durante o pré-natal, é feito o teste que detectará se a mãe está contaminada com o vírus. “A recomendação internacional é começar a vacina contra a hepatite B logo na maternidade. Isso porque nem sempre as mães fizeram o teste para identificar se elas estão ou não contaminadas com o vírus. Na dúvida, é sempre melhor proteger a criança”, diz o infectologista do Cedipi. Quando a mãe não está contaminada, é possível prorrogar a imunização até os dois meses, quando acontece a vacinação contra a Pólio, Tríplice, Hemophilus e Meningococo C. “A picada será uma só e é menos dolorido”, explica o Dr. Jorge.

Atenção com a família – Criança nova em casa inspira cuidados também para o resto da família. Os pais, avós, irmãos mais velhos, babás e todas as outras pessoas envolvidas com o novo morador da casa devem tomar a vacina contra a gripe, cuja eficácia não é boa em bebês. Em dose única, a vacina contra a gripe é “trivalente, ou seja, cobre três vírus gripais, os três mais prevalentes no momento em que é utilizada. Para saber quais são, a Organização Mundial de Saúde mapeia o mundo inteiro à procura desses vírus para qualificá-los e atualizar permanentemente a vacina”, informa o presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia, Dr. João Silva de Mendonça, em entrevista ao site
oficial do Dr. Dráuzio Varella .

A receita, portanto, é simples: faça um bom pré-natal e siga direitinho as orientações do seu médico.

bjos,
Tati

A foto que ilustra o post de hoje foi feita por Daniele de Felippe


, , A bebida alcoólica na gravidez | 25/07/06

25_07_06_alcool.jpg

No tempo da minha bisavó, dizia-se que beber um determinado tipo de cerveja fortalecia o leite. Anos depois, a bebida alcoólica foi abolida da vida da gestante. Hoje, acompanhando a gravidez de algumas amigas, notei que alguns médicos já permitem a ingestão moderada, como uma dose por semana.

Procurei um especialista no assunto, o Centro de Informações sobre Saúde e Álcool
(Cisa). Criada em 2004, esta organização não governamental tem como principal objetivo gerar uma fonte de informações sobre o binômio saúde e álcool. “O tema álcool e gravidez vem sendo bastante estudado por inúmeros pesquisadores e muitos artigos a respeito do tema são publicados frequentemente em jornais e revistas científicas”, diz a coordenadora da entidade, Camila Magalhães Silveira. A médica psiquiatra adverte, no entanto, que, embora haja estudos em andamento, ainda não há evidências de uma quantidade de bebida alcoólica considerada segura durante a gravidez.

O Dr. Mauro Sancovski, médico especialista em ginecologia e obstetrícia e professor da Faculdade de Medicina do ABC, em entrevista concedida ao site do CISA, ponderou que “em qualquer situação, o consumo de álcool pode trazer conseqüências de natureza social, além das repercussões sobre a saúde de seus usuários. Na gestação não é diferente, além do prejuízo que este uso se manifestará não somente sobre o organismo materno, mas também, e principalmente, sobre o organismo fetal. É importante salientar que tais ocorrências estarão vinculadas tanto às doses quanto ao tempo de exposição ao risco durante a gestação. O consumo moderado e eventual de álcool na gestação poderá não trazer repercussões e esta quantidade se refere a 1 drinque eventual. Os riscos estão associados a doses acima de 28,5 ml de álcool (2 drinques comuns) ou mesmo ao uso isolado de grande quantidade de álcool”.

Leite materno - A cultura popular diz que a qualidade do leite materno pode ser influenciada pelo estado de humor das mães. “Em alguns países, parteiras e outros profissionais de saúde reforçam a ingestão de bebidas alcoólicas antes da amamentação sob o argumento que pequenas doses de álcool levariam a um efeito relaxante no momento da amamentação e também a um aumento da produção de leite”, conta Camila, do Cisa. Os pesquisadores verificaram, porém, que, apesar das mães ficarem mais relaxadas após uma ou duas doses de álcool, tal "benefício" para mães "ansiosas" não justifica este comportamento. “As mães devem ser orientadas a não desistirem do aleitamento materno. Além de mais saudável para o feto, melhoram o vínculo entre a mãe e seu bebê. Desta forma, o consumo de bebidas alcoólicas no período de amamentação não é recomendado e aconselha-se que as lactentes permaneçam abstêmias”, pondera a coordenadora da ONG.

Síndrome Alcoólica Fetal (SAF) – A ingestão de álcool durante a gravidez pode provocar distúrbios fetais que vão do retardo de desenvolvimento à chamada síndrome alcoólica fetal. Esta última é causada pela passagem do álcool pela placenta que alcança o feto, ainda deficiente em enzima alcooldesidrogenase, o que acarreta uma metabolização muito lenta do álcool.

Estima-se que em alcoólicas intensas, a ocorrência da síndrome atinge 56%, com taxa de mortalidade perinatal de 17%. “Acreditava-se que a síndrome alcoólica fetal ocorria apenas em populações de alto risco. Posteriormente, verificou-se que a SAF poderia acometer qualquer população, mesmo que na vigência do consumo moderado de álcool na gestação. Evidências científicas recentes sugerem que mesmo doses pequenas de álcool podem levar à síndrome alcoólica fetal”, explica Camila.

Os transtornos relacionados à SAF incluem lesões físicas, cognitivas e de memória em crianças que nasceram de mães que faziam consumo de bebidas alcoólicas durante a gestação. “A forma mais severa desse tipo de transtorno é a própria Síndrome Fetal Alcoólica (SFA), que pode ser caracterizada por: baixo peso ao nascer, déficits neurocognitivos (alterações no desempenho global da criança) e alterações faciais”, informa a coordenadora do Cisa. As alterações neurológicas mais comuns são: hiperatividade, impulsividade, dificuldades no planejamento das atividades, organização mental, pensamento, problemas com a visão espacial e dificuldades em compreender as conseqüências dos seus atos. Não é incomum a associação destas alterações com: autismo, transtorno de déficit da atenção e hiperatividade e transtornos da personalidade.

Prevenção – Além de conseqüências graves para o recém-nascido, a SAF afeta a família e grupos de convívio. A síndrome também requer tratamentos complexos e dispendiosos. Por isso, a prevenção é a melhor estratégia.

Além de uma boa entrevista clínica, com o levantamento da história materna de ingestão de bebida alcoólica durante a gestação, um trabalho multidisciplinar é o ideal. O site Álcool e Drogas Sem Distorção , mantido pelo Hospital Albert Einstein, propõe que a paciente receba um tratamento mais intensivo, com abordagens que a motivem para a mudança, além de visitas domiciliares. “Apoios comunitários aumentam a adesão ao tratamento e as chances de redução ou abandono do álcool durante o período da gestação. Os recém-nascidos nessas condições devem receber seguimento profissional constante por pelo menos três anos. Isso aumenta a possibilidade de detecção precoce de problemas”.

Ajuda - O Programa de Atenção à Mulher Dependente Química (PROMUD), do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP, oferece um atendimento psicossocial gratuito para mulheres dependentes de drogas e álcool. Além disto, gestantes podem conseguir ajuda nos Centro de Atenção Psicossocial ao Consumo de Álcool e outras Drogas (CAPS-AD) mais próximo de sua residência.

Serviço:

CISA
Rua do Rocio, 423 – 12° andar
Vila Olímpia – SP – SP
Telefone: 11 3842 3388
e-mail

Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da USP
Telefone (11) 3069-6960


, , O cuidado com infecções e vírus | 19/07/06

19_07_06_rotavirus.jpg

O rotavírus é uma infecção que afeta a maioria das crianças até os cinco anos de idade. O principal sintoma da doença é a diarréia acompanhada de febre e vômito. Segundo a Biblioteca Virtual do Ministério da Saúde, atualmente o rotavírus é o maior agente causador de óbitos em crianças com menos de cinco anos no mundo todo. “O rotavírus afeta cerca de 130 milhões de crianças por ano”, relata Clélia Aranda, superintendente de imunizações da Secretaria do Estado de Saúde de São Paulo.

A transmissão da doença acontece principalmente pela água ou alimentos, mas também no contato com outras pessoas, objetos ou superfícies infectadas. Por este motivo existe o risco, mesmo que reduzido, da contaminação nos adultos. “Como estou no terceiro mês de gravidez não me preocupei quando senti os enjôos. Comecei a ter diarréia e vômito. No hospital, a médica logo disse que eu estava com o rotavírus”, diz Anne Cecille Smid.

Outro sintoma da infecção pelo vírus é a desidratação, reduzindo as reservas de água do corpo e os níveis de minerais importantes, como o sódio e o potássio. O tratamento recomendado é a ingestão de soro e muito líquido. “Fui medicada com soro e fiz exames para saber se estava tudo bem com o bebê. Passei a última semana com uma alimentação leve e tomando muita água de coco”, fala Cecille.

A vacina contra o rotavírus foi incluída este ano no calendário de imunização obrigatória em todo Brasil. “Em São Paulo, já foram aplicadas 150 mil doses da vacina”, diz Clélia. O bebê deve receber a primeira dose da vacina aos dois meses e a segunda, aos quatro. Assim, há a garantia de imunidade total contra a doença. “Quanto mais precocemente aplicarmos a vacina na criança, mais tempo ela terá para desenvolver os anticorpos contra o rotavírus, evitando os casos de internação, que atualmente são de 90 mil por ano”, diz Clélia.

Além disso, a amamentação ajuda o bebê a criar defesas contra o rotavírus e outras doenças. Os pais devem tomar cuidado com a higiene das crianças, principalmente na limpeza das mãos após o uso do banheiro e antes das refeições.

Serviço:
Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo
Clélia Aranda - superintendente de imunizações
Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 188
Tel.: (11) 3066-8000

bjo,

Babi

A foto que ilustra este post é de autoria de focajonathan


Cuidados com as mamas para mães de prematuros | 11/07/06

11_07_06_amamenta.jpg

Já abordamos aqui algumas dicas para as mamães evitarem problemas nas mamas. A leitora Beth comentou e até acrescentou ao post informações preciosas sobre o assunto.

Hoje chamamos atenção para o fato de que os cuidados devem ser redobrados quando o parto é prematuro. Isso porque, sem condições imediatas de amamentar diretamente o filho, as mamães passam muito tempo tirando leite para a alimentação do bebê.

Procuramos a especialista Rosana do Socorro Araújo, neonatologista do Hospital e Maternidade São Camilo , unidade de Santana (em São Paulo), que passou as seguintes dicas:

- Enquanto o bebê estiver internado, tente permanecer o maior tempo possível próxima a ele;
- Massageie a mama regularmente;
- Faça a ordenha do leite de três em três horas, como se o bebê estivesse mamando;
- Procure tomar sol (de maneira moderada) nas mamas para tornar a pele menos sensível e evitar rachaduras;
- Beba bastante líquido – de dois a três litros de água por dia;
- Coma frutas, em especial as que possuem bastante água, como mamão, melancia e laranja, entre outras;
- Mantenha uma dieta equilibrada, dando preferência para as carnes brancas;
- Evite alimentos ricos em proteínas, especialmente os do leite de vaca – tais substâncias podem ser prejudiciais ao intestino do bebê,
- Doces e bolachas, entre outras guloseimas altamente calóricas, também devem ser evitadas.

Algumas das maternidades paulistas mais procuradas também recomendam :

- Tenha cuidado com a água quente nos seios. Em excesso, ela pode favorecer um fluxo maior de leite nos vasos, o que tenderá a piorar a inflamação. Prefira banhos e massagens com água morna.
- Utilize sutiãs de algodão, com alças largas e de tamanho apropriado ao tamanho dos seios.
- Apenas utilize absorventes para mamas e conchas sob orientação profissional.
- Alterne os seios para a retirada do leite.
- Utilize um pouco do leite para passar em volta da auréola do seio, que tem poder nutritivo e cicatrizante.

Fontes:

- Hospital e Maternidade São Camilo
- Hospital e Maternidade Albert Einstein
- Hospital e Maternidade São Luiz

bjs,

Vilma

A foto que ilustra este post é de autoria de Ethan Wilson


Como prevenir e controlar a diabetes | 10/07/06

10_07_06_diabetes.jpg

Vamos falar um pouco mais sobre a saúde da mamãe durante a gravidez, como avisamos no post sobre hipertensão

O tema de hoje é a diabetes, que na maioria das vezes afeta as gestantes com antecedentes familiares dessa doença, como pais ou avós diabéticos. Algumas das causas mais comuns da diabetes são o excessivo ganho de peso, doces em grande quantidade e a falta de atividade física.

Segundo o Dr. Arnaldo Schizzi Cambiaghi, ginecologista-obstetra e diretor do Centro de Reprodução Humana do Instituto Paulista de Ginecologia, Obstetrícia e Medicina da Reprodução, os fetos de pacientes diabéticas geralmente possuem peso muito acima do normal (mais de 4 kg) e probabilidade maior de malformações. Já no caso da hipertensão, os bebês tendem a ser menores se o distúrbio não for acompanhado e controlado durante a gestação.

Além do ganho de peso, o inchaço também é um dos sintomas mais comuns da doença. A gestante também pode se queixar de vômitos incontroláveis, de urina abundante e visão turva.

“Uma grande dificuldade para o obstetra é o controle da gestação de uma paciente grávida diabética”, explica Arnaldo. Para ajudar no tratamento da doença são realizados testes específicos de sangue e urina, como por exemplo, o de glicemia, que mede a quantidade de açúcar no sangue. Além disso, há o acompanhamento do peso e o pré-natal intensificado.

Se a mulher não tem histórico de diabetes na família, a melhor forma de evitar a doença durante a gravidez é através da alimentação sob orientação de um nutricionista. “O controle da doença durante a gravidez diminui a probabilidade de a criança ter diabetes. Quanto maior este cuidado, menor o risco do bebê da mãe diabética ter a doença no tipo 2 - de origem hereditária - na vida adulta”, alerta Arnaldo.

Serviço
Instituto Paulista de Ginecologia, Obstetrícia e Medicina da Reprodução – IPGO
Dr. Arnaldo Schizzi Cambiaghi
R: Abílio Soares, 1125 – Paraíso – São Paulo
Tel.: 3885-8022 / 3207-1511

Bjs,
Babi

A foto que ilustra este post é de autoria de andreakw


Fique de olho na pressão | 04/07/06

04_07_06_hipertensao.jpg

Controlar a pressão arterial é um dos cuidados mais importantes durante a gravidez. A hipertensão é responsável por cerca de 10% de todos os distúrbios que ocorrem durante a gestação.

Segundo a Dra. Heloísa von Eye Corleta, obstetra do site ABC da Saúde, existem duas formas mais comuns de hipertensão na gravidez: a crônica, na qual a mulher já apresenta o problema antes de engravidar e a pré-eclâmpsia, em que o aumento de pressão só ocorre durante a gravidez.

A pré-eclâmpsia acontece após as 20 primeiras semanas da gravidez. A causa mais comum para o problema é a perda de proteínas pela urina, com alguns efeitos colaterais como inchaço nas pernas, rosto e mãos. O maior risco é a pressão subir demais e evoluir para o estado crônico, podendo causar convulsões que diminuam o fluxo do sangue para o cérebro.

No quadro de hipertensão crônica, a doença se desenvolve antes das 20 semanas de gestação e, ainda, pode não desaparecer em até seis semanas após o nascimento do bebê. Neste caso, a mãe deve permanecer em repouso, com a pressão arterial controlada e também com avaliação fetal.

Em situações mais graves e de acordo com o amadurecimento do feto, o parto pode ser antecipado. A mãe se recupera plenamente, pois a doença desaparece com a retirada da placenta.

A importância do pré-natal

A hipertensão pode ser prevenida com a descoberta precoce do problema durante o exame pré-natal. Com a doença controlada, os sintomas desaparecem em até seis semanas após o parto.

Veja alguns dos fatores causadores da hipertensão na gravidez:
- Primeira gravidez;
- Histórico de familiares com pré-eclâmpsia;
- Ter apresentado pré-eclâmpsia em gestação anterior;
- Ser a gestação gemelar;
- Ter hipertensão arterial crônica, nefropatia, lupus ou diabetes;
- Gestação com parceiro diferente.

Ainda nesta semana, abordarei dicas de saúde para a gestante. Fique ligada.

Serviço:
ABC da Saúde
Dra. Heloísa von Eye Corleta
Rua Ramiro Barcelos, 910/905
Moinhos de Vento - Porto Alegre, RS
Tel.: (51) 3311-5699

Bjs,
Babi


, Cuidados com a mama | 29/06/06

29_06_06_mama.jpg

As rachaduras no peito podem fazer com que o sonho de muitas mulheres com a amamentação seja frustrado em alguns momentos. Especialmente se elas provocarem dores que podem até prejudicar a alimentação do bebê. Isto pode acontecer principalmente por conta do acúmulo de leite nas mamas – o ingurgitamento – provocado pelo desequilíbrio entre o consumo da criança e a produção do leite materno. Quando isto ocorre, as mamas ficam duras e podem até inflamar, provocando dores.

Os primeiros cuidados para se evitar este problema podem ser aplicados desde o pré-natal, como explica o médico Cláudio Bonduki, assistente do departamento de ginecologia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo / Escola Paulista de Medicina) . “Para preparar o mamilo antes do parto, é muito importante fazer exercícios locais e passar bucha vegetal durante o banho, o que vai ajudar a deixar a auréola mais resistente”, diz Bonduki.

Aconchego – Maria Lúcia Futuro, coordenadora e uma das fundadoras da Ong Amigas do Peito , recomenda que a mãe tente ao máximo manter o peito macio e encontrar uma posição confortável durante a mamada. “É preciso observar se a pega do bebê está confortável para ele e para a mãe”, diz ela. “Evitar mamadas longas e manter intervalos curtos à demanda do bebê também podem ajudar a prevenir fissuras”, diz Maria Lúcia. Na hora de amamentar, uma das medidas mais importantes para se evitar o acúmulo de leite e as conseqüentes fissuras é manter o bebê corretamente posicionado no colo, com o corpo todo encostado no da mãe (barriga com barriga).

A Ong Amigas do Peito tem 26 anos de atuação e foi fundada por iniciativa da atriz Bibi Vogel , falecida há dois anos. A organização presta ajuda às mães por meio de materiais educativos, ajuda por e-mail além de um disque amamentação (21 - 2285-7779), com atendimento de voluntárias capacitadas.

De acordo com Maria Lúcia, as principais dúvidas das mães que procuram a entidade estão relacionadas à falta de apoio em geral para a prática do aleitamento. “Os problemas de rachadura, dor e inexperiência são secundários a uma falta do conceito do que seja a amamentação, além da falta de se ouvir e olhar (tanto a si como ao bebê) nos primeiros dias”, diz ela. O site da organização tem boas dicas relacionadas a este tema.

Prevenção e combate às dores – Como as fissuras e o desconforto são provocados, na grande maioria das vezes, pelo acúmulo de leite, alguns profissionais recomendam que a mãe esvazie as mamas durante a amamentação. Porém, o leite não precisa ser retirado do peito para que o bebê mame, de acordo com o médico Marcus Renato de Carvalho, da Clínica Interdisciplinar de Apoio à Amamentação , do Rio de Janeiro. O profissional, que é pediatra, sanitarista e consultor em amamentação, explica que a retirada de leite pode provocar novas lesões na pele do mamilo, naturalmente delicada.

O uso de pomadas ou cremes também é controvertido durante esta fase. “O próprio leite materno pode ser usado para combater as fissuras, pois ele possui substâncias antiinflamatórias, antiinfecciosas e cicatrizantes”, recomenda Carvalho. O médico aconselha ainda que as mães deixem os seios ao ar livre quando for possível e evitem os bicos de silicone. Se o mamilo estiver machucado, poderá ser utilizada uma espécie de concha que protegerá a mama evitando que o tecido do sutiã tenha aderência à ferida. Massagens com água quente, durante o banho, podem evitar ou amenizar as dores provocadas pelo armazenamento do leite materno.

Caso a mama esteja inflamada, a mãe deve procurar imediatamente o médico que acompanhou sua gravidez ou um profissional capacitado em Manejo Clínico da Lactação. “Existem pomadas para prevenir e tratar este tipo de problema, mas nada deve ser feito por conta própria”, alerta o médico Cláudio Bonduki. Os cuidados devem ser maiores ainda durante os meses de frio e clima seco, que podem prejudicar a hidratação da pele. Porém, quem cuidar das mamas desde a hora em que o bebê está na barriga e cuidar do correto posicionamento da criança na hora da amamentação – além de fazer o máximo possível para todo o esvaziamento dos peitos durante este processo – tem de tudo para aproveitar plenamente um dos momentos mais bonitos da maternidade.

Serviço
Dr. Cláudio Bonduki
Av. Jandira, 257, cj 23, São Paulo. Tel: (11) 5055-9859 / (11) 5055-3055

Dr. Marcus Renato de Carvalho
Rua Carlos Góis, 375 sala 404 – Leblon, Rio de Janeiro. Tel: (21) 2249-0312

Amigas do Peito
Rua do Catete, 214 sl 612, Catete, Rio de Janeiro. Tel: (21) 2285-7779


, Sentir-se bem é o melhor pra mãe e para o bebê | 27/06/06

27_06_06_exercicios.jpg

No dia 2 de junho, Kelly Abud, grávida de Laura, deixou o seguinte depoimento em matéria sobre atividades físicas do blog: “Sou fisioterapeuta e trabalho com cirurgia cardíaca pediátrica há 9 anos, estou grávida de 5 meses, sempre fui apaixonada por atividade física. Hoje faço quase tudo mas com a moderação que a gestação exige, estou sendo acompanhada pelos profissionais da academia Oxigênio na Lapa, sob a orientação do Prof. Robson e da Prof. Luciana Lima. Estou super bem e acredito que exercício na dose certa faz bem para a futura mamãe e para o bebê também!”

O comentário chamou minha atenção. Por mais alegrias que a gravidez traga, enfrentar as mudanças no corpo e na rotina não é nada fácil para a mulher. O que dizer então de uma pessoa acostumada com uma vida bem acelerada?

Com 32 anos, Kelly dedicava 3 horas do seu dia à prática de atividade física. Pegava pesado na musculação e adorava exercícios de alto impacto. Pra minha surpresa, a academia não foi abandonada: a mãe da Laura faz natação, judô e bicicleta ergométrica, além de continuar firme na musculação. “No primeiro trimestre, eu reduzi o peso e mudei para um treino de resistência, isto é, com mais repetições. Diminui os exercícios de impacto, sem abandoná-los. No Judô, por exemplo, dou preferência aos treinos técnicos”, conta a fisioterapeuta.

É claro que, no início, a possibilidade de abrir mão da malhação assustou. “A primeira coisa que pensei foi ‘puxa, e agora?’. Preocupou bastante, sim, mas depois fui vendo que não precisava deixar de fazer tudo ou me dedicar somente à yoga e alongamento, como a maioria das pessoas diz. É uma situação diferente, em que é preciso preservar a criança, mas tem muita coisa legal que dá pra fazer”, conta. Embora seja fisioterapeuta, Kelly não abriu mão de um acompanhamento profissional. “Isso é muito importante. Eu entendo o que está acontecendo com o meu corpo, mas ter o professor ao meu lado foi fundamental para eu me sentir bem”.

Fazer exercício físico faz tão bem, que Kelly sente que até a bebê se sente melhor nos dias em que pratica alguma atividade. “Dia que não faço nada, a Laura fica superagitada. Dia que eu me movimento, ela fica quietinha, parece relaxada. O motivo é óbvio. Você não pode deixar de fazer as coisas que te fazem bem. Se você está bem, o bebê também se sente bem”, diz.

A fisioterapeuta também não se descuidou da alimentação. Sob a supervisão médica, abandonou os suplementos de proteína, passou a ingerir mais líquido e a fugir dos doces. Em cinco meses e meio, a mamãe atleta ganhou apenas quatro quilos. “Se puder deixar um recado para as leitoras do blog é: sentir-se bem é o melhor para você e para o seu filho”.

Assim como a Kelly, que na busca por informações relacionadas à gravidez encontrou o blog A Família Cresceu, você também pode compartilhar a sua história conosco. Clique aqui e não esqueça de deixar os seus contatos.

Beijo,

Tati


Gestações com mais de 40 semanas | 08/06/06

08_06_06_gestacao.jpg

Os nove meses se completaram, ou melhor, as 40 semanas como preferem os médicos, e o bebê não dá sinais de que vai nascer. O que fazer? Algum problema aconteceu? Nada disso. Se a gravidez não envolver complicações, como pressão alta ou diabetes, por exemplo, esta é uma situação normal que acontece mais vezes do que se imagina.

A ginecologista e obstetra Andrea Campos, que realiza partos no Hospital São Luiz, explica que, em condições normais, o corpo da mulher avisará a hora certa do nascimento do bebê (bebês). As contrações regulares serão o sinal para a chegada do filho tão esperado. “Geralmente, o limite é de 42 semanas, mas depende muito das condições intra-uterinas, como nível do líquido da placenta e situação do feto. Para acompanharmos, fazemos novo ultra-som e cardiotocografia (exame que avalia vitalidade geral do feto, batimento cardíaco, no final da gestação)”, elucida.

Segundo Andrea, a ansiedade das futuras mamães deve ser trabalhada durante todo o pré-natal. E a tranqüilidade só ajudará após as 40 semanas de gestação. Para um parto normal, a dilatação só virá com as contrações, que em freqüência ideal acontecem três a cada 10 minutos ou 14 em 1 hora. A obstetra esclarece que exercícios, relações sexuais inclusive, e caminhadas podem estimular sim as contrações uterinas. E, em alguns casos, a indução ao parto feita via medicamento (solução soro e hormônio específico ou comprimidos intra-vaginais), com a paciente no hospital, é a melhor alternativa.

Em todos os momentos, no entanto, o importante é ter orientação do seu médico de confiança. Assim, as 40, 41, 42 semanas de gestação e a vontade de ver a carinha do seu (s) filhote (s) serão uma etapa natural e sem transtornos.

Serviço:

Consultório da ginecologista e obstetra
Dr. Andrea Campos: (11) 5579-1051

Abs, Rod


Cuidado com a Toxoplasmose | 05/06/06

05_06_06_pets2.jpg

Hoje a proposta era falar sobre algumas doenças transmitidas pelos animais e que, durante a gravidez, são perigosas para a saúde da mãe e do bebê. Comecei a fazer algumas pesquisas, conversei com veterinários e, quando falava sobre o tema, todos me chamavam a atenção para a toxoplasmose. Como não sabia muito bem do que se tratava, pesquisei mais e me convenci de que vale a pena alertarmos as futuras mamães e dedicarmos um espaço exclusivo a esse tema.

A toxoplasmose é uma doença causada por um protozoário chamado Toxoplasma gondii. Ela pode ser transmitida pela ingestão da carne crua ou pelo contato com fezes de gatos contaminados (cachorros não são transmissores), que contraem a doença pelo consumo de carne crua ou pouco cozida.

Os gatos eliminam em suas fezes oocistos infectados pela doença. Estes oocistos podem ser levados pelo vento e se depositam em frutas, verduras e legumes. Por isso, a transmissão da toxoplasmose também pode ser feita por meio da ingestão de frutas, verduras e legumes mal lavados.

A maioria dos brasileiros (de 40 a 90% da população, dependendo da região) já teve contato com o parasita, o que é bom, pois, após a primeira exposição, o corpo desenvolve imunidade e dificilmente a pessoa torna a contrair a toxoplasmose (assim como acontece com a rubéola). O problema é quando a mulher grávida, que nunca teve contato com o parasita (e, por isso, ainda não é imune), desenvolve a doença. Essa situação pode trazer conseqüências graves, pois o Toxoplasma atinge o feto através da placenta, podendo causar retardo mental, má formação, cegueira e até o aborto.

Estima-se que oito mil bebês brasileiros nascem por ano com toxoplasmose transmitida via placenta. Algumas destas crianças já nascem com problemas neurológicos, mas 90% não têm sinais aparentes e só vão apresentar problemas após o primeiro ano de vida.

Sabendo da gravidade da Toxoplasmose, os obstetras já solicitam no pré-natal o exame de sorologia para saber se a futura mamãe já teve contato com o parasita. Se estiver imunizada, a mamãe pode ficar mais tranqüila, mas, se ainda não possui anticorpos para o Toxoplasma, é bom ficar alerta.

Outro ponto importante: é recomendável que a mãe faça um controle da doença, repetindo o exame de sorologia algumas vezes ao longo da gravidez. Essa é uma medida preventiva, pois muitas vezes a mulher não apresenta os sintomas ou os confunde com os de uma gripe forte. Infelizmente ainda não existe uma vacina contra a doença e o tratamento é realizado com antibióticos.

Algumas dicas para as futuras mamães:

- Se você tem um gatinho, não dê carnes cruas e tente “segurá-lo” em casa para evitar que ele tenha contato com outros animais contaminados;
- Não limpe a caixinha de areia do gato. Peça para outra pessoa higienizá-la e desinfetá-la para você;
- Sempre que mexer com terra, utilize luvas de borracha;
- Só consuma carnes bem cozidas. Frutas, verduras e legumes devem ser bem lavados. O leite também precisa de um cuidado especial: deve ser pasteurizado.
- Faça o pré-natal corretamente e, em caso de dúvidas, contate seu médico.


Bjs, Veri


, Baby Yoga: bom para o bebê, bom para a mãe | 01/06/06

01_06_06_yoga.jpg

Quem imaginaria um bebê em uma aula de Yoga? Pode parecer incompatível, mas acompanhado da mãe torna-se saudável e divertido. A modalidade é chamada de Baby Yoga. A fisioterapeuta e professora de Yoga Cristina Balzano atende gestantes que depois do parto continuam a freqüentar as aulas acompanhadas dos bebês. Ela, inclusive, está prestes a lançar um DVD sobre o tema e a massagem Shantala - divulgaremos a data quando definida.

Retomar a prática de Yoga é indicado para mamães após um mês do nascimento. Com três meses, o bebê fica mais apto a executar posições em conjunto com a mãe. Cristina descreve um desses exercícios que chama de “balanceio”: a mulher com pernas flexionadas, o bebê de bruços, apoiado entre pés e joelhos, cara-a-cara com ela, que o segura nas axilas ou nas mãos, executando movimentos para frente e para trás. “Além de fazer bem para a coluna e o abdômen dela, o exercício torna-se uma brincadeira. Um vínculo importante criado entre os dois”, diz a especialista.
Entre os maiores benefícios apontados para os pequenos, destaca-se o desenvolvimento psicomotor, com melhorias da coordenação motora e da flexibilidade. Exercícios complementares também auxiliam no alívio das cólicas. Para evitar vômitos, os bebês não podem ter mamado nos 30 minutos (leite materno) e 60 minutos (leite artificial – mais demorado de digerir) precedentes. Apesar da prática se iniciar com os filhos acordados, muitos deles dormem ao final em virtude do relaxamento e da tranqüilidade proporcionados. As aulas têm duração média de 1 hora e, segundo Cristina, o encontro das mães com seus filhos é uma ótima ocasião para troca de experiências e socialização.

Para as mães, além de incrementar os momentos dedicados ao filho, a Yoga fortalece a musculatura da pélvis e da barriga. Aconselha-se a prática conjunta até dois anos de idade do bebê. As aulas específicas para crianças começam a partir de então.

Serviço:
Fisioterapeuta e professora de Yoga para gestantes: Cristina Balzano
Arco-íris Oficina Holística (Alphaville – Barueri): 11-4191-4531
Grupo de Apoio Maternidade Ativa - Gama (São Paulo): 11-3813-3461

Abs, Rod


, , Chupetas e mamadeiras | 30/05/06

30_05_06_chupeta.jpg

As chupetas e as mamadeiras estão entre os acessórios mais procurados para as crianças: rosinhas, azuis, amarelinhas, com bichinhos diversos e de modelos diferentes. Porém, é preciso cuidado na hora de adquirir estes itens. Apenas a fofura não pode ser levada em conta. “As ideais são as ortodônticas com bico de silicone”, diz a odontopediatra Jacqueline Baptista.

A função da chupeta não é interromper o choro do bebê, mas completar a sucção dele após as mamadas. “Quando a criança nasce, o único movimento que ela sabe fazer é o da sucção e, às vezes, ela não consegue completar esta sucção depois da amamentação. É nesta hora que pode ser oferecida a chupeta, apenas para completar o hábito da criança”, diz Jacqueline. De acordo com a profissional, se o bebê aceitar a chupeta e dormir, ele terá completado o ciclo da mamada.

A odontopediatra recomenda ainda que a chupeta seja usada até, no máximo, um ano de idade, para que o uso não se torne um vício. “Se isto acontecer, ela passará a ser prejudicial, pois a criança começará a sugar além do necessário”, diz Jacqueline. “Ela correrá o risco de ter deformação nos dentes e até no osso maxilar. A criança começará a jogar a língua para frente e também poderá ter problemas de respiração”, completa. Se mesmo com tantos modelos bonitinhos à escolha a criança recusar a chupeta, não é recomendável forçá-la a usar. “Se ela rejeita, é sinal de que está satisfeita e não precisa mais continuar o movimento de sucção”, explica a odontopediatra.

Mamadeiras – Os cuidados com a escolha das mamadeiras devem ser semelhantes aos utilizados com as chupetas. “Estes itens também devem ser ortodônticos e com formato anatômico”, diz Jacqueline. O ideal é que a criança utilize na mamadeira uma força quase igual à que ela emprega para sugar o peito. “A mamada no peito é difícil, mas deve ser assim, já que desta maneira a criança exercita toda a musculatura da face”, explica. Por isto, a mamadeira deve apenas gotejar o leite, com o furo do fabricante. “Os pais não podem tentar abrir mais este orifício, por mais que achem que isso vai facilitar a vida da criança”, diz a odontopediatra. De acordo com ela, a criança só conseguirá fazer o exercício necessário ao fortalecimento de sua musculatura se tiver dificuldade para mamar. “Se o leite está indo muito rápido, ela poderá projetar a língua para frente, como defesa, e correrá o risco de ter seus dentes deformados no futuro”, afirma Jacqueline.

Por conta disto, o ideal é que a criança nem use mamadeiras, se isto for possível. “Quando o bebê não mamar mais no peito, a mãe pode ensiná-lo a usar o copinho com bico”, diz a odontopediatra.

Bjos,

Vilma

Serviço:

Jacqueline Baptista, odontopediatra - (11) 7184-6069


, Acidentes Domésticos | 24/05/06

24_05_06_acidentes.jpg

Não fui vítima de acidente doméstico, mas, como filha de pediatra, acompanhei várias histórias, como a de um garotinho que engoliu moedas. Saí perguntando aqui na agência e todo mundo tinha um caso pra contar: a sobrinha da Ju enfiou uma lantejoula no olho; a Márcia, aos 3 anos, subiu na cadeira para atender o telefone e quebrou o braço; o Filipe puxou uma gaveta e a TV caiu sobre ele.

Desastres à parte, esse assunto é bem sério. “Os acidentes domésticos são, ao lado da violência, a principal causa de morte de crianças maiores de um ano”, adverte a presidente do Departamento Científico de Segurança da Criança e Adolescente e membro da Sociedade Brasileira de Pediatria, Dra. Renata Waksman. As estatísticas apontam que os acidentes fatais mais freqüentes acontecem no trânsito, seguidos dos afogamentos e da sufocação. Entre os casos de morbidade, em que a criança tem que ser hospitalizada, destacam-se as quedas, os atropelamentos e as queimaduras.

A principal orientação para os papais e mamães pode ser resumida em uma palavra: prevenção. “Antecipe-se aos acidentes, investindo em segurança. Em 95% dos casos os acidentes podem ser prevenidos”, diz a Dra Renata. Muitos pais não se preparam adequadamente para a chegada do bebê e acabam pecando logo na saída da maternidade. “É comum ver a mamãe no banco de trás, carregando a criança no colo. Não pode. Tem que comprar o assento infantil. Somente lá seu filho está seguro”, informa a médica que acaba de lançar o livro “Crianças e Adolescentes Seguros”. Em 336 páginas e com uma linguagem acessível, o livro propõe ações simples para evitar traumas físicos e psicológicos.

Outras dicas importantes são:

- Compre somente produtos testados. O livro Dra Renata e da SBP traz boas orientações neste sentido. Outra fonte indicada é a Pro Teste.
- Proteja tomadas e janelas.
- Evite a entrada de crianças na cozinha. “Este é o cômodo mais perigoso, onde mais acontecem acidentes”, diz a Dra. Renata. Uma boa opção é a compra de protetores e barreiras, que também podem ser utilizadas nos acessos da casa que levem à escadas.
- Atenção redobrada com banheiras plásticas, tanques, baldes e bacias. Acredite, há casos de afogamentos de crianças.
- Tome cuidado com medicamentos, produtos químicos, material de limpeza e cosméticos. Eles devem ser armazenados em lugares altos e, de preferência, trancados com chave.
- Mantenha alfinetes, botões, fósforos, tesouras, facas e outros objetos pequenos ou cortantes fora do alcance das crianças.
- Sacos plásticos, fios de telefone longos, arreios e travesseiros fofos podem asfixiar ou estrangular.



Serviço:
Crianças e Adolescentes Seguros
Publifolha
Preço Médio: R$ 49,90.


, , Dentes: os cuidados com a mãe e com o bebê | 04/05/06

04_05_06_sorrisos.jpg

A gravidez exige tantos cuidados diferentes que, em alguns casos, a gestante pode deixar de lado a saúde bucal. Nesta fase da vida, porém, os cuidados com os dentes devem ser tão grandes como em outros tempos, quando o bebê ainda não era prioridade. Problemas como infecções na gengiva ou em outras estruturas que dão sustentação aos dentes podem levar ao parto prematuro por conta de alterações hormonais provocadas pela produção de prostaglandinas, um dos hormônios que induzem ao parto. “A maioria das gestantes não sabe disso”, diz Glenda Nahás, odontopediatra especialista da Associação Brasileira de Ensino Odontológico (Abeno) e mestre em odontopediatria pela Faculdade de Odontologia da Universidade de São Paulo (USP).

O alerta, porém, não é motivo para pânico, pois quem tiver um bom acompanhamento em qualquer período da vida, além da gravidez, corre poucos riscos de desenvolver problemas bucais específicos apenas por conta da gestação. A ida ao dentista deve continuar a ser periódica. As restrições ficam valendo para poucos casos, como cirurgias – principalmente por conta das anestesias – e radiografias, a não ser que a dor seja insuportável, como explica Glenda Nahás. “Nos casos mais sérios, a anestesia pode até ser dada, mas precisa ser especial para a gestante, como a lidocaína”, diz a profissional. Já a radiografia, que pode causar alterações no feto, em especial nos primeiros meses de gestação, só deve ser utilizada com cuidados específicos e em casos pontuais, como um tratamento de canal, por exemplo. A gestante que precisar passar por um raio X deverá usar um avental de chumbo sobre a barriga para proteger o bebê dos efeitos da radiação.

Além de manter os cuidados usuais com a saúde bucal, a gestante também deve cuidar da alimentação. É recomendável ingerir alimentos com cálcio e fósforo durante a fase de formação do bebê. Este período também pode ser útil para que a futura mamãe possa ter as primeiras dicas de como cuidar dos dentes da criança.

Recém-nascidos - Enquanto a alimentação do bebê for exclusivamente leite materno, a limpeza bucal será feita apenas se a criança regurgitar após da amamentação. “Neste caso, a mãe pode pegar uma gase ou uma fralda, umedecer levemente, enrolar no dedo e limpar só o leite grosso e coalhado que fermentou”, explica Glenda. A limpeza deve ser suave para não ferir a gengiva da criança. Não precisa ser feita após a amamentação normal, já que o leite materno possui anticorpos para o recém-nascido. Quando os primeiros dentes nascerem, a opção deve ser a escova para bebês, pequena e com cerdas macias.

A primeira visita da criança ao dentista pode ser feita logo após o nascimento. “Um profissional pode orientar melhor quanto à higiene e alimentação adequada para evitar problemas para a dentição”, diz Glenda. Após os seis meses de amamentação exclusiva, o bebê pode começar a ingerir outros tipos de alimentos, como papinhas e frutas amassadas. “A mastigação destes alimentos podem ajudar a desenvolver os ossos da face, uma boa mordida e a musculatura da boca do bebê”, afirma a odontopediatra.

Outro cuidado importante é em relação à possível transmissão de bactérias para a criança, que podem provocar cáries. Por isto, evite assoprar os alimentos, ato comum quando queremos esfriar uma comida. “Isso pode acontecer com pessoas de qualquer nível social, e é um alerta que sempre dou”, diz a doutora Glenda. “Quando a criança nasce, ela tem poucas bactérias, pode correr o risco de pegar novas e ter cárie apenas por conta de um ato que pareceu ingênuo”, explica a odontopediatra. A recomendação vale não apenas para as mães, como para qualquer pessoa que tenha contato com as crianças, como babás, avós e outros parentes.

Os primeiros dentes nasceram
– Quando os primeiros dentes nascerem, deve entrar em ação não apenas a escova de dentes como outros cuidados. A amamentação noturna, em especial, deve ser evitada para evitar a fermentação do leite e a possível ocorrência de cáries. Deve-se evitar também a ingestão de alimentos como chicletes, balas, doces e frituras, que aumentam os riscos da proliferação de bactérias. “Em muitos casos, é inevitável que a criança coma estes alimentos. Por isto, se for o caso, sempre é preciso escovar os dentes após a ingestão”, diz Glenda.

O cuidado com os dentes de leite é fundamental para o bom desenvolvimento da dentição definitiva. “Os primeiros dentes são guias de nascimento para os permanentes”, afirma a odontopediatra. Por isto, além do cuidado com a correta higienização, é recomendável evitar o uso de chupeta e de mamadeira – indicada somente até os dois anos de idade.

Quando os primeiros dentes de leite começarem a cair, o dentista merece uma nova visita. “Se os pais conseguirem tirar o dente da criança, não há problema. Em alguns casos, a raiz é totalmente absorvida e o dente pode cair em uma mordida ou em outra ocasião”, diz a odontopediatra. Porém, se ainda existir uma parte da raiz, a tentativa caseira de arrancar o dente pode machucar a boca da criança e prejudicar o desenvolvimento da próxima dentição”, alerta a doutora Glenda.

Serviço

Glenda Nahas – (11) 3825-9676
glendanahas@gmail.com
Av. Angélica, 1968 – Sala 134 – Higienópolis

Bjs,
Vilma


Drenagem: alívio ao inchaço | 28/04/06

28_04_06_drenagem.jpg

A drenagem linfática, vista geralmente como simples tratamento estético, é hoje garantia de alívio para muitas gestantes. Se for feito com profissionais gabaritados, o tratamento tem tudo para melhorar os inchaços e desconfortos enfrentados pelas grávidas.

Para atenuar edemas (acúmulo anormal de líquidos no organismo) e ativar a circulação sangüínea das gestantes, a fisioterapeuta Tatiana da Mota, no mercado há sete anos, afirma que a drenagem linfática é uma ótima alternativa. “Os resultados vêm com rapidez. A técnica diminui o excesso de líquidos retidos, que absorvidos pelos rins são eliminados via urina”, garante.

No caso das grávidas, Tatiana explica que o peso do útero sobre a veia cava inferior, responsável pelo retorno venoso, causa inchaço das pernas, pés e abdômen. Não com tanta freqüência, braços e mãos também podem aumentar de volume. Por isso, as gestantes de múltiplos têm chances de sofrer ainda mais com tais conseqüências.

O tratamento consiste em uma série de sessões de massagens, com média de 50 minutos de duração cada uma. A quantidade de vezes por semana pode variar, mas recomenda-se a alternância de dias para o corpo se acostumar. Feita manualmente, a técnica utiliza movimentos contínuos e sem força. Os membros inferiores devem estar a 30 graus e a cabeça apoiada por um travesseiro. Dependendo do tamanho da barriga, muitas grávidas não conseguem respirar, o que demanda ajustes na postura. Ficar de bruços é outra posição inviável e virar-se de lado pode ajudar.

Para as grávidas ansiosas com a forma física, a fisioterapeuta avisa: “A drenagem não vai combater a celulite. Não há como brigar com a quantidade de hormônios dessa fase”. O ginecologista e obstetra Artur Dzik reforça a observação. Ele não vê contra-indicação em relação ao tratamento, mas aconselha a orientação médica. “Muitas pacientes têm se beneficiado com a drenagem em diferentes etapas da gestação. O que faço questão de dizer a elas é evitar a região abdominal”, finaliza.

Consultório Dr. Artur Dzik, ginecologista e obstetra - T: 3259-5061
Clínica de Fisioterapia - Tatiana da Mota e Maricy Heintz - T: 3849-7628

Bjs,
Rodrigo


, Letrozol sob suspeita | 24/04/06

remedios_2404.jpg

Na Folha de S. Paulo de hoje, caderno Cotidiano, tem uma reportagem sobre o remédio letrozol (Femara), utilizado para ajudar na reprodução humana, que está sob suspeita. Segundo a jornalista Claudia Collucci, o laboratório Novartis anunciou, em dezembro passado, que o medicamento não é recomendado nem tem a autorização da Anvisa para ser utilizado para este tipo de tratamento. Este remédio tem o aval para o tratamento de câncer de mama, em mulheres na pós-menopausa.

Apesar de ter sido bem-sucedido em casos de reprodução assistida, como médicos apontam na reportagem, o letrozol pode causar defeitos congênitos e aborto.

A reportagem alerta para que as mamães em tratamento ou iniciando tratamento fiquem atentas aos medicamentos prescritos por seus médicos. Além disto, neste tipo de processo, é muito importante que a paciente pergunte tudo para o médico e crie um laço de confiança com ele. Caso isto não aconteça, é melhor mudar de médico.

bjs,
Roberta


, Vamos Suar | 20/04/06

20_04_06_ginastica.jpg

Manter-se saudável durante a gravidez, preparada para o parto e com disposição para os primeiros meses de seu bebê – ou bebês – pode parecer um desafio, mas apostar em exercícios físicos que conjuguem fortalecimento muscular, flexibilidade e relaxamento é um caminho certeiro. E não é novidade que especialistas da área e gestantes já tenham descoberto isso com os devidos acompanhamentos médicos.

O ginecologista e obstetra Eduardo Zlotnik, do Hospital Albert Einstein, de São Paulo, aconselha atividades físicas com ponderações: “Fora os casos de risco de parto prematuro, com cuidados especiais devido às mudanças fisiológicas, deslocamento do eixo de equilíbrio do corpo, movimentação de músculos diferenciados e sobrecarga cardiovascular, a grávida deve se exercitar”. No entanto, como estipular um limite de esforço? “Na verdade, a própria gestação controla a gestante. Se ela quiser fazer abdominais no primeiro trimestre, pode até conseguir, mas depois será quase impossível, e os benefícios limitados”, afirma.

» Leia Mais


, Morfológico: um momento muito importante | 10/04/06

10_04_06_ultrasom.jpg

O ultra-som morfológico é um dos mais importantes da gestação. Neste momento, o médico especializado em medicina fetal vê e descreve como está o desenvolvido do bebê em detalhe. Desde o cerebelo até o tamanho do pé, passando pelas cavidades cardíacas e o cristalino dos olhos, ele pode, a partir de uma tabela padrão, fazer uma comparação com as medidas e os aspectos do bebê mostrados no exame. O morfológico é feito entre a 20ª e 22ª semanas.

É claro que o meu demorou muito tempo para ser realizado: 1h20 – para um bebê apenas, são 30 minutos. No meu caso, são três bebês, não é mesmo? E a menina está no meio dos dois irmãos, espremida. Ou seja, foi mais difícil para o doutor Victor Bunduki conseguir pegar os ângulos certos da minha menininha. Mas ele conseguiu ver tudinho dos 3. Estão em perfeito desenvolvimento, o que me deixou aliviada.

Como a transluscência nucal, que falamos no post do dia 24 de fevereiro de A Família Cresceu, o morfológico também é um exame que causa apreensão na gente. Ele detecta, com precisão de até 90%, doenças genéticas, como Síndrome de Down, coração etc. Caso algo não esteja indo bem, o médico de medicina fetal pode fazer alguma interferência, se for o caso.

Após a ansiedade de ver meus três bebês bem – foi um de cada vez -, pude me ater ao rostinho deles, o perfil de cada um, que divido neste post com vocês. Já acho os três lindos!!! Sempre quando faço estes exames fico impressionada com o avanço destas máquinas que, pelo som, consegue criar a imagem. E mais ainda com a natureza humana. Na minha barriga, tem dois meninos e uma menina crescendo... E logo, logo estarão nos meus braços, acolhidos e zelados por mim e meu marido.

Bjs, Roberta

Ah, todos estão com cerca de 20 centímetros. O primeiro menino está com 415 gramas, a menina (mais esbelta) com 335 gramas e o segundo menino com 359 gramas.


, Palpites Demais | 04/04/06

04_04_06_palpite.jpg
Uma das maiores angústias das grávidas é o mar de palpites, opiniões e conselhos que surgem a todo o momento durante a gestação e se estende pelos primeiros anos da vida do bebê. É saber da gravidez e, pronto, começam a exposição: sua barriga torna-se pública, todos querem acariciar/“tocar” no bebê e dar palpites na sua vida (e na do bebê, claro). Estranhos ficam íntimos em segundos. Desde sua empregada até seu chefe. Todos se tornam mestres em gravidez, graduados e pós-graduados. Você escuta o palpite, sorri, quer matar um, mas, no fundo, entende a boa intenção. Será?

Qualquer que seja o tema, tem sempre alguém com uma dica surpreendente.
- Oh, não pode beber Coca-Cola, viu?!
- Grávida não pode se assustar. Corre o risco de perder o bebê!!!
- Xiiiii. O leite está fraco? Cerveja preta!!! É só o que resolve.

De acordo com o ginecologista e obstetra Dr. Eduardo Motta, de São Paulo, é importante dizer que as pessoas fazem isso porque demonstram interesse, ou seja, a intenção é boa. “A grande questão é que a experiência de uma gestante não se aplica a outra, cada uma tem um jeito e uma dinâmica diferente e deve respeitá-la”, conta ele. Uma outra questão que muitas pessoas não param para pensar é no bem-estar da grávida. “Os de fora chegam dando palpite, sugestões e não param para ouvir se ela, a grávida, está bem, se está feliz, se está se sentindo bem etc. Na maioria dos casos, o foco passa a ser a gravidez e não a grávida”, acredita Dr Eduardo.

E quantas mulheres já não se odiaram ao ver em filmes, novelas e comerciais a gestação e o pós-parto como o ato mais sublime, lindo e colorido da vida feminina? No mundo do faz-de-conta, a mulher não sofre com bebês com cólicas, não tem depressão pós-parto, não sente a dor lancinante de um seio rachado. Naquele mundo, as mães são tranqüilas, lindas e sorridentes.

A fase não é fácil, é marcada, ainda, pelas inevitáveis cobranças familiares. As pessoas compartilham de uma forma tão intensa que se sentem grávidas junto com a futura mamãe e tentam ajudar de todas as formas.

Um problema que vem tomando uma proporção cada vez maior é a ansiedade dos pais. Hoje em dia, com poucos meses de gravidez já é possível saber o sexo da criança. “Isso é muitíssimo complicado porque, com 2 meses, quando já se sabe o sexo, tudo passa a decidir a vida da criança. Ali já se tem o Joãozinho ou a Mariazinha, eles têm identidade e, quando nos damos conta, o pai já decidiu que o menino será corintiano, e a mãe já quer matricular a menina no balé”, conta o Dr. Eduardo Motta.

Segundo o ginecologista, o primordial a ser feito é parar e pensar que a vida dos filhos não seguirão o planejamento traçado por seus pais, e que os pais não serão capazes de controlar tudo. É essencial entender qual a finalidade da gravidez.

Em algumas situações, chega-se ao absurdo de pessoas de fora do núcleo familiar quererem acompanhar a gestante às consultas e exames. O ideal é que o pai e a mãe compartilhem estes momentos e tirem suas dúvidas. Estas podem e devem surgir, mas devem ser esclarecidas a cada período da gestação.

Não é por mal, mas as grávidas sofrem... É de doer ouvir conselhos que não acabam mais. Mas como lidar com os palpites de avós, familiares, amigos e conhecidos? Com discernimento e gentileza. Muitas vezes responder com um sorriso é a melhor saída. As pessoas, movidas pelas melhores intenções, julgam-se no direito de dar opiniões e até de impor regras aos pais.

Há situações que há sabedoria nos conselhos, mas, em geral, tratam-se apenas de crendices. Assim, o melhor é a política da boa vizinhança, ouvindo o que é dito, mas sem necessariamente seguir o conselho. Só o do médico e dos profissionais por ele indicado.

Mas o que fazer se o marido estiver entre essas pessoas, principalmente por sentir que não é mais o foco de atenção da mulher? “Nesse caso, estamos diante de uma saia justa, mas o médico é o melhor remédio pois é o único que poderá contribuir sem ser parcial. É o médico que, neste momento da vida do casal, passa a ter mais liberdade com eles. Esta hora é ótima para que o marido comece a participar das consultas e sanar suas inseguranças”, aconselha o ginecologista.

Em resumo: o momento é seu. Tenha tranqüilidade, compartilhe suas angústias e, diante de um conselho, escute e agradeça. Na dúvida, converse com seu médico. Com seu médico, ouviu?!


Médico consultado:
Dr. Eduardo Motta é médico ginecologista dos Hospitais Albert Einstein, Sírio Libanês e Hospital das Clínicas Telefone: (11) 3168-5311 e (11) 3259-6093.
E-mail: doutor@eduardomotta.med.br

Bjs,
Marcia


, , Amamentação | 27/03/06

27_03_06_amamentacao.jpg
A amamentação é outra etapa muito importante para a vida dos pequenos e das mamães e como envolve uma série de mitos, cuidados e medos, o melhor a fazer é se informar e se preparar desde o início da gravidez.

Todos sabem que amamentação é fundamental, mas, antes de embarcar nessa jornada, vamos definir os conceitos.

Primeiro, amamentação e aleitamento são coisas diferentes. Segundo o Dr. Marcus Renato de Carvalho, professor de Pediatra da UFRJ e Especialista em Amamentação pelo International Board Certified Lactation Consultant, amamentação é o ato da nutriz (mãe) dar o peito e o lactente (bebê) mamar diretamente. Já aleitamento materno são todas as formas do lactente receber leite humano ou materno, e o movimento social para a promoção, proteção e apoio a esta cultura.

Ainda de acordo com o especialista, que gosta de se definir como “pai da Clara e da Sophie”, gestação, parto e amamentação são as fases mais importantes de vida de uma mulher, mas nem sempre são vividas de modo correto. “Apesar do conhecimento incontestável do valor do leite humano e dos benefícios do aleitamento para a mulher que amamenta, o desmame precoce é ainda bastante comum, mesmo aquelas com acesso à informação. Uma das inúmeras causas é que muita gente pensa que a amamentação é instintiva, inata. Na verdade, o aleitamento é uma habilidade que precisa ser resgatada e uma prática que precisa ser apoiada”, diz Dr. Marcus.

Na verdade, apesar de todos os programas de incentivo e conscientização da importância deste ato, segundo um relatório divulgado em 2005 pelo UNICEF, a taxa mundial de aleitamento exclusivo (sem complementação) em crianças com até quatro meses de vida é de 35%. No Brasil, os bebês são amamentados exclusivamente com leite materno, em média, por 23 dias.

As hipóteses para taxas tão baixas são muitas: a falta de informação ainda é uma delas, pois muitas mães acreditam que leites artificiais podem substituir totalmente o materno. Outro problema comum é o fato da mãe ter que voltar a trabalhar quando a criança tem por volta de quatro meses de vida, o que interrompe a amamentação.

Mas o que muitas mães ainda não sabem é que estão protegidas pela lei nesse período, mesmo quando retornam da licença-maternidade. De acordo com o artigo 396 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) “...para amamentar o próprio filho, até que este complete seis meses de idade, a mulher terá direito, durante a jornada de trabalho, a dois descansos especiais, de meia hora cada um. Quando exigir a saúde do filho, o período de seis meses poderá ser dilatado a critério da autoridade competente”.

» Leia Mais


, , Pré-Natal | 21/03/06

barriga2.jpg

Durante os meses de gestação, as mudanças físicas e emocionais ocorridas no organismo feminino são enormes e causam, na maioria das grávidas, medos, angústias e inseguranças. Isso sem falar na curiosidade sobre as modificações que ocorrem no interior do corpo até o nascimento do bebê. Para que essa fase seja a mais tranqüila e com muita saúde, é fundamental o pré-natal.

Os exames pré-natais foram instituídos no século 20 com o intuito de diminuir as elevadas taxas de mortalidade materna e infantil na época. A medicina preventiva é a palavra-chave para definir estes exames, como explica o Dr. Artur Dzik, que é diretor do serviço de reprodução humana do Hospital Pérola Byington, de São Paulo, e doutor em ginecologia pela FMUSP. O ideal é que o primeiro contato com o obstetra aconteça logo após seja confirmada a gravidez.

“Inicialmente fazemos um check up completo sobre a saúde da mãe. São pedidos vários exames laboratoriais, como tipagem sangüínea, hemograma, glicemia, ferritina, HIV I e II, hepatite B e C, Sífilis, Rubéola, Toxoplasmose e citomegalovirus”, afirma Dr. Artur. Ainda é solicitada a análise da urina, para checar se há alguma infecção que possa causar um aborto espontâneo; e de fezes, para saber se há algum parasita. Por volta da 28ª semana são repetidos os exames de glicemia, hemograma e ferritina.

Além destes exames, as gestantes fazem quatro ultra-sonografias durante os nove meses. A primeira, logo após a descoberta da gravidez, irá definir, em conjunto com a data da última menstruação, em que semana de gestação a mãe se encontra. Já aos três meses de gestação, entre a 11º e 12º semanas, o ideal é que seja feita outra ultra-sonografia, a chamada translucência nucal, um exame que identifica se há sinal de doença cromossômica, como a Síndrome de Down, Síndrome de Turner e outras mais raras.

Entre a 18ª e 20ª semana, o exame é repetido para saber se a morfologia do bebê está se desenvolvendo de maneira adequada. “Nesta época, o especialista já pode checar se a criança tem todos os dedos, rins, estômago e, principalmente, se a coluna está fechada. Caso haja algum problema é possível intervir, o que aumenta as chances do bebê nascer saudável”, diz Dr. Artur. Para terminar, é feita no terceiro trimestre outra ultra-sonografia.

O Ministério da Saúde recomenda que o acompanhamento médico da gestante seja mensal até o nono mês de gestação. Quando a mulher entrar no último mês da gravidez, as visitas ao obstetra devem ser semanais. “Nos casos de gestações múltiplas, a partir da 32ª semana, por volta do oitavo mês, é necessário – devido à grande possibilidade dos bebês nascerem prematuros – o acompanhamento semanal”, alerta Dr. Artur. É claro que, caso a mãe já tenha algum problema prévio – ou desenvolva durante a gravidez – o acompanhamento deve ser mais freqüente.

Outro ponto de fundamental importância e pouco discutido nas visitas ao médico é o laço de confiança que se forma entre médico e gestante. “É que a gestante confie em seu médico para que tudo transcorra da melhor maneira possível”, finaliza Dr. Artur.


Dicas para a consulta:• Não tenha vergonha de perguntar todas as suas dúvidas
• Guarde em uma pasta todos os exames que fizer durante o período de gravidez
• Não deixe de ir às consultas
• Caso não tenha um plano de saúde e não possa pagar consultas particulares, procure um hospital público
• Avise o seu médico imediatamente, caso perceba algo de anormal com você e que não tenha sido mencionado pelo obstetra

Artur Dzik - 11 3259-5061

bjs,
Juliana


Pele: os cuidados que as grávidas devem ter | 08/03/06

Cuidados com a pele

É por meio da pele que as transformações exteriores do corpo de uma gestante podem ser percebidas com mais nitidez. As mudanças não acontecem apenas na barriga, esticada durante os meses de gestação, mas também no rosto, cabelos e seios. No entanto, em muitas futuras mamães, a pele costuma melhorar, como explica a dermatologista Ligia Kogos . “Com o banho de hormônio pelo qual a grávida passa, ela fica com a pele lisa, olhos brilhantes, cabelo abundante e seios mais cheios”, diz a doutora Ligia. “Parece que a natureza fez de propósito para a fêmea manter o macho ao seu lado durante o período da gestação”, completa ela.

Com ou sem atrativos para o macho primitivo, muitas futuras mamães ficam com a pele mais suscetível a cravos e a espinhas – principalmente se elas já os tinham antes da gravidez – e manchas, também conhecidas como melasmas. “Esta alteração da pigmentação ocorre em 60% das grávidas”, diz a médica dermatologista Silvia Marcondes, Diretora da Sociedade Brasileira de Dermatologia em São Paulo e mestre pela Escola Paulista de Medicina.

A médica explica que estas manchas costumam ocorrer geralmente nas bochechas, lábio superior, testa e queixo. Têm cor acastanhada, são irregulares e atingem mais as morenas e as que se tomam sol sem proteção, algo indispensável para as gestantes. “O uso diário de protetores solares é importantíssimo para evitar o aparecimento de manchas”, alerta a doutora Silvia. A pigmentação também pode ser alterada nos mamilos, auréolas mamárias, axilas, pescoço e abdômen. Mas isso não é motivo para pânico, já que as manchas desaparecem gradativamente após o parto.

Estrias – O aumento de volume da barriga, quadris e seios pode trazer também o surgimento de estrias, que ocorrem devido à distensão durante a gestação. As indesejadas linhas rosas e brancas aparecem principalmente durante o segundo e terceiro trimestres da gravidez. “Por conta disso, a gestante não deve engordar muito, cuidar da alimentação e hidratar bem a pele do corpo”, diz Ligia Kogos, lembrando que estas marcas são indeléveis. “De fato, ainda que não existam fórmulas milagrosas para evitar as estrias, uma boa hidratação da pele pode amenizar este processo”, reforça Silvia Marcondes. A limpeza constante da pele também é recomendada pelas dermatologistas.

Alergias – Durante o período da gravidez, a mãe também deve tomar cuidado especial com as alergias que já tem e também com as que possam surgir eventualmente, como a prurigo gestacione. “São pequenas manchas parecidas com picadas de inseto que não causam grandes problemas, mas incomodam, por provocarem coceiras”, explica Ligia Kogos. “É um problema dermatológico sem outras conseqüências e que desaparece após o parto”, diz ela.

Limitações – Um dos tratamentos dermatológicos evitados durante a gestação são os feitos à base de ácido retinóico, inclusive para aplicações externas. “Mesmo sem conhecer casos de prejuízo pelo uso na epiderme, sabemos que a ingestão de medicamentos com esta substância tem poder teratogênico, capaz de causar malformações no feto”, explica Ligia. “Por isto, também por uma questão de ética, não utilizamos, ainda que ele seja aplicado só na camada externa da pele”, diz a médica.

Cabeleira – Os cabelos são, de acordo com as dermatologistas procuradas pelo blog A Família Cresceu, os grandes beneficiados com a gravidez. “Os cabelos caem menos durante a gestação”, diz a dermatologista Silvia Marcondes. Isso acontece por conta da ação da progesterona, que, além de contribuir com a queda do cabelo, o torna mais volumoso. O aumento de pêlos é outra coisa que pode ocorrer, especialmente com as mulheres de pêlos mais escuros. Porém, em um período de dois a quatro meses após o parto, pode ocorrer uma queda acentuada dos cabelos.

Tinturas – O uso de tinturas, em especial no couro cabeludo, é um ponto controvertido, não recomendado por muitos médicos. “O couro cabeludo é muito vascularizado. Os elementos químicos da tintura, ao caírem na corrente sangüínea da mãe, podem ser tóxicos para o bebê”, diz o ginecologista e obstetra Artur Dzik, diretor do serviço de reprodução humana do hospital Pérola Byington, de São Paulo, e doutor em ginecologia pela FMUSP. O médico indica o uso da henna como um bom substituto para as tinturas, por ser um composto natural, obtido pela trituração de plantas secas.

Porém, a dermatologista Ligia Kogos afirma que as modernas tinturas não prejudicam nem a grávida, nem o feto. “As mulheres que já tingiam os cabelos antes da gravidez podem continuar a fazer isto, pois os produtos atualmente utilizados não são prejudiciais”, diz ela que já participou de congressos de ginecologistas para falar sobre o uso da tintura entre as grávidas.

Vale o mesmo, segundo Ligia, para tratamentos como escova progressiva e relaxamentos. “A grávida pode continuar a fazer o que fazia antes. Ela só não pode tentar, pela primeira vez, tratamentos como estes durante a gravidez”, diz. A dermatologista alerta que não é tempo para experimentações, em especial as que possam provocar efeitos alérgicos. “Isso se aplica também a um prato novo, por exemplo. Se ela nunca comeu um risoto à base de um peixe diferente, por exemplo, é recomendável que espere até o final da gravidez, para não ter nenhum tipo de surpresa”, afirma Ligia Kogos.

Vasinhos – Com a sobrecarga no sistema circulatório da gestante, ela corre o risco de desenvolver vasinhos nas pernas depois do sexto mês. Porém, assim como as outras manchas e alergias, a tendência é de que eles desapareçam após a gravidez.

Múltiplos – Se a lista de cuidados é grande para uma mulher que gera apenas um bebê, ela só aumenta para as grávidas de múltiplos. “Esta gestante precisa ter um cuidado especial quanto à dieta e hidratação da barriga”, diz Ligia Kogos. “Especialmente após o sexto mês ela deve evitar produtos muito calóricos, como chocolates, amendoim, refrigerantes, pães e doces, porque corre o risco de aumentar exageradamente o volume do abdômen – que já é maior que o normal”, explica a dermatologista. “Porém, as mulheres mais bonitas que tenho visto são as grávidas de múltiplos, muitas delas entre minhas clientes”, derrete-se Ligia Kogos. “Elas vêm nos visitar com todos aqueles carrinhos e nos causam inveja, pois estão enxutas, magrinhas”, revela Ligia.

Dicas – De acordo com a dermatologista Silvia Marcondes, da Sociedade Brasileira de Dermatologia, a grávida deve fazer o uso diário de protetor solar, que deve ser reaplicado sempre que a exposição for maior que duas horas. “É recomendável também o uso diário de um bom hidratante em toda a pele e, se necessário, o uso de cremes especiais sempre prescritos pelo dermatologista”, diz Silvia.

A vitamina C em cremes é um outro elemento que pode facilitar a vida das gestantes. “Ela não é gordurosa, aumenta a resistência da pele da grávida aos efeitos solares e hidrata”, diz Ligia Kogos. Outras substâncias como uréia, silicones modernos (que funcionam como barreiras de proteção), avelã e macadâmia, especialmente para a região da barriga, já que estes itens hidratam, tonificam e melhoram a elasticidade da pele. Por fim, as principais características do corpo da mulher durante esta época devem ser exploradas, como recomenda Ligia Kogos. “Ela deve aproveitar os pontos fortes, como o busto, usar grandes decotes, aproveitar a moda de vestidos franzidos que imitem batas e deixar os cabelos soltos, com o volume que eles têm nestes meses”, diz.

Artur Dzik – 11 3663-1015 e 11 3259-5061

Ligia Kogos – 11 3052-3551

Silvia Marcondes – 11 5573-8735


Massagem para Mamãe | 08/02/06

08_02_06Fernanda-Scott_site.jpg
Depois do bebê, hoje é o dia de conversarmos sobre massagens para as futuras mamães. A retenção de líquidos, como todo mundo sabe, pode causar uma série de desconfortos durante a gravidez. A apresentadora Angélica creditou à drenagem linfática não só a boa forma, mas também a sua disposição durante a gestação.

Com aprovação do médico, a maioria das mamães pode recorrer a algumas terapias. “A drenagem linfática é realmente eficaz e auxilia muito durante a gestação por amenizar os incômodos causados durante esta fase”, diz a terapeuta do Kyron Spa, Ana Paula Canova. Assim como qualquer outra massagem e atividade física, a drenagem linfática é recomendada a partir do terceiro mês de gestação, após o período de maior risco de aborto espontâneo. Tem um efeito melhor quando realizada de duas a três vezes por semana. “Durante a gravidez, a massagem não é realizada na barriga, pois é nesta região que o bebê está se desenvolvendo. Além disso, é importante ficar claro que a drenagem nunca deve doer. É uma técnica suave e lenta”, ressalta Ana Paula.

A Reflexologia e o Shiatsu aparecem, também após o terceiro mês de gestação, como boas alternativas para as dores nas costas, o estresse e a ansiedade. “Muitos pacientes que realizam estas técnicas durante a gravidez relatam ter uma gestação mais tranqüila, quando comparada a anteriores, e um parto mais seguro e calmo, pois preparam o corpo e a mente para essas horas tão delicadas”, conta Ana Paula. O terapeuta Flávio Augusto Brás, especialista em terapias orientais do Kyron Spa, adverte que existem pontos abortivos, que relaxam a musculatura do útero”. Por isso, é importante a futura mamãe entregar-se a um profissional especializado e com experiência em grávidas.

Para quem está no início da gestação, um tratamento estético que pode ser realizado desde o primeiro mês é a Hidratação Corporal, que tem como objetivo prevenir estrias. A aplicação de vitamina C para o rosto é outra solução para amenizar as manchinhas causadas por alterações hormonais.

O principal conselho para as futuras mamães é, com aprovação do seu obstreta, procurar profissionais especializados e com experiência com grávidas.

O Kyron SPA fica no Shopping Iguatemi.
O telefone é (11) 3095-3000.

beijo, Tati










botao_pequeno_geek.gif






© 2006 Espalhe Comunicação Estratégica Ltda